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Guia “Ervas e arbustos para restauração do Cerrado: semeadura direta” disponível no site do CEPF Cerrado

Já está disponível aqui no site do CEPF Cerrado o guia “Ervas e arbustos para restauração do Cerrado: semeadura direta” de autoria de Alexandre Bonesso Sampaio, José Felipe Ribeiro, Gustavo Barros Rocha, Fabiana Souza e Lais Nehme e publicado pela Rede de Sementes do Cerrado.

Com apoio do CEPF Cerrado e Instituto Internacional de Educação do Brasil, a Rede de Sementes do Cerrado executa os projetos  “Capacitação em restauração ecológica do Cerrado”, que tem o objetivo de capacitar atores em ações de restauração, além de demais envolvidos no processo de restauração, sobre o diagnóstico de áreas degradadas, planejamento da restauração, técnicas de restauração e monitoramento dos resultados da restauração. E o projeto “Mercado de sementes e restauração: provendo serviços ambientais e biodiversidade”, que visa atuar nos principais elos da cadeia de produção de sementes nativas: os coletores de sementes, os diversos tipos de compradores de sementes e a interligação entre estes atores.

*A Rede de Sementes do Cerrado (RSC) foi constituída em 2004 e tem como objetivo principal a defesa, a preservação, a conservação, o manejo, a restauração, a promoção de estudos e pesquisas, e a divulgação de informações técnicas e científicas relativas ao Bioma Cerrado, especialmente no Brasil Central. A RSC busca o fomento da cadeia produtiva de sementes nativa de Cerrado, equilibrando a oferta e a demanda de sementes, alinhado a geração de renda para comunidades locais e tradicionais. Por meio de capacitações e divulgações de informações técnicas a RSC busca ampliar os conhecimentos e garantir a proteção, valoração e preservação deste bioma. Para isso, a RSC mantém parcerias com entidades não lucrativas e governamentais. Estas parcerias fizeram possíveis a criação, edição e lançamento deste guia. A RSC agradece a todos os parceiros: Critical Ecosystem Partnership Fund (CEPF), uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Européia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, e o Banco Mundial; Instituto Caixa Seguradora, Cooperação Alemã – GIZ, Embrapa, Projeto Biomas, Serviço Florestal Brasileiro, Instituto Chico Mendes, Centro Nacional de Avaliação da Biodiversidade e de Pesquisa e Conservação do Cerrado, Universidade de Brasília, Instituto Internacional de Educação do Brasil, Associação de Coletores de Sementes da Chapada dos Veadeiros – Cerrado de Pé e Coletivo Restaura Cerrado.

Acesse o guia na versão pdf no nosso acervo.


*Texto retirado do prefácio do guia.

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Árvore criticamente ameaçada do Cerrado mineiro engaja pesquisadores e sociedade em prol da conservação

O faveiro-de wilson, cujo nome científico é Dimorphandra wilsonii Rizzini, da família das leguminosas (Fabaceae), é uma espécie ameaçada de extinção, categoria “Criticamente em Perigo de Extinção”. Ela é endêmica da região central de Minas Gerais, na transição do Cerrado para a Mata Atlântica, ou seja, não existe em nenhum outro lugar do mundo. Por ser tão raro, o faveiro-de-wilson é protegido pelo Decreto Lei no 43904/2004 de Minas Gerais. O faveiro-de-wilson chegou próximo da extinção devido à destruição das matas da região, principalmente nos últimos 60 anos. Até agora foram encontradas pouco mais de 300 árvores na natureza, e a maioria delas está isolada no meio de pastagens, onde tem grande dificuldade de se reproduzir. As árvores do faveiro-de-wilson podem ser encontradas também em capoeiras e matas, tanto nas baixadas quanto nas encostas e topos de morro*.

©Fernando Fernandes / Acervo SAFZB-BH

O projeto “Manejo e Proteção do faveiro-de-wilson” é executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte e recebe apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). O projeto teve início em novembro de 2017 e já conta com várias ações em andamento, dentre encontros, capacitações e visitas às áreas de ocorrência da espécie, atuando em uma extensão de 5.215 km², onde estão os 18 municípios de ocorrência do faveiro. “A execução do projeto na região tem propiciado, além do aumento de conhecimento, um aumento do grau de conscientização ambiental e maior engajamento na defesa do meio ambiente nas pessoas locais”, relata Fernando Fernandes, pesquisador e líder do projeto. Em dezembro de 2018, Fernando foi selecionado como finalista ao Prêmio Natureza Gerais, instituído pelo governo estadual por meio do pelo Conselho de Política Ambiental de Minas Gerais (COPAM) e recebeu uma homenagem ao seu trabalho em prol da conservação do meio ambiente.

©Acervo SAFZB-BH

Em dezembro do último ano foram semeadas 3.000 sementes da espécie no Jardim Botânico de Belo Horizonte (MG) e no viveiro Árvores Gerais, no município de Florestal (MG), visando a produção de mudas para a reintrodução do faveiro em suas áreas de ocorrência.

Veja o vídeo abaixo para saber mais sobre o trabalho da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte com a espécie faveiro-de-wilson!


*Texto retirado do site da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte.

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Guia “Sementes, plântulas e restauração no sudeste goiano” disponível no site do CEPF Cerrado

Já está disponível aqui no site do CEPF Cerrado o guia  “Sementes, plântulas e restauração no sudeste goiano” de autoria de Hélder Consolaro, Monique Alves, Maxmiller Ferreira e Daniel Vieira.

Este guia é fruto da cooperação técnica e financeira da Universidade Federal de Goiás, Regional Catalão, Embrapa Recursos Genéticos e Biotecnologia, Serra do Facão Energia S.A. (Sefac) e Agência Nacional de Energia Elétrica (ANEEL), viabilizada pelo Programa de Pesquisa e Desenvolvimento Tecnológico do Setor de Energia Elétrica (ANEEL-P&D), a partir do projeto intitulado “Desenvolvimento de metodologia e técnica para implantação de Áreas de Preservação Permanente através da restauração por semeadura direta: Pesquisa para diminuir custos e melhorar o potencial ecológico de plantios de APPs”.

O guia é composto por informações sobre sementes e plântulas de 40 espécies de Cerrado que podem ser utilizadas para a recomposição da vegetação nativa via semeadura direta ou pela produção e plantio de mudas. Para cada espécie, os autores forneceram características morfológicas para auxiliar sua identificação no campo e informações ecológicas e práticas para o uso das espécies na restauração ecológica.

Acesse o guia na versão pdf no nosso acervo.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Instituto Jurumi abre oportunidade em projeto apoiado pelo IEB e CEPF Cerrado

O projeto ‘Ecologia e recuperação de Uebelmannia buiningii Donald (Cactaceae), que é executado pelo Instituto Jurumi e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa propor um plano de recuperação para Uebelmannia buiningii, cacto endêmico da região de Serra Negra na Cadeia do Espinhaço (Minas Gerais). Este plano será baseado em estudos ecológicos robustos, que permitam o conhecimento do impacto do distúrbio antrópico e natural sobre a espécie e a identificação dos estágios da história de vida mais críticos, para se entender a viabilidade da população a longo prazo.

Através de Termo de Referência, o Instituto Jurumi abre oportunidade de contratação de prestação de serviço de profissional/empresa para gerar subsídios ecológicos para a recuperação das populações de Uebelmannia buiningii.

As atividades serão desenvolvidas de Março de 2019 a Outubro de 2020 e os interessados devem enviar currículo via e-mail para contato@institutojurumi.org.br até às 23 horas do dia 05/03/2019.

Para mais informações, entre em contato com o Instituto Jurumi.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto promove capacitação em produção de mudas de espécies nativas do Cerrado na Aldeia Brejão, Mato Grosso do Sul

O projeto Viveiro de mudas para a Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão, que é executado Associação Hanaiti Yomomo (AHY), visa a inclusão de indígenas no processo de desenvolvimento da comunidade, garantindo uma alternativa sustentável na segurança alimentar, o uso de novas tecnologias sociais, uso sustentável do solo e de espécies vegetais do Cerrado, assim como a agregação de valor e geração de renda por meios de produtos agrícolas e extrativistas.

Um dos componentes principais deste projeto é capacitar membros da comunidade em transição agroecológica e sistemas agroflorestais, assim como na produção de frutos de espécies vegetais do Cerrado. Sendo assim, nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro de 2018 a AHY convida interessados a participarem da Oficina de Capacitação de Produção de Mudas de Espécies Nativas do Cerrado, que será ministrado pela Dra. Zefa Valdivina Pereira (UNICAMP).

 

Quer conhecer os outros projetos apoiados pelo Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)? Acesse o nosso site ou inscreva-se no nosso boletim eletrônico.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projetos em foco: Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas

Foto: ©Acervo Grande Sertão
Foto: ©Acervo Grande Sertão

 

No mês de agosto a Cooperativa Grande Sertão, que executa o projeto Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), realizou uma visita a Belém (PA) no intuito de consolidar e construir novos canais de comercialização para os produtos da sociobiodiversidade do Cerrado mineiro. O produto em destaque é o óleo de buriti, que é elaborado na planta industrial da Cooperativa Grande Sertão, em Montes Claros (MG). Para isso, a Cooperativa conta com mais de 400 famílias de agricultores(as) familiares e extrativistas cadastradas, que fornecem a polpa do buriti “raspa”, que é utilizada para produzir o famoso óleo, rico em nutrientes. O foco dessa atividade foi visitar empresas do ramo cosmético e alimentício, como a NATURA e BERACA.

Neste mês de setembro, a Grande Sertão recebeu a  visita de um grupo de técnicos do Rio Grande Sul, representado o CETAP – Centro de Tecnologias Alternativas Populares. O foco do intercâmbio foi conhecer a experiências desenvolvidas com a utilização dos produtos da sociobiodiversidade. O trabalho desenvolvido com as comunidades, agricultoras,  agricultores familiares e extrativistas no arranjo produtivo do buriti foi apresentado como uma experiência inovadora na região, o que possibilitou a construção de um diálogo para o futuro estabelecimento de uma parceria entre as instituições. Ainda neste mês, a Cooperativa Grande Sertão estará em campo com as comunidades do Peruaçu e na Terra Indígena Xacriabá, para avaliar a safra de buriti.

 

*Texto fornecido pela Cooperativa Grande Sertão


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

Sementes para restauração

A Rede de Sementes do Cerrado, através do projeto “Mercado de sementes e restauração: provendo serviços ambientais e biodiversidade”, coloca à venda 71 espécies de plantas nativas do Cerrado para restauração ecológica. Além de 42 espécies de árvores, a lista conta com 15 herbáceas e 14 arbustivas. Este projeto recebe apoio do do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Acesse a página da Rede de Sementes do Cerrado para mais informações.

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Árvore endêmica do Cerrado mineiro engaja sociedade em prol da conservação

Novo exemplar de faveiro-de-wilson encontrado em visita de campo do projeto em Minas Gerais.

O faveiro-de wilson, cujo nome científico é Dimorphandra wilsonii Rizzini, da família das leguminosas (Fabaceae), é uma espécie ameaçada de extinção, categoria “Criticamente em Perigo de Extinção”. Ela é endêmica da região central de Minas Gerais, na transição do Cerrado para a Mata Atlântica, ou seja, não existe em nenhum outro lugar do mundo. Por ser tão raro, o faveiro-de-wilson é protegido pelo Decreto Lei no 43904/2004 de Minas Gerais. O faveiro-de-wilson chegou próximo da extinção devido à destruição das matas da região, principalmente nos últimos 60 anos. Até agora foram encontradas pouco mais de 300 árvores na natureza, e a maioria delas está isolada no meio de pastagens, onde tem grande dificuldade de se reproduzir. As árvores do faveiro-de-wilson podem ser encontradas também em capoeiras e matas, tanto nas baixadas quanto nas encostas e topos de morro*. (*Texto retirado do site da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte)

O projeto “Manejo e Proteção do faveiro-de-wilson” é executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte e recebe apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). O projeto teve início em novembro de 2017 e já conta com várias ações em andamento, dentre encontros, capacitações e visitas às áreas de ocorrência da espécie, atuando em uma extensão de 5.215 km², onde estão os 18 municípios de ocorrência do faveiro. “A execução do projeto na região tem propiciado, além do aumento de conhecimento,  um aumento do grau de conscientização ambiental e maior engajamento na defesa do meio ambiente nas pessoas locais”, relata Fernando Fernades, pesquisador e líder do projeto. Nas últimas visitas para coleta de dados foram descobertos cinco novos exemplares da espécie.

Veja o vídeo abaixo para saber mais sobre o trabalho da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte com a espécie faveiro-de-wilson!

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

FestFlor 2018

 

Brasília recebeu a sexta edição da FestFlor Brasil (feira nacional da cadeia produtiva de flores e plantas ornamentais), realizada entre os dias 28 de junho e 1º de julho no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Entre os mais de 150 estandes que participaram do evento, havia um com 100% de plantas e sementes nativas do Cerrado. Era o estande do projeto Jardins de Cerrado, idealizado pela arquiteta e paisagista Mariana Siqueira e realizado em parceria com diversas instituições, entre elas a Rede de Semente do Cerrado.

Ali, os visitantes encontraram mudas de ervas e arbustos nativos produzidos de forma pioneira no viveiro experimental do projeto, pelas mãos de Claudomiro de Almeida Cortes. Foram vendidas mudas de macela-do-campo, catuaba, caliandra, mimosa e diversos capins nativos, entre outros.

O estande divulgou também a comercialização de sementes nativas, tanto com a finalidade de restauração ecológica (realização da RSC e parceiros) quanto para paisagismo (através de parceria com a empresa VerdeNovo Sementes Nativas).

Um dos atrativos do espaço Jardins de Cerrado foram as publicações da Rede de Sementes do Cerrado. Dezenas de livros sobre gramíneas, árvores,  flores e frutos nativos foram adquiridos pelos visitantes.

O evento contou ainda com duas palestras sobre a introdução de plantas nativas do Cerrado no paisagismo, ambas ministradas por Mariana Siqueira: “Produção de sementes e mudas de ervas e arbustos do Cerrado” (dia 29/06) e “Jardins de Cerrado: potencial paisagístico da savana brasileira” (dia 30/06).

Nas palestras e no estande, foi divulgado o projeto Mercado de Sementes e Restauração: provendo serviços ambientais e biodiversidade, realizado pela Rede de Sementes do Cerrado em parceria com ICMBio, UnB e Associação Cerrado de Pé, entre outros. O projeto é financiado pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial), com o Instituto Internacional de Educação do Brasil.

Com isso, a flora do Cerrado aproxima-se, a cada dia mais, dos jardins urbanos e da vida das pessoas – e as sementes nativas têm uma importância crucial nesse processo!

*Texto fornecido pela Rede de Sementes do Cerrado

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto promove ações de conservação do faveiro-de-wilson

O faveiro-de-wilson vem sendo estudado, monitorado e protegido desde 2003 pelo Programa de Conservação do faveiro-de-wilson. Atualmente, a população nativa está reduzida a menos de 300 indivíduos adultos na natureza, devido basicamente à destruição do seu habitat. O projeto Manejo e proteção do faveiro-de-wilson (Dimorphanda wilsonii), executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte, visa aumentar a proteção desta espécie e a do seu habitat por meio da implementação de ações do seu Plano de Ação Nacional (PAN), trabalhando a conservação e sensibilização através do engajamento de comunidades.
O II Encontro do faveiro-de-wilson foi realizado no último mês de Maio, na Câmara Municipal de Maravilhas-MG. Na ocasião, foram reunidos 20 proprietários rurais que possuem a espécie em suas propriedades e outros colaboradores que auxiliam na sua busca e conservação. Fernando Fernandes, líder do projeto, realizou uma apresentação sobre o faveiro e o trabalho de pesquisa e conservação que a Sociedade vem fazendo na região de atuação.
Veja mais no vídeo abaixo: