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Equipe do CEPF Cerrado fará divulgação do seu 2o edital nos estados de Tocantins, Mato Grosso e Maranhão

©Michael Becker/IEB

Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão, Fundação John D. e Catherine T. MacArthur e Banco Mundial para apoiar a proteção e conservação de ecossistemas únicos e ameaçados (hotspots), como o Cerrado, por exemplo.

Neste mês, o CEPF Cerrado está percorrendo alguns estados do Brasil para divulgar o seu segundo edital para apoio a projetos no hotspot Cerrado. Apresentações já foram realizadas nas cidades de Campo Grande (MS),  Barreiras (BA) e São Luís (MA). Nestas próximas semanas estão previstas visitas nas cidades de Cuiabá (MT), Palmas (TO), Caxias (MA) e Imperatriz (MA). As apresentações vão informar, de maneira detalhada, como as instituições podem se inscrever para garantir recursos para o desenvolvimento de projetos focados no Cerrado.

Esta chamada está aberta aos grupos e associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas, universidades, institutos de pesquisa e outras organizações da sociedade civil. As cartas de intenção devem ser formuladas para Pequenos Projetos (até US$ 50.000) e Grandes Projetos (acima de US$ 50.000 e no máximo US$ 200.000). Os interessados podem se inscrever até 08 de novembro de 2017.

Acesse o edital completo da Segunda Chamada no site do CEPF Cerrado.  Dúvidas específicas podem ser tiradas por email (cepfcerrado@iieb.org.br) ou no nosso site.

Eventos de lançamento do segundo edital do CEPF Cerrado nos estados de Mato Grosso, Maranhão e Tocantins:

*A presença deve ser confirmada no email: cepfcerrado@iieb.org.br

Cidade/Estado Local Data Horário
Cuiabá/MT Sala de Reunião do INPP 18/10/17 14 hs
Caxias/MA Centro de Estudos Superiores de Caxias, UEMA, sala de reunião 17/10/17 16 hs
Imperatriz/MA UFMA, Campus Centro, sala 3 19/10/17 09 hs
Palmas/TO Auditório do Centro de Direitos Humanos de Palmas – CDH 19/10/17 14 hs

CEPF Cerrado lança novo edital para projetos em todo o hotspot

Mauritia flexuosa L.f. – Buriti

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF lança a Segunda Chamada para Cartas de Intenção (CDI) direcionada a inovadores e relevantes projetos de conservação para o Hotspot do Cerrado. Os interessados podem se inscrever até 08 de novembro de 2017.

Esta chamada está aberta a grupos e associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas, universidades, institutos de pesquisa e outras organizações da sociedade civil.

As cartas de intenção devem ser formuladas para Pequenos Projetos (até US$ 50.000) e Grandes Projetos (acima de US$ 50.000 e no máximo US$ 200.000).

As propostas a este edital devem contemplar somente as seguintes Direções Estratégicas e Prioridades de Investimento:

Direção Estratégica 3 – Promover e fortalecer as cadeias produtivas associadas ao uso sustentável dos recursos naturais e à restauração ecológica no hostpot (Conforme recorte definido no edital).

Prioridade de Investimento 4.1– Apoiar a implementação de Planos de Ação Nacionais (PANs) para espécies prioritárias, com foco na gestão e proteção de habitat (Somente para Pequenos Projetos).

Prioridade de investimento 5.2 – Apoiar a coleta e divulgação de dados de monitoramento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos, para integrar e compartilhar dados sobre as principais bacias hidrográficas do hotspot.

Prioridade de investimento 6.1 – Fortalecer as capacidades das organizações da sociedade civil para participar dos órgãos e processos coletivos relacionados com a gestão de territórios e recursos naturais.

Acesse o edital completo da Segunda Chamada no site do CEPF Cerrado.  Dúvidas específicas podem ser tiradas por email, cepfcerrado@iieb.org.br .

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Simpósio Reservas da Biosfera Brasileiras

 

Dia 22 de setembro acontecerá em Brasília o Simpósio Reservas da Biosfera Brasileiras com o tema “Parcerias e Ações Transformadoras”. O evento ocorrerá no Centro de Excelência do Cerrado — Cerratenses, localizado no Jardim Botânico de Brasília.

O evento conta com a seguinte programação:

8h30 – Bom Dia! 

9h – Reserva da Biosfera do Pantanal

9h20 – Reserva da Biosfera da Caatinga

9h40 – Reserva da Biosfera da Amazônia Central

10h00 – Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço

10h20 – Lanche

11h – Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

11h20 – Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo

11h40 – Reserva da Biosfera do Cerrado

12h00 – Debate

13h30 – Encerramento

Participem!

Um futuro para o Cerrado

Rio dos Couros, Chapada dos Veadeiros, Goiás/Aryanne Amaral

Principal fronteira onde avança a agropecuária desde os anos 1960, o Cerrado tem poucas chances de seguir existindo nas próximas décadas sem ações emergenciais que ampliem suas áreas protegidas e que levem à adoção em larga escala de práticas produtivas menos danosas ao meio ambiente.

Consolidar as áreas já protegidas é fundamental, inclusive porque somente 7,7% do Cerrado estão hoje efetivamente resguardados pelo poder público, e apenas 2,8% destas áreas são protegidas integralmente. A última unidade de conservação criada no bioma foi a Estação Ecológica Chapada de Nova Roma, neste ano (2017), pelo governo estadual de Goiás. Novas metas internacionais chanceladas pelo Brasil recomendam a conservação de pelo menos 17% de cada bioma, até 2020.

Enquanto isso, projeções mostram que a área plantada com soja pode saltar de 21 para 30 milhões de hectares na próxima década, sempre com foco nas “terras baratas” do Cerrado. E os alvos são justamente os maiores remanescentes da savana brasileira, no Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia. Além disso, a demanda interna e global por carnes cresce junto com as necessárias melhorias socioeconômicas.

Como agricultura e pecuária são os principais motores da destruição do Cerrado, respeitar a legislação e melhorar a eficiência da produção são atitudes indispensáveis. A integração de lavouras, pecuária e florestas plantadas, por exemplo, ajudaria a evitar a abertura e novas áreas e seria um sinal de que o país realmente quer fornecer itens produzidos com mais sustentabilidade aos mercados globalizados de commodities. Afinal, se antecipar a possíveis barreiras comerciais é sempre estratégico. Inclusive porque mais de 40% dos grãos, metade do farelo e um terço do óleo de soja produzidos no Brasil são exportados. Sete em cada dez países do mundo já compraram esses itens na última década.

Estimativas oficiais apontam que há aproximadamente 140 milhões de hectares degradados no país, principalmente no Cerrado e na transição deste para a Amazônia. A área é duas vezes maior que a da França. Na maioria dos casos, são terras que foram desmatadas para lavouras e acabaram abandonadas pela baixa produtividade. Em seguida, viraram pastos para rebanhos até o solo se tornar imprestável economicamente pela falta de manejo adequado. Tornar essa imensidão de terras novamente produtivas ajudaria no combate ao aquecimento do planeta, aliviaria a pressão para o desmatamento de florestas nativas e serviria à produção de commodities e alimentos.

Outra preocupação recai sobre as mudanças na legislação florestal brasileira. A destruição do Cerrado já pesa tanto quanto a da Amazônia nas emissões nacionais de gases de efeito estufa. E o bioma pode ser um dos maiores prejudicados com as mudanças que setores atrasados do ruralismo impuseram ao Código Florestal. Além disso, a aprovação da PEC 504/2010, que trata de incluir na Constituição Federal o Cerrado e a Caatinga como patrimônios nacionais e do PL 25/2015, que dispõe sobre a conservação e a utilização sustentável da vegetação nativa do bioma, são ações urgentes para a proteção do bioma.

Se a margem para desmatamento for ampliada, a caixa d´água do país ficará seriamente comprometida. No Cerrado nascem águas que abastecem aquíferos subterrâneos e as bacias hidrográficas Amazônica, do Tocantins, do Atlântico Norte/Nordeste, do São Francisco, do Atlântico Leste e do Paraná/Paraguai. Dessa última depende a sobrevivência do Pantanal, a maior planície inundável do planeta. Além de insumo econômico, a água que escorre por rios, córregos e veredas de beleza incomum, alimenta culturas regionais muitas vezes fundadas no extrativismo sustentável, uma atividade que perpetua e valoriza a vegetação e outros recursos nativos pelas mãos de valorosos e inúmeros povos tradicionais do Cerrado.

Os índices atuais de degradação e planos desenvolvimentistas carentes de sustentabilidade ambiental projetam um futuro nada animador para um bioma que já perdeu mais da metade da vegetação nativa, e ainda não é reconhecido como patrimônio nacional pela Constituição, sofrendo desnecessariamente com incêndios e queimadas cada vez mais intensos.

Mas com majestosa resistência, o Cerrado ainda segue encantando quem se atreve a conhecer esse abrigo de vida e de paisagens únicas no mundo. Manter esse patrimônio inigualável é o desafio que se impõe ao Brasil.

por Michael Becker – Coordenador da Estratégia de Implementação Regional do CEPF Cerrado 

Evento na Câmara dos Deputados celebra o Dia Nacional do Cerrado

Com o objetivo de celebrar o Dia Nacional do Cerrado (11/09), destacando sua importância para a questão dos recursos hídricos no Brasil, o Núcleo de Gestão Socioambiental (EcoCâmara) em parceria com outras instituições irá realizar o Seminário “Dia Nacional do Cerrado – O BERÇO DAS ÁGUAS DO BRASIL PEDE SOCORRO”. O evento conta com conta apresentações culturais, palestras, debates e exposições e será realizado na Câmara dos Deputados em Brasília.

A programação do evento está disponível no Facebook e no site da Câmara dos Deputados.

 Auditório Nereu Ramos
 11/09/2017
Horário: 13:00 às 19:00

Evento comemora o Dia Nacional do Cerrado

Como forma de debater sobre  a biodiversidade do Cerrado, suas tradições culturais, riqueza hídrica e ameaças, o WWF-Brasil irá realizar um evento em homenagem ao Dia Nacional do Cerrado, que se celebra no próxima dia 11 de setembro.

O evento começará às 11 horas com um debate que conta com a presença de representantes do Ministério do Meio Ambiente, ICMBio, liderança extrativista CooPeruaçu e WWF-Brasil. Na ocasião, também será lançado um vídeo curta-metragem sobre o bioma e os participantes poderão visitar a exposição “Cenários e riquezas do Cerrado de Guimarães Rosa”.

O evento ocorrerá na Livraria Cultura do shopping CasaPark e a programação completa pode ser conferida abaixo:

Decreto regulamenta a primeira Estação Ecológica do estado de Goiás

A Secretaria de Meio Ambiente do estado de Goiás divulgou a publicação do decreto que cria a primeira estação ecológica estadual. A Estação Ecológica Chapada de Nova Roma conta com aproximadamente 6 mil hectares e está localizada no município de mesmo nome.

A unidade de conservação conta com grande importância biológica para o Cerrado, pois abriga nascentes e corpos d’água que contribuem diretamente com o rio Paranã, além de acolher espécies endêmicas da flora e da fauna. De acordo com a SECIMA, os levantamentos apontaram a ocorrência de espécies críticas da fauna, como o tatu-canastra, lobo-guará, onça-pintada, gato-do-mato-pequeno e a jaguatirica.

A área está localizada próxima ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, o que contribui na ampliação das áreas protegidas na região e na formação de corredores ecológicos. A reportagem completa pode ser acessada neste link.

Área da Estação Ecológica Chapada Nova Roma (GO), imagem retirada do site da SECIMA-GO. Fonte: http://www.secima.go.gov.br/post/ver/223058/goias-cria-sua-primeira-estacao-ecologica

Virada do Cerrado movimenta o Distrito Federal com o tema Cuidando das Águas.

A edição de 2017 da Virada do Cerrado põe o tema Água no centro das atenções neste fim de semana. Em sua terceira edição, o evento, realizado pela Secretaria do Meio Ambiente do DF, tem o objetivo de render homenagens ao Dia Nacional do Cerrado (11 de setembro), aproximando a população e o poder público na luta pela conservação desse bioma. A programação prevê atividades em todas as Regiões Administrativas do DF que incluem rodas de conversa, música, oficinas, palestras, mutirões nos parques, feiras agroecológicas, caminhadas, corridas, bicicletadas, contação de histórias, circuito de ciências, gincanas, cine ambiental, teatro, passeios ecológicos, entre outros.  A abertura do evento será hoje, sexta-feira, dia primeiro de setembro, às 19h com show de artistas locais como o brasiliense Dillo e o grupo Pé de Cerrado. Haverá também na programação um encontro de telescópios para observar o céu de Brasília. Na programação de domingo, dia 3 de setembro, estão apresentações musicais com Ellen Oléria, Hamilton de Holanda e a Orquestra Sinfônica do Teatro Nacional Cláudio Santoro, a partir das 17h30, no Parque da Cidade.

Encontre a programação completa da Virada do Cerrado no site oficial do projeto http://tonavirada.org/ que também está no Facebook e poderá ser acompanhado pelo Instagram @tonavirada.

Participem! Divulguem!!! Viva o Cerrado!

Seca atinge o Rio Paranã em Goiás

Semana passada o veículo de comunicação “Lance Goiás” divulgou vídeos e imagens da seca que atingiu o Rio Paranã no município de Flores de Goiás (GO).

De acordo com as informações veiculadas, as comportas foram fechadas na terça-feira (22/08) e o rio secou em vários pontos, o que levou vários peixes à morte e prejudicou os moradores da região. Os relatos no site apontam que o fechamento das comportas foi realizado pelo governo municipal, no intuito de realizar trabalhos de georreferenciamento, mas que as mesmas seriam reabertas no dia 25/08.

O Rio Paranã banha os estados de Goiás e Tocantins e nasce próximo ao Distrito Federal, na região do município de Formosa. Ao chegar no estado do Tocantins, junta-se ao Rio Maranhão e forma o Rio Tocantins. Atualmente, muitas das nascentes do Rio Paranã encontram-se em estado avançado de degradação, devido ao desmatamento das Áreas de Preservação Permanente (APPs).

A reportagem completa pode ser acessada neste link.

Seca no Rio Paranã (GO), foto retirada do site Lance Goiás. Fonte: http://lancegoias.com.br/2017/08/25/rio-parana-seca-em-varios-pontos-em-flores-de-goias/

 

Chamada Pública do CNPq apoia projetos nos biomas Cerrado e Caatinga

O Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) lançou no dia 16 de agosto Chamada Pública para apoiar projetos de pesquisa em Ações Integradas e Sustentáveis para a Garantia da Segurança Hídrica, Energética e Alimentar nos Biomas Caatinga e Cerrado. As inscrições vão até o dia 02 de outubro e a chamada completa está disponível neste link.

As propostas deverão ser submetidas por uma Instituição Científica, Tecnológica e de Inovação (ICT) cadastrada no Diretório de Instituições do CNPq e ter como objetivo o desenvolvimento de soluções sustentáveis para garantir, de forma integrada, a segurança hídrica, energética e alimentar às populações residentes nos biomas Caatinga e Cerrado.

Os projetos submetidos deverão estar num intervalo de financiamento de R$ 300.000,00 a R$ 500.000,00. As propostas aprovadas serão financiadas com recursos no valor global de R$ 5.904.000,00 (cinco milhões, novecentos e quatro mil reais), oriundos do orçamento do MCTIC. A divulgação final dos aprovados ocorrerá no dia 30 de novembro de 2017 na página do CNPq.

Fundo global apoiará iniciativas de conservação da biodiversidade no Cerrado

IEB será a equipe responsável pela implementação regional do projeto no Cerrado

Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros
Região do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros. Foto: Letícia Freire/IEB

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) é um fundo destinado a proteger as mais diversas e ameaçadas áreas de biodiversidade do mundo, também conhecidas como hotspots da biodiversidade. A Conservação Internacional administra o programa global em nome dos parceiros que compõem o fundo, quais sejam: a Agência Francesa de Desenvolvimento, o Banco Mundial, a Conservação Internacional, a Fundação John D. e Catherine T. MacArthur, o Fundo Mundial para o Meio Ambiente (GEF), o Governo do Japão e a União Europeia. Um conselho de representantes de alto nível de cada parceiro doador gere esse fundo.

O CEPF oferece apoio a organizações não-governamentais, grupos comunitários e outros parceiros da sociedade civil na execução de projetos estratégicos de conservação nos hotspots de biodiversidade. O foco do CEPF é oferecer oportunidades para seus beneficiários preservarem os ricos recursos naturais dos hotspots que são vitais para o bem-estar das pessoas e para a saúde da economia em geral.

Depois de apoiar a Mata Atlântica com investimentos entre 2001 e 2008, o Conselho de Doadores do CEPF escolheu o Cerrado em 2013 para receber investimentos. Seguiu-se a essa decisão a construção de um Perfil do Ecossistema, por meio de um processo de consultas e reuniões, que ocorreu entre 2014 e 2015, e a escolha da equipe que será responsável pela implementação da iniciativa no Cerrado.

Após um processo seletivo, em abril de 2016 o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) foi escolhido pelo Conselho de Doadores do CEPF para atuar como Equipe de Implementação Regional (RIT) para o Hotspot da Biodiversidade do Cerrado, com início neste mês de julho de 2016 e término previsto em junho de 2021.

Como equipe de implementação do CEPF, o IEB liderará o programa no hotspot, convertendo a estratégia de investimento definida no Perfil do Ecossistema em um portfólio coerente de apoios. O IEB foi selecionado como RIT porque demonstrou um forte histórico de experiência de trabalho no Brasil, gestão de programas de dimensão, escala e complexidade similares ao RIT, e experiência na gestão direta de programas de pequenos apoios.

A versão completa em português do Perfil do Ecossistema do Hotspot da Biodiversidade do Cerrado pode ser encontrada no site do CEPF (clique aqui).

Um sumário técnico desse documento encontra-se no site do CEPF (clique aqui).