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Estudo aponta os riscos da exploração do Cerrado

No artigo “Desvalorizando e Superexplorando o Cerrado Brasileiro: Por Nossa Conta e Risco”, pesquisadores abordam a importância do bioma para frear as ameaças associadas às mudanças climáticas e para o desenvolvimento humano e econômico do país e da região. Coordenado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), o estudo foi recentemente publicado na Environment Magazine.

Para ler a notícia completa no site do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), clique aqui: http://www.inpe.br/noticias/noticia.php?Cod_Noticia=4370

O artigo está disponível em português aqui.


Guia Técnico: Restauração ecológica com sistemas agroflorestais

Publicado pelo Centro Internacional de Pesquisa Agroflorestal (Icraf), este guia técnico tem como principal objetivo orientar a adoção de sistemas agroflorestais (SAFs) na restauração e recuperação de áreas alteradas e degradadas por meio de estratégias que conciliem a conservação com benefícios sociais.

Sua construção foi fruto de um processo participativo e de pesquisa envolvendo técnicos, agricultores, pesquisadores,formuladores de políticas e praticantes nos temas da restauração e SAFs. Primeiro, foram analisadas as normas que regem o uso de SAFs em áreas de proteção ambiental (Áreas de Preservação Permanente– APPs e Reservas Legais – RLs) a fim de esclarecer, para técnicos, agricultores e formuladores de políticas, suas implicações práticas no campo.

A publicação está disponível para download aqui http://www.icrafamericalatina.org/nuestros-productos/guia-tecnico-restauracion.html


 

Guia de plantas não desejáveis na restauração florestal
AUTORES
Paolo Alessandro Rodrigues Sartorelli, Eduardo Malta Campos Filho, Andre Luiz Dadona Benedito, Alexandre Bonesso Sampaio, Ana Paula de Morais Lira Gouvêa
 

Publicado pela Iniciativa do Uso da Terra e Agroicone, este guia foca em espécies que podem causar algum dano ou prejuízo no processo de restauração. A restauração florestal no Brasil tem diversos desafios, sendo um deles, a correta identificação das espécies que estão nas áreas em processo de restauração. Saber identificar essas espécies que causam danos à restauração é de fundamental importância para o correto manejo da restauração, entre outros fins. Portanto, esse é um guia com foco em espécies vindas de outros mundos e que podem causar algum dano ou engano no processo de restauração. Deste modo, pensamos em um guia prático e on-line para que o restaurador tenha uma ferramenta em mãos que sirva ao correto diagnóstico ambiental (recomendação de técnica) até o monitoramento sequencial das áreas de restauração. Leia a notícia completa no site do INPUT.

O guia está disponível para download aqui


 

Como cultivar alimento plantando florestas
AUTORES
Secretaria de Meio Ambiente do Estado da Bahia
 

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) do estado da Bahia lançou a publicação “Como cultivar alimentos plantando florestas – Histórias de pessoas, florestas e roças” fruto do Projeto Cerrado, que ocorre em parceria entre o Governo do Estado, Ministério do Meio Ambiente e Banco Mundial, com atuação em 11 municípios do oeste da Bahia. A publicação apresenta exemplos de agricultores e agricultoras do Cerrado que mudaram sua relação com as formas de produzir, mostrando que é possível cultivar alimentos em colaboração com a natureza, utilizando práticas agroecológicas e sistemas agroflorestais, sem uso de agrotóxicos, com adubação verde, consórcio entre espécies, uso de sementes crioulas e de plantas nativas, em coerência com os ciclos da natureza. Mais informações no site da SEMA.


 

Cadernos sobre extrativismo sustentável
AUTORES
Ministério do Meio Ambiente (MMA) e Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA)
 

O Ministério do Meio Ambiente (MMA) em parceria com o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA) lançaram 21 cadernos técnicos sobre o cultivo orientado e sistematizado para algumas espécies nativas da flora brasileira, que são utilizadas como matéria-prima para produtos da sociobiodivesidade. Leia mais sobre esta iniciativa no site do Instituto Chico mendes de Conservação da Biodiversidade. 

O material está disponível em versão digital e pode ser acessado aqui!


 

Anuário Trase 2018 – Sustentabilidade das cadeias de produção: risco de desmatamento na exportação de soja brasileira
AUTORES
TRASE, Transparência para Economias Sustentáveis, Instituto Ambiental de Estocolmo e Global Canopy  
 

*O Anuário Trase 2018 apresenta os últimos estudos sobre a sustentabilidade das cadeias globais de produção de commodities agrícolas associadas ao desmatamento tropical, com base nos dados de transparência exclusivos da Trase. Esses dados permitem conectar a produção de commodities e seus impactos associados a desmatamento, com empresas e mercados consumidores. O Anuário destaca as exportações de soja do Brasil, onde recentes picos de desmatamento tanto na Amazônia quanto no Cerrado soaram alarmes e geraram novos compromissos de empresas. A expansão da soja no Cerrado é responsável por uma das mais dinâmicas fronteiras agrícolas do mundo. Vale lembrar que o Cerrado é considerado uma das mais biodiversas formas de savana. Na mais nova região de fronteira da soja do Cerrado, conhecida como Matopiba, sigla para os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, cerca de 37% da expansão da soja na última década foi feita através da conversão direta de vegetação nativa. 

O material está disponível em versão digital e pode ser acessado aqui!

*Texto retirado do Anuário Trase 2018, Sustentabilidade das cadeias de produção: Risco de desmatamento na exportação de soja brasileira https://yearbook2018.trase.earth/, Transparência para Economias Sustentáveis, Instituto Ambiental de Estocolmo e Global Canopy.