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O cooperativismo e a agroecologia de mãos dadas: conheça o trabalho da Grande Sertão

O cooperativismo e a agroecologia de mãos dadas: conheça o trabalho da Grande Sertão

por Luana Luizy, Assessoria de Comunicação, Instituto Internacional de Educação do Brasil

 

Aliada à conservação ambiental, a cooperativa Grande Sertão, em Montes Claros, também ao norte de MG, foi fundada em 2003, e trabalha com alimentos provenientes da agricultura familiar.

O produto de destaque  é o óleo de buriti, utilizado pelas indústrias cosmética e alimentícia.

A saborosa cerveja de coquinho azedo. Foto: Acervo Grande Sertão

Atualmente, a Grande Sertão conta com 230 cooperados, abrange 30 municípios e envolve, indiretamente, 2 mil famílias e 350 comunidades rurais. “Buscamos novos canais de comercialização para  nos fortalecer cada vez mais,  e tudo é realizado  dentro dos princípios do manejo sustentável”, pontua Fábio Soares, dirigente da  cooperativa.

Ao todo, são mais de 25 espécies processadas, como  araticum, cagaita, murici, cajá, jatobá, pequi, entre outras. O mel, a rapadura e a cachaça também fazem parte da lista de produtos comercializados pela Grande Sertão, que também produz e vende uma saborosa iguaria feita a partir do coquinho azedo: a cerveja artesanal que já é famosa Brasil afora.

Parceria com o CEPF Cerrado e IEB

Com o apoio do Fundo de Parceria Para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto “Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas”, a cadeia de produção do buriti pela Grande Sertão saiu fortalecida. O projeto favoreceu a extração e comercialização do óleo do fruto, contribuindo para a conservação das Veredas, um tipo de ecossistema do Cerrado onde nasce a palmeira e um importante berço de nascentes. “A partir da iniciativa, demos força para que o comércio se estruturasse; também foi um instrumento para manter essas áreas conservadas”, declara Aryanne Amaral, assistente de projetos da estratégia de implementação do CEPF Cerrado.

Raspas de buriti. Foto: Acervo Cooperativa Grande Sertão

A comercialização do óleo alcançou êxito, e, hoje, a Grande Sertão atingiu o mercado internacional com o produto e conta com clientes de renome, como a gigante brasileira Natura. Mulheres e jovens foram envolvidos nesse processo e saíram beneficiados, sendo importantes atores na conservação do Cerrado.

Na cadeia produtiva do buriti, as mulheres  estão à frente: são elas que coletam, extraem o óleo, a polpa, secam e embalam. Com esse projeto, as mulheres passaram a ter autonomia financeira”, conta Fábio Soares.

Covid-19

Agricultora familiar. Foto: Acervo Cooperativa Grande Sertão

A pandemia, claro, também trouxe impactos no dia a dia dos associados da Grande Sertão, que viram as vendas despencarem. Se não dá para comercializar os produtos da agricultura familiar nas  feiras coletivas, os cooperados precisaram repensar os mecanismos de sobrevivência no mercado.

“Estamos com mais de 30 toneladas de polpas de frutas estocadas, com o prazo de validade por vencer. Estamos buscando novas estratégias, como transformar essas polpas em geleias, ou desenvolver uma  linha de suco pronto.  Mas temos um desafio, já que não usamos conservantes; o produto é natural”, pondera  Soares.

Sobre a Grande Sertão

A Cooperativa Grande Sertão desenvolve ações em torno da sustentabilidade e da agroecologia, com o objetivo de promover o fortalecimento das comunidades agroextrativistas. O associativismo e o cooperativismo, as boas práticas de produção com os frutos do Cerrado, promovem a gestão e a conservação dos territórios rurais onde se pratica o agroextrativismo sustentável.

 

Para mais informações sobre a Grande Sertão, acesse: https://www.facebook.com/cooperativagrandesertao/


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Cooperativa dá exemplo de como manter o Cerrado em pé

A agricultura familiar como protagonista da conservação

por Luana Luizy, Assessoria de Comunicação, Instituto Internacional de Educação do Brasil

 

O Sertão Veredas, no norte de Minas, não é apenas o cenário dos escritos de Guimarães Rosa – autor mineiro que soube como ninguém descrever o regionalismo local –, também é o lugar onde o extrativismo é o protagonista na geração de renda, na conservação do Cerrado e no manejo sustentável.

Produtos da agricultura familia produzidos e comercializados pela COPABASE. Foto: Terra Mar Filmes/Acervo COPABASE

A Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária (COPABASE) conta com 140 cooperados e dá exemplo de boas práticas para manter o Cerrado em pé. Com sede no município de Arinos (MG), a cooperativa atua também em Bonfinópolis de Minas, Buritis, Formoso, Pintópolis, Riachinho, Urucuia e Uruana de Minas.

Com foco no cultivo, produção e comercialização de polpas de frutas do Cerrado – como acerola, manga, goiaba, tamarindo, mangaba, cagaita, araticum, coquinho azedo e umbu – , a COPABASE abastece escolas da região, enquanto dá emprego a produtores locais.

“A gente luta pra manter a conservação, mas também gerar renda para as famílias rurais, que vivem da produção de suas pequenas propriedades”, orgulha-se Dionete  Barboza, dirigente da COPABASE.

A diversificação das cadeias produtivas – colhidas em períodos distintos –  garante renda durante todo o ano. Os produtos comercializados variam desde a mandioca até a farinha, o açúcar mascavo, o baru, o mel, e, mais recentemente, o algodão orgânico.

 

Jovens agricultores do sertão urucuiano na colheita do baru. Foto: Terra Mar Filmes/Acervo COPABASE

A cadeia do baru

Apesar de o carro-chefe da cooperativa ser a produção da polpa de frutas do Cerrado, a “galinha dos ovos de ouro” é a castanha do baru, amêndoa comum nas regiões de Goiás, do norte de Minas Gerais,  Mato Grosso e  Maranhão.

O alimento tem produção específica em determinada época do ano -antes do período das chuvas -, e traz consigo os princípios da sustentabilidade, já que é coletado manualmente, de forma extrativista, artesanal. “O baru  tem um  diferencial, pois está dentro de uma fortaleza (a casca); e extrair a amêndoa tem um custo financeiro maior para a gente, mas nos traz uma margem maior  de atuação”, explica Dionete.

Pandemia

Cerca de 80% da renda da COPABASE era proveniente da comercialização da polpa de frutos do Cerrado para as escolas locais; porém, a suspensão das aulas devido à covid-19, gerou impacto na renda dos pequenos produtores.

Sem apoio governamental, a associação precisou se reinventar. “Foi bem difícil, pois tínhamos bastante estoque de alimentos. No entanto, conseguimos captar recursos para distribuição de cestas básicas com produtos da agricultura familiar. Assim, conseguimos colocar boa parte do nosso estoque no mercado. A pandemia nos despertou esse olhar de pensar no próximo, mas também de cobrir o buraco financeiro, conta Dionete.

 

O algodão orgânico e o trabalho da fiandeira da região do sertão do Vale do Urucuia, Minas Gerais. Foto: Terra Mar Filmes/Acervo COPABASE

Parceria com o CEPF e IEB

O fomento do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês) e apoio do Intituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto “Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano”, contribuiu para a organização socioeconômica, apoio logístico, capacitações e até intercâmbios como forma de potencializar o extrativismo da COPABASE.

“Apostamos na capacitação para fortalecer a agricultura familiar e gerar renda para os pequenos agricultores e povos tradicionais. Entendemos que, através do incentivo ao agroextrativismo também contribuímos para a conservação do meio ambiente”, explica Aryanne Amaral, assistente de projetos da estratégia de implementação regional do CEPF Cerrado.

A produção de alimentos como açúcar mascavo,  rapadura e  farinha de mandioca valorizou o conhecimento tradicional das famílias, enquanto trouxe conhecimento técnico, agregando produtos diferenciados e de qualidade.

Segundo Dionete Barboza, a parceria com o CEPF e IEB foi um alicerce para os produtores, já que os permitiu desenvolver ações, trabalhar novas cadeias produtivas e realizar capacitações voltadas para gestão ambiental dentro das escolas.

“Todo o trabalho de orientação técnica que o CEPF nos auxiliou propiciou a sistematização das metodologias do nosso trabalho. A gente fazia muita coisa que não estava escrita; hoje, sintetizamos em oito cartilhas nas em áreas como  gestão,  agroecologia e mulheres”, completa Dionete.

 

Para mais informações sobre a Copabase, acesse o site da cooperativa.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu tem novo Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista

via FUNATURA, por Letícia Verdi, Jornalista

Após 10 anos de esforços conjuntos, o Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu passa para uma nova fase de consolidação e ampliação das ações de conservação e uso sustentável dos biomas Cerrado e Caatinga. Trata-se do novo Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista (DTBC) do Mosaico, fruto do empenho gestores de áreas protegidas dos estados da Bahia, Goiás e Minas Gerais, produtores rurais, extrativistas, comunidades tradicionais e povos indígenas, operadores de turismo e representantes do poder público.

O Plano foi aprovado na última reunião do Conselho do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, em dezembro de 2019, em Januária (MG), município que abriga o Parque Estadual Veredas do Peruaçu. A Funatura (Fundação Pró-Natureza) foi a entidade executora e coordenadora do Projeto de Revisão e Atualização do Plano, que contou com apoio financeiro do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund), além do apoio do Conselho do Mosaico, do WWF Brasil e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Vão dos Buracos. Foto: ©Acervo Funatura

O documento prevê uma ampliação da área de abrangência do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu para 4 milhões de hectares, abarcando 36 unidades de conservação e duas Terras Indígenas. Atualmente, o Mosaico conta com aproximadamente 1,8 milhão de hectares reconhecidos oficialmente. O investimento para os próximos 12 anos chega a cerca de 20 milhões de dólares – até 2032, coincidindo com a Agenda 2030 das Nações Unidas.

Além da gestão integrada das áreas protegidas, turismo de base comunitária e extrativismo vegetal – ações já em curso, o novo Plano incluiu o agronegócio sustentável, fortalecimento da agroecologia, ações de proteção dos recursos hídricos e recuperação de áreas degradadas.

O objetivo maior do Plano é o desenvolvimento da região em bases sustentáveis, compatibilizando a existência das unidades de conservação com as atividades produtivas e de valorização da cultura tradicional da região.

GESTÃO INTEGRADA

Desde 2010, com o Plano original, o Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu vem contribuindo para efetivar a gestão integrada do território com forte atuação do Conselho Consultivo, que conta com 50 integrantes, metade do poder público e metade da sociedade civil.

Hoje, são 11 unidades de conservação com planos de manejo aprovados. As ações em curso apoiam a organização de cadeias produtivas em setores do extrativismo, a pequena e média produção rural e o turismo de base comunitária – vocação da região, devido às belezas naturais e rica cultura sertaneja, imortalizada na obra Grande Sertão: Veredas, de Guimarães Rosa. O desenvolvimento dessas atividades representou um aumento na renda familiar dos moradores do Mosaico.

A revisão e atualização do Plano de DTBC é produto da participação direta das comunidades, lideranças e gestores que atuam no Mosaico. O documento é referência para o desenvolvimento de ações a serem financiadas por órgãos públicos, iniciativa privada, organizações do terceiro setor e organismos internacionais.

As ações previstas no novo Plano são bem detalhadas e inovam ao apontar as necessidades de investimentos por área de atuação. Seu cronograma de aportes e resultados esperados indicam, inclusive, as comunidades a serem beneficiadas e seu papel no processo de sustentabilidade regional.

O Plano também prevê a criação de um Fundo Socioambiental para o Mosaico a ser abastecido com diferentes fontes de financiamento oficiais, privadas, de organismos internacionais de fomento e organizações não governamentais, além de contrapartidas dos poderes públicos municipal, estadual e federal.
“Agora, resta avançar em acordos capazes de viabilizar a redução dos impactos ambientais, reverter processos já instalados e assegurar o engajamento das comunidades na busca da sustentabilidade para o Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu”, afirma o Superintendente-Executivo da Funatura, Cesar Victor do Espírito Santo.

O QUE É

De acordo com o Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), os mosaicos de áreas protegidas são instrumentos de gestão e ordenamento territorial que têm por finalidade a conservação da biodiversidade por meio da integração entre as unidades de conservação e demais áreas protegidas de um determinado território.

ACESSE o Resumo Executivo e o Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista na íntegra:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Ekos Brasil lança projeto de aceleração do turismo sustentável no vale do Peruaçu com apoio do CEPF Cerrado

via Instituto Ekos Brasil

Protetora de um impressionante patrimônio socioambiental, cultural, arqueológico e paleontológico, a região do Parque Nacional e Área de Proteção Ambiental (APA) Cavernas do Peruaçu localiza-se no Cerrado do norte de Minas Gerais, em uma área de transição para o denominado polígono das secas e, por isso, muito crítica na proteção da água doce.

Além do desafio da água, essa porção de Cerrado também preocupa pelo Índice de Desenvolvimento Humano das duas cidades mais próximas ao parque: Januária (MG) e Itacarambi (MG), com 0,658 e 0,641 respectivamente (IBGE, 2010), ou seja, vulnerabilidade econômica e de serviços de assistência social básica.

Cientes do papel fundamental de conservação da biodiversidade e geração de renda que o Parque e a APA podem trazer para o vale do Peruaçu, o Instituto Ekos Brasil, em parceria com o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) lançou, no início deste mês, o projeto “Acelerando o turismo sustentável no vale do Peruaçu”.

Com duração de um ano, o projeto tem o anseio de desenvolver, fortalecer e acelerar o turismo sustentável, fonte de renda para as comunidades por meio da conservação da natureza.

As fases do projeto

As inscrições acontecem de 2º de junho a 1º de julho de 2020. E podem se inscrever pessoas maiores de 18 anos, residentes ou que trabalhem na região do Vale do Peruaçu, ou ainda integrantes de associações ou organizações locais, interessadas em turismo sustentável. O link para a inscrição pode ser acessado aqui.

Até  50 pessoas serão selecionadas no edital de inscrição e terão a chance de participar do Laboratório de Inovação. Essa fase contempla oficinas ministradas por especialistas de diferentes áreas do conhecimento e ainda uma viagem de campo para conhecer outro destino turístico com forte atividade econômica e desenvolvimento local.

Na última fase, os protótipos de 5 iniciativas desenvolvidas durante o Laboratório de Inovação participação da Incubadora Ekos Brasil e receberão aportes, viabilizados com os recursos do projeto, para que os planejamentos saiam do papel e gerem desenvolvimento social e econômico para as comunidades da região por meio do turismo sustentável.

A previsão de encerramento do projeto é no final do primeiro trimestre de 2021. Mas certamente será apenas o ponto de partida para que boas iniciativas empreendedoras apoiem a criação de empregos e a conservação da biodiversidade na região.

Saiba mais sobre o CEPF Cerrado

O CEPF é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF, sigla em inglês), Governo do Japão e Banco Mundial, que financia projetos para proteção de ecossistemas únicos e ameaçados – conhecidos também como hotspots de biodiversidade. Em 2013, o Conselho de Doadores do CEPF selecionou o bioma Cerrado como um dos hotspots prioritários, e 8 milhões de dólares foram alocados para investimentos em projetos de conservação no período de 2016 a 2021.

O projeto “ACELERANDO O TURISMO SUSTENTÁVEL NO VALE DO PERUAÇU” é uma das diversas iniciativas do fundo na região.

Saiba mais sobre o projeto e entenda como contribuir!

 

 

 

WWF-Brasil lança a publicação “Cerrado, promovendo a sociobiodiversidade” com apoio do CEPF Cerrado e Instituto Humanize

via WWF-Brasil

O Cerrado vive um momento crítico pois, atualmente, é o bioma mais desmatado do Brasil. Em seis meses, de outubro/2018 a março/2019, perdeu 47.700 hectares, quase o dobro da área suprimida da Amazônia, por exemplo, segundo dados do MapBiomas.

Dos mais de 2 milhões de quilômetros quadrados de vegetação original do Cerrado, resta menos da metade. Assim, o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu, com seu percentual de 63% de vegetação natural conservada, representa uma área fundamental para se garantir a integridade e a conservação de áreas remanescentes de Cerrado: praticamente um oásis no Brasil.

Extrativismo de coquinho azedo (Butia capitata) – Comunidade do Onça, Januária, MG. ©Andre Dib/Acervo WWF-Brasil

Faça o download gratuito da publicação e conheça como o WWF-Brasil, com o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF – sigla da versão em inglês para Critical Ecossystem Partnership Fund) e o Instituto Humanize, está trabalhando pela conservação do bioma e de sua sociobiodiversidade.

O WWF-Brasil executou o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que teve o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto contou com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Acesse a publicação na íntegra:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

COPABASE lança série de cartilhas voltada aos agricultores familiares

A Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, fundada em 23 de fevereiro de 2008, na cidade de Arinos/MG é promotora na articulação de ações voltadas ao Desenvolvimento Regional Sustentável e que viu na estruturação de grupos de interesse em diversas cadeias produtivas agroextrativistas, a necessidade de organização e autonomia das famílias de agricultores familiares e extrativistas em um instrumento jurídico capaz de atuar não somente na organização da produção, mas garantir o processamento e a comercialização dos produtos que surgem daí mantendo o princípio da sustentabilidade.

Através do apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), a COPABASE vem executando o projeto Práticas sustentáveis de produção como promotoras de conservação da biodiversidade no Sertão Urucuiano, cujo objetivo é promover à diversificação da produção agroextrativista com manejo sustentável por meio da estruturação coletiva das famílias na região da bacia do Rio Urucuia, um dos principais afluentes do São Francisco. Ao longo de sua atuação, o projeto já disseminou tecnologias e práticas sustentáveis de produção agroextrativista, segurança alimentar e organização socioeconômica e desenvolveu ações de conservação da biodiversidade do cerrado Urucuiano, por meio do envolvimento das famílias rurais e rede de organizações parceiras. Um dos produtos deste trabalho de disseminação foram as cartilhas, que abordam temas como: agroecologia, cooperativismo, água, pragas e doenças, etc. Todo este material será distribuído aos agricultores familiares nas áreas de atuação do projeto.

Até então, através da assistência técnica e visitas realizadas pela equipe, o projeto coletou diversos dados, fez georreferenciamento das propriedades e atingiu uma área de abrangência que soma 2.500 ha. Em Dezembro de 2019, as comunidades envolvidas passaram de 20 para 52, envolvendo agricultores extrativistas de 10 cidades do entorno da cooperativa.

Acesse as cartilhas na íntegra:

 

Ficou interessado?  Conheça a COPABASE e seus produtos através do site!

Conheça mais projetos apoiados pelo CEPF Cerrado e IEB no nosso site.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Bicudos na natureza

O bicudo (Sporophila maximiliani) é uma das aves mais raras e ameaçadas do Brasil e atualmente são desconhecidas populações em vida livre no país. O último registro na natureza ocorreu no final de 2014, onde uma pequena população foi localizada no interior do estado de Mato Grosso, que desde então não foi mais avistada. No restante do país, o bicudo foi extinto em praticamente toda sua área de ocorrência.

A reintrodução de casais do bicudo começou em novembro de 2018 em Januária no norte de Minas, área que abrange o Corredor Sertão Veredas-Peruaçu. Desde então, 34 bicudos foram reintroduzidos com sucesso numa área de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e vem sendo monitorados pela equipe do projeto Reintrodução do bicudo em áreas-chave para a conservação do Cerrado. Para entender melhor as etapas que envolvem a reintrodução dos bicudos, o programa Terra da Gente acompanhou a soltura de um casal na área do projeto. Clique aqui no post e confira o programa na íntegra:

Além da reintrodução, o projeto também tem o importante papel de gerar conhecimento científico sobre a espécie, e portanto, apresentou alguns dos resultados no último Congresso Brasileiro de Ornitologia que foi realizado em julho deste ano em Vila Velha (ES). O projeto é apoiado pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado) e Instituto Internacional de Educação do Brasil e é executado pelo Instituto Ariramba de Conservação da Natureza com o apoio de diversos profissionais de diferentes instituições e universidades do Brasil.

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O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Cerrado: 31 Áreas Protegidas recebem plano de ação até 2030

por Renata Peña, via WWF-Brasil

São mais de 3,5 milhões de hectares de extrema beleza e diversidade de plantas, animais e ervas medicinais, além de comunidades quilombolas e terras indígenas. Toda essa riqueza natural e sócio-cultural está preservada num conjunto de 31 Áreas Protegidas localizadas no Cerrado, entre o norte e o noroeste de Minas Gerais. O Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu acaba de receber um plano de ação para fomentar o desenvolvimento sustentável nesse território até 2030.

Rio Peruaçu, Januária, MG. Foto: ©André Dib/Acervo WWF-Brasil

A partir do ano que vem, o conselho consultivo do Mosaico buscará implementar ações relacionadas a cinco temas principais: gestão integrada, ecoturismo, extrativismo vegetal, conservação dos recursos hídricos e agronegócio sustentável.

Isso significa por exemplo desenvolver a agroecologia junto aos agricultores familiares da região – implantação de viveiros e quintais florestais – capacitar os moradores das comunidades rurais para fortalecer as cooperativas de extrativismo vegetal existentes e fomentar a criação de novas; apoiar brigadistas no combate aos incêndios florestais e ainda ampliar o potencial do turismo de base comunitária, capacitando guias e condutores, além de criar novas trilhas. O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e a recuperação de nascentes degradadas são outras duas pautas do plano de ação para o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu.

“O plano é essencial para que as ações que estamos desenvolvendo há vários anos não sofram uma parada brusca com a mudança no cenário político nacional. É uma motivação para sermos mais inovadores e para que conquistemos cada vez mais projetos e iniciativas que aterrissem na realidade local dos povos e Unidades de Conservação do Mosaico”, diz o analista de conservação do WWF-Brasil, Vinícius Pereira.

Vereda Serra das Araras. Foto: ©Acervo FUNATURA

César Vitor do Espírito Santo, superintendente-executivo da Fundação Pró-Natureza (Funatura) explica que o plano também prevê a criação de um fundo para o Mosaico. Os recursos captados seriam utilizados na implementação das ações previstas: “Com esse plano, pretendemos que o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu possa ser um indutor do desenvolvimento sustentável no território. Um território diverso e complexo econômica, social e culturalmente”.

Para Joel Sirqueira, gestor da  Cooperativa dos Agricultores Familiares e Extrativistas do Vale do Peruaçu (Cooperuaçu), uma cooperativa agroextrativista que conta com apoio do WWF-Brasil desde sua criação, o plano é um recurso organizado para seguir conservando o Cerrado. “Ele direciona de forma planejada e pensada coletivamente, já que tudo foi construído em conjunto, as ações voltadas ao extrativismo dentro do território e principalmente para os novos empreendimentos e cooperativas como a Cooperuaçu, é muito mais motivador agir quando se tem um documento que auxilia orientando os caminhos a seguir”, afirma.

Janelão, Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. Foto: ©Acervo FUNATURA

O “Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista (DTBC)” foi realizado pela Fundação Pró-Natureza (Funatura) com apoio do Fundo CEPF (Critical Ecosystem Partnership Fund – sigla em inglês).

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

O WWF-Brasil e o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu

O WWF-Brasil atua na região do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu por meio do Projeto Sertões, desde 2010, e mais recentemente, com apoio do Fundo CEPF Cerrado (Critical Ecosystem Partnership Fund) nas ações focadas no incentivo à implementação e gestão integrada das unidades de conservação; fortalecimento da cadeia produtiva dos frutos do Cerrado; à comunicação, visando a valorização e o resgate do Cerrado e o planejamento territorial, que visa o planejamento sistemático da conservação no bioma Cerrado.

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Parque Nacional Grande Sertão Veredas faz 30 anos

por Renata Andrade Peña via WWF-Brasil

A paisagem é espetacular: chega quando menos se espera. A água é em abundância: são veredas a perder de vista, rodeando cada canto que se olhe. Dela, sobrevivem centenas de espécies ameaçadas de extinção como a onça-pintada, o tamanduá-bandeira e o lobo-guará. Toda essa rica biodiversidade está protegida desde 12 de abril de 1989, quando 84 mil hectares formaram o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, em Minas Gerais. Hoje, o Parque faz 30 anos e o Cerrado agradece.

“Foi muito importante essa Unidade de Conservação ter sido criada numa região de expansão da fronteira agrícola, com intensa ocupação do agronegócio. Essa área protegida é muito importante para a biodiversidade do Cerrado e também para os recursos hídricos. Ali nasce o rio Carinhanha. Quando ele desemboca no rio São Francisco, o velho Chico aumenta em 20% o seu volume”, explica Kolbe Soares, analista de Conservação do WWF-Brasil.

Elson Barbosa dos Santos, guia no Parque, destaca a importância dos recursos hídricos e espécies medicinais do Cerrado, que ficam protegidas. “Embaixo da região do parque está o aquífero Urucuia, muito importante para a manutenção dos rios da região como o Carinhana, Itaguari e tanto outros.  Graças ao Parque também estão protegidas diversas espécies medicinais do Sertão”.

Autor: Aryanne Amaral/Acervo IEB

Em 2004, o Parque Grande Sertão Veredas foi ampliado e passou a ter mais de 230 mil hectares, estendo-se por parte dos municípios de Chapada Gaúcha, Formoso e Arinos, em Minas Gerais e Côcos, na Bahia. Assim, é atualmente um dos maiores parques do Cerrado, garantindo, além da proteção de centenas de espécies da fauna e flora, o desenvolvimento de pesquisa científica, educação ambiental, o contato com a natureza, o desenvolvimento regional em bases sustentáveis e a preservação dos povos tradicionais, comunidades indígenas, seus saberes e cultura.

A existência dessa área protegida também é uma oportunidade de desenvolvimento sustentável.“Há um enorme potencial de aumento do ecoturismo na região pelas suas belezas, pela possibilidade de se ver o Cerrado preservado e também por conta da cultura dos povos da região e literatura”, diz Kolbe Soares. “Na região, é realizado anualmente, no mês de julho, o Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas. É muito importante conservar essa riqueza cultural e social”, completa Soares.

“É um grande prazer falar dessa UC porque é falar da riqueza da biodiversidade e também de história das comunidades que ainda guardam as tradições culturais do povo do Sertão”, diz César Víctor, da Fundação Pró-Natureza (Funatura).

O Parque recebeu esse nome em homenagem a uma das mais importantes obras literárias brasileiras, o romance “Grande Sertão: Veredas”, escrito em 1956 por João Guimarães Rosa. No livro, o escritor mineiro retrata com extrema sensibilidade a realidade regional. Guimarães Rosa tem mesmo razão: “Sertão é isto: o senhor empurra para trás, mas de repente ele volta a rodear o senhor dos lados. Sertão é quando menos se espera”.

WWF-Brasil e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas

O Parque Nacional Grande Sertão Veredas está localizado no norte/noroeste de Minas Gerais e sudoeste Bahia, abrangendo uma área de 231.668 hectares. Desde 2010, o WWF-Brasil desenvolve na região o Projeto Sertões com foco na melhoria da gestão de áreas protegidas, valorização de cadeias produtivas agroextrativistas com boas práticas agrícolas. Mais recentemente apoiaram o Parque e o Mosaico em parceria com o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF em inglês).

Os trabalhos são realizados em parcerias com as cooperativas agroextrativistas e associações comunitárias do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, além de outras organizações não governamentais socioambientais e órgãos de governo, como as 12 prefeituras da região, além do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais.

No último ano, a construção de uma unidade de beneficiamento de frutos do cerrado e frutos de quintais no Núcleo Peruaçu e a criação da Cooperativa dos Agricultores Familiares e Agroextrativistas do Vale do Peruaçu foram umas das ações mais importantes. Além disso, foi dado apoio para implementação do Cadastro Ambiental Rural na região que resultou no cadastramento de aproximadamente 10 mil propriedades. Outro destaque foi a realização de um estudo de análise da efetividade de 69 Unidades de Conservação estaduais de Minas Gerais.

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

Serviço
O município de Chapada Gaúcha, em Minas Gerais, o ICMBio, a Funatura, o Instituto Rosa e Sertão e parceiros organizam uma programação de três dias – de 11 a 13 de abril – para comemorar o aniversário. Haverá diversas atividades com a comunidade local e visitantes como plantio de mudas, trilhas, exibição de vídeos e debates.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

WWF-Brasil promoverá curso de criação de unidades de conservação e gestão de conflitos do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu

O WWF-Brasil no âmbito do projeto Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu irá promover o curso “Criação de unidades de conservação e gestão de conflitos nas áreas protegidas do Mosaico Sertão-Veredas Peruaçu”, entre os dias 21 e 24 de maio (2019) no SESC de Januária, Minas Gerais. A carga horária será de 24 horas.

O projeto que é executado pelo WWF-Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico.

Na programação estão previstos aspectos conceituais sobre as unidades de conservação, palestras sobre os conflitos pelo uso do território no Mosaico e uma visita técnica ao Parque Municipal Urbano Ecológico e Cultural Salustriano, em São João das Missões (MG).

Para mais informações, entre em contato com o WWF-Brasil!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

Os frutos do Cerrado disponíveis em São Paulo

Por Renata Andrada Peña via WWF-Brasil

A partir de agora, farinha de mandioca, gergelim, pimenta de macaco, farinha de coco indaiá e duas variedades de arroz de pilão passam a fazer parte do conjunto de produtos oferecidos regularmente no box dos biomas, inaugurado em 2016 no Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo. Eles se unem à castanha de baru, ao açafrão, à farinha de jatobá, o mel, à geleia de jabuticaba e ao pequi, além de outras delícias do Cerrado também disponíveis para venda na capital paulista.

As novidades acabam de ser lançadas pelas famílias Kalunga (maior território Quilombola do Brasil, localizado em Goiás, na região da Chapada dos Veadeiros), o Instituto Atá e a Central do Cerrado, com o apoio do WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Todos os novos produtos são fruto do cultivo e do agroextrativismo no Cerrado e fazem parte da cultura gastronômica dos povos tradicionais quilombolas.

Os produtos são comercializados pela Central do Cerrado, uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida em Brasília e composta por 35 organizações comunitárias de sete estados brasileiros (MA, TO, PA, MG, MS, MT e GO) que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do bioma. O Cerrado possui potencial de aproveitamento de mais de 200 tipos diferentes de plantas nativas, segundo pesquisa da Universidade de Brasília (UnB).

Buriti

Segundo Luis Carraza, coordenador da Central do Cerrado, essa parceria com o WWF-Brasil foi muito importante e serviu para fortalecer e ampliar a produção e comercialização dos produtos nativos do Cerrado. “Por meio desse apoio, foi feito um trabalho específico junto às nossas organizações filiadas para a priorização de algumas cadeias produtivas dos frutos do Cerrado como o pequi, o baru e o jatobá, com intuito de garantir estoques de produção que possam abastecer o mercado consumidor que vem aumentando consideravelmente a cada ano”, afirma Carraza.

Além de promover a divulgação e inserção dos produtos de uso sustentável nos mercados locais, regionais e internacionais – exportação de pequi para o Japão, castanha de baru para os Estados Unidos e artesanato de capim-dourado para a França – a Central do Cerrado é também um centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão.

O WWF-Brasil apoia a Central do Cerrado desde 2018 com ações focadas no extrativismo vegetal sustentável dos frutos do bioma e na estruturação e no fortalecimento das cadeias produtivas dos frutos nativos. Esse projeto conta com o suporte do WWF-França, do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e do Instituto Humanize.

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

Serviço
Quem quiser se surpreender com as delícias do Cerrado, deve visitar o box biomas:
Rua Pedro Cristi, 89
Mercado Municipal de Pinheiros
Box dos biomas (BOX 28)
Segunda à sábado, das 8h às 18h

 

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Projeto em foco: Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas

A Vereda é um tipo de formação vegetal do Cerrado que é circundada por campos típicos, geralmente úmidos, com a presença da palmeira buriti (Mauritia flexuosa). Este tipo de ecossistema garante a umidade mesmo em períodos de seca, tornando-se um refúgio da fauna e da flora.

O projeto Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas, que é executado pela Cooperativa dos Agricultores Familiares e Agroextrativistas Grande Sertão Ltda., e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) trabalha na conservação das Veredas, através da geração de trabalho e renda junto aos povos e comunidades tradicionais do norte de Minas Gerais, em especial jovens e mulheres, que com frequência tomam frente nos trabalhos que envolvem o agroextrativismo e o beneficiamento dos produtos.

Conheça a história da veredeira e agricultora Zenita, que possui uma propriedade em Brasília de Minas, norte mineiro. Desde os 10 anos de idade Zenita tem contato com as Veredas, o buriti e o Cerrado, e hoje, com o conhecimento que herdou de seus pais, faz a coleta dos frutos do buriti para a geração de renda. A Cooperativa Grande Sertão faz o aproveitamento do buriti e de outros frutos do Cerrado, que são coletados por agricultores como Zenita. A cooperativa faz o processo de logística e desenvolve subprodutos como o óleo e farinha, além de outros.

Acesse o vídeo para conhecer a história de Zenita e o trabalho da Cooperativa Grande Sertão no Cerrado do norte de Minas Gerais!

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Considerado extinto no estado de Minas Gerais, bicudos são reintroduzidos em área protegida no norte do estado

via Instituto Ariramba

bicudo (Sporophila maximiliani) é uma das aves mais raras e ameaçadas do Brasil e atualmente são desconhecidas populações em vida livre no país. O último registro na natureza ocorreu no final de 2014, onde uma pequena população foi localizada no interior do estado de Mato Grosso, que desde então não foi mais avistada. No restante do país, o bicudo foi extinto em praticamente toda sua área de ocorrência. Visando reverter esse quadro, em novembro de 2018 alguns casais de bicudo foram reintroduzidos no norte de Minas Gerais, em uma área protegida inserida no corredor prioritário Sertão Veredas-Peruaçu. Antes da reintrodução, os bicudos passaram por procedimentos de triagem e adaptação, incluindo a seleção de exemplares puros, bateria de exames sanitários, adaptação para voos de longa distância e ambientação às condições climáticas locais.

Os bicudos reintroduzidos estão se adaptando muito bem ao ambiente natural e estamos otimistas com as possibilidades futuras”, explica o Prof. Dr. Flávio Kulaif Ubaid, coordenador do projeto.

Os bicudos estão sendo monitorados por biólogos do projeto e as próximas etapas incluem a reintrodução de mais casais. “Queremos que o bicudo volte a habitar as veredas do norte de Minas Gerais e, porque não, de todo Cerrado. Em médio prazo, nossa meta é que a população de bicudos em vida livre seja incrementada substancialmente até que a espécie passe para categorias menos críticas de ameaça”, relata o Dr. Ubaid.

O projeto apoiado pelo CEPF e Instituto Internacional de Educação do Brasil –Reintrodução do bicudo em áreas-chave para a conservação do Cerrado – é gerido pelo Instituto Ariramba de Conservação da Natureza e conta ainda com o apoio de diversos profissionais de diferentes instituições e universidades do Brasil. O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

Peruaçu: O Grito Silencioso da Vereda

O projeto Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que é executado pela Fundação Pró-Natureza e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa promover o fortalecimento da gestão do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu. O Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MSVP) é um conjunto de áreas protegidas localizadas na margem esquerda do Rio São Francisco, entre as regiões norte e noroeste de Minas Gerais e parte do sudoeste da Bahia. Com uma área aproximada de 1.8 milhões de hectares e perímetro de 1.210 km, o Mosaico envolve unidades de conservação ambiental, comunidades tradicionais e a Terra Indígena Xakriabá. Em Minas Gerais, o Mosaico engloba áreas dos municípios de Formoso, Arinos, Chapada Gaúcha, Urucuia, Cônego Marinho, Januária, Itacarambi, Bonito de Minas, São João das Missões, Miravânia e Manga. Atravessado pelo Rio Carinhanha, o território se estende até parte do município de Cocos, na Bahia. O território faz parte da região dos Gerais, imortalizada por João Guimarães Rosa em obras como “Grande Sertão: Veredas”, “Sagarana” e “Manuelzão e Miguilim”. A diversidade ambiental da região, que abriga espécies endêmicas da fauna e flora do Cerrado, convive com a riqueza cultural dos povos tradicionais sertanejos, ribeirinhos, geraizeiros e vazanteiros*.

Peruaçu: O Grito Silencioso da Vereda é um filme que retrata a vida destes sertanejos da região da bacia do Rio Peruaçu, norte mineiro. Os personagens são típicos ‘veredeiros’ que lutam para sobreviver frente à escassez hídrica atual. Trata-se de um pequeno recorte da realidade da população local. O casal central do filme, dona Nelinda e Zé Torino, é referência em termos de preservação ambiental na região. O filme conta com a direção e roteiro de Alexandre Jorge Pádua e Paulo Henrique Sousa. Confira o teaser do filme!

*Texto retirado do site Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu. Disponível em: http://mosaicosvp.com.br/o-mosaico/


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projetos em foco: Práticas Sustentáveis de Produção

©COPABASE
©COPABASE

 

O projeto “Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano”  promove e fortalece as cadeias produtivas associadas ao uso sustentável dos recursos naturais e a restauração ecológica, através da diversificação da produção agroextrativista com manejo sustentável por meio da estruturação coletiva das famílias dentro da Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, que está localizada na região da bacia do Rio Urucuia, um dos principais afluentes do São Francisco.

No mês de setembro a equipe da COPABASE iniciou a construção do seu viveiro, onde serão produzidas aproximadamente 5.000 mil mudas entre espécie exóticas, como acerola, goiaba, tamarindo, maracujá, e as nativas com valor econômico, como baru, ipê, cagaita e jatobá. As mudas produzidas serão doadas aos cooperados, para que executem as atividades de restauração de áreas degradas e a implantação de sistemas agroextrativistas familiares.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

FENABARU 2018: Segunda Festa Nacional do Baru | Programação Completa|

Vêm aí a Segunda Festa Nacional do Baru (FENABARU 2018) que ocorrerá no município de Arinos, Minas Gerais de 16 a 19 de agosto de 2018. Nosso parceiro, a Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, é um dos parceiros desta iniciativa, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano, que visa diversificar a produção agroextrativista sustentável nos municípios de Arinos, Riachinho, Bonfinópolis de Minas, Urucuia, Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Natalândia e Pintópolis.

 

Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

 

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu é ampliado e passa a ser um dos maiores do Cerrado

 

 

Rio Peruaçu, Januária, MG. Foto: ©André Dib

 

 

O Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MSVP) é um conjunto de áreas protegidas localizadas na margem esquerda do Rio São Francisco, entre as regiões norte e noroeste de Minas Gerais e parte do sudoeste da Bahia. Com uma área aproximada de 1.8 milhões de hectares e perímetro de 1.210 km, o Mosaico envolve unidades de conservação ambiental, comunidades tradicionais e a Terra Indígena Xakriabá. Em Minas Gerais, o Mosaico engloba áreas dos municípios de Formoso, Arinos, Chapada Gaúcha, Urucuia, Cônego Marinho, Januária, Itacarambi, Bonito de Minas, São João das Missões, Miravânia e Manga. Atravessado pelo Rio Carinhanha, o território se estende até parte do município de Cocos, na Bahia. O território faz parte da região dos Gerais, imortalizada por João Guimarães Rosa em obras como “Grande Sertão: Veredas”, “Sagarana” e “Manuelzão e Miguilim”. A diversidade ambiental da região, que abriga espécies endêmicas da fauna e flora do Cerrado, convive com a riqueza cultural dos povos tradicionais sertanejos, ribeirinhos, geraizeiros e vazanteiros*.

O Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu foi ampliado de 1.8 milhões de hectares para mais de 3 milhões de hectares. A inclusão de dez unidades de conservação no Mosaico, que agora passam a integrar às 15 UCs já existentes, somando um total de 25 áreas protegidas, ocorreu na última quinta-feira (05), três meses após a proposta ser apresentada para a Câmara Técnica de Gestão Integrada das unidades do MSVP, em que o WWF-Brasil faz parte da coordenação. O conselho consultivo do MSVP aprovou, por unanimidade, o pedido de ampliação do mosaico. Esse é um grande passo para o planejamento e execução de ações conjuntas na prevenção ao desmatamento e maior desempenho das ações de conservação de um dos maiores remanescentes de Cerrado. Veja a matéria completa no site do WWF-Brasil!

No intuito de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do MSVP, o WWF-Brasil e parceiros executam o projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu” com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

*Texto retirado do site Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

WWF realiza ações de educomunicação em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

O projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão-Veredas-Peruaçu” foi aprovado na Primeira Chamada de 2016 do CEPF Cerrado e está em execução pelo WWF-Brasil e tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do MSVP.

O WWF-Brasil tem apostado em oficinas de educomunicação para preencher uma lacuna na formação dos jovens que vivem nas regiões onde projetos voltados para questão socioambiental são implementados. Em abril foi realizada a oficina de educomunicação no Mosaico Sertão Veredas Peruaçu (MSVP), que contou com a presença de 47 crianças, adolescentes, jovens e adultos – entre 12 e 40 anos – representando cerca de dez comunidades e municípios do norte de Minas Gerais, sudoeste da Bahia e um pedaço do Goiás. Leia a matéria na íntegra no site do WWF-Brasil.

 

Rio Peruaçu, Januária, Minas Gerais, Brasil
Foto: André Dib

 

 

 

Projeto Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu realiza reuniões dos Grupos de Trabalho em Januária (MG)

Dando continuidade às atividades do Projeto Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, foram realizadas em Januária (MG) as reuniões dos Grupos de Trabalho que estão debatendo os temas que são centrais para a revisão do Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista – DTBC  e a elaboração do Zoneamento Socioambiental do Mosaico.

Entre os dias 03 a 06/04 reuniram-se os membros dos Grupos de Trabalho Águas do Mosaico, Iniciativa Privada, Agroecologia e Extrativismo, Gestão Integrada de Unidades de Conservação e Turismo. A reunião foi realizada nas dependências da Universidade Federal de Montes Claros – UNIMONTES, no campus de Januária (MG).

Na oportunidade, os participantes dos grupos representantes dos diversos setores atuantes na área de abrangência do Mosaico, puderam evoluir em suas proposições para a elaboração do Plano de DTBC e a contribuição para o Zoneamento Socioambiental. A metodologia de trabalho com os mapas da região tem sido a ferramenta principal para o debate com as comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu.

 

Texto por Fernando Lima

 

Grupos de Trabalho Águas do Mosaico, Iniciativa Privada, Agroecologia e Extrativismo, Gestão Integrada de Unidades de Conservação e Turismo.. Foto: Paulo Henrique/Funatura
Apresentação de Cesar Victor do Espírito Santo, Superintendente da Funatura. Foto: Paulo Henrique/Funatura