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Oficina sobre produção e comercialização dos produtos agroextrativistas do Cerrado

O projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçuque é executado pelo WWF-Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico.

No intuito de ressaltar a importância do extrativismo sustentável dos produtos da sociobiodiversidade do Cerrado, prática tradicional já amplamente difundida no bioma e uma das principais alternativas para manter o “Cerrado em pé”, o WWF-Brasil em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Cooperativa Central do Cerrado, com apoio do CEPF Cerrado e Instituto Internacional de Educação do Brasil, realizarão a Oficina de Produção e Comercialização de Produtos da Sociobiodiversidade do Cerrado.

A oficina visa identificar e dar visibilidade às contribuições de diferentes abordagens para o desenvolvimento das cadeias produtivas do Cerrado, com o objetivo de superar desafios e realizar articulação com o poder público, além de iniciar um processo de reflexão, troca de conhecimento e aprendizagem nos aspectos relacionados à “Produção e Comercialização” de produtos agroextrativistas. A oficina também será um espaço para organizar fóruns de discussão para integração com a programação do IX Encontro e Feira dos Povos do Cerrado.

 

Contatos:

kolbesantos@wwf.org.br

luis@centraldocerrado.org.br

rodrigo@ispn.org.br


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Os frutos do Cerrado disponíveis em São Paulo

Por Renata Andrada Peña via WWF-Brasil

A partir de agora, farinha de mandioca, gergelim, pimenta de macaco, farinha de coco indaiá e duas variedades de arroz de pilão passam a fazer parte do conjunto de produtos oferecidos regularmente no box dos biomas, inaugurado em 2016 no Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo. Eles se unem à castanha de baru, ao açafrão, à farinha de jatobá, o mel, à geleia de jabuticaba e ao pequi, além de outras delícias do Cerrado também disponíveis para venda na capital paulista.

As novidades acabam de ser lançadas pelas famílias Kalunga (maior território Quilombola do Brasil, localizado em Goiás, na região da Chapada dos Veadeiros), o Instituto Atá e a Central do Cerrado, com o apoio do WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Todos os novos produtos são fruto do cultivo e do agroextrativismo no Cerrado e fazem parte da cultura gastronômica dos povos tradicionais quilombolas.

Os produtos são comercializados pela Central do Cerrado, uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida em Brasília e composta por 35 organizações comunitárias de sete estados brasileiros (MA, TO, PA, MG, MS, MT e GO) que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do bioma. O Cerrado possui potencial de aproveitamento de mais de 200 tipos diferentes de plantas nativas, segundo pesquisa da Universidade de Brasília (UnB).

Buriti

Segundo Luis Carraza, coordenador da Central do Cerrado, essa parceria com o WWF-Brasil foi muito importante e serviu para fortalecer e ampliar a produção e comercialização dos produtos nativos do Cerrado. “Por meio desse apoio, foi feito um trabalho específico junto às nossas organizações filiadas para a priorização de algumas cadeias produtivas dos frutos do Cerrado como o pequi, o baru e o jatobá, com intuito de garantir estoques de produção que possam abastecer o mercado consumidor que vem aumentando consideravelmente a cada ano”, afirma Carraza.

Além de promover a divulgação e inserção dos produtos de uso sustentável nos mercados locais, regionais e internacionais – exportação de pequi para o Japão, castanha de baru para os Estados Unidos e artesanato de capim-dourado para a França – a Central do Cerrado é também um centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão.

O WWF-Brasil apoia a Central do Cerrado desde 2018 com ações focadas no extrativismo vegetal sustentável dos frutos do bioma e na estruturação e no fortalecimento das cadeias produtivas dos frutos nativos. Esse projeto conta com o suporte do WWF-França, do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e do Instituto Humanize.

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

Serviço
Quem quiser se surpreender com as delícias do Cerrado, deve visitar o box biomas:
Rua Pedro Cristi, 89
Mercado Municipal de Pinheiros
Box dos biomas (BOX 28)
Segunda à sábado, das 8h às 18h

 

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Articulação dos Povos Timbira para implementação da PNGATI

via Centro de Trabalho Indigenista

Em parceria com a Associação Wyty Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins, o Centro de Trabalho Indigenista acaba de dar início ao projeto “Articulação dos Povos Timbira para implementação da PNGATI”, que tem o objetivo de fomentar a implementação da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial de Terras Indígenas (PNGATI) no Cerrado, por meio da consolidação de uma rede de indígenas Timbira. Esta rede pretende reforçar o papel destes povos e seus territórios como importantes áreas de conservação dos recursos naturais e da sociobiodiversidade associada. O projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Ritual Timbira/Acervo CTI

Em fevereiro, o CTI deu início ao planejamento junto à Associação Wyty Cate, consolidando o calendário de atividades para 2019. A primeira atividade de campo já foi realizada nas Terras Indígenas Kanela e Porquinhos, com diálogos produtivos sobre a gestão ambiental e territorial daqueles territórios, sobre a articulação política das organizações indígenas e sobre a formação de jovens Timbira, que acontecerá em breve no escopo do projeto. As próximas rodadas de reuniões pelos territórios Timbira estão previstas para acontecer nas aldeias das TIs Kraholândia, Krikati, Governador, Apinajé e Geralda Toco Preto.

Veja matéria completa no site do Centro de Trabalho Indigenista!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Desafio Conexsus 2018

 

 

O Desafio Conexsus pretende desenvolver em rede o potencial econômico de negócios comunitários sustentáveis. A ideia é que as redes se expandam e gerem impactos socioambientais positivos, como a resiliência territorial e a transição para a economia de baixo carbono.

Esta iniciativa visa mobilizar a atuação de diversos atores e conectar empreendimentos, organizações de apoio, agentes do mercado, financiadores e investidores em busca de soluções compartilhadas, criativas e inovadoras, para fortalecer os ecossistemas de negócios sustentáveis.

O cadastro foi prorrogado até 30 de julho e o desafio busca associações de produtores e cooperativas de todo o Brasil. Os cadastros são realizados através deste link. Mais informações no site: http://desafioconexsus.org/