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Cerrado: 31 Áreas Protegidas recebem plano de ação até 2030

por Renata Peña, via WWF-Brasil

São mais de 3,5 milhões de hectares de extrema beleza e diversidade de plantas, animais e ervas medicinais, além de comunidades quilombolas e terras indígenas. Toda essa riqueza natural e sócio-cultural está preservada num conjunto de 31 Áreas Protegidas localizadas no Cerrado, entre o norte e o noroeste de Minas Gerais. O Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu acaba de receber um plano de ação para fomentar o desenvolvimento sustentável nesse território até 2030.

Rio Peruaçu, Januária, MG. Foto: ©André Dib/Acervo WWF-Brasil

A partir do ano que vem, o conselho consultivo do Mosaico buscará implementar ações relacionadas a cinco temas principais: gestão integrada, ecoturismo, extrativismo vegetal, conservação dos recursos hídricos e agronegócio sustentável.

Isso significa por exemplo desenvolver a agroecologia junto aos agricultores familiares da região – implantação de viveiros e quintais florestais – capacitar os moradores das comunidades rurais para fortalecer as cooperativas de extrativismo vegetal existentes e fomentar a criação de novas; apoiar brigadistas no combate aos incêndios florestais e ainda ampliar o potencial do turismo de base comunitária, capacitando guias e condutores, além de criar novas trilhas. O Pagamento por Serviços Ambientais (PSA) e a recuperação de nascentes degradadas são outras duas pautas do plano de ação para o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu.

“O plano é essencial para que as ações que estamos desenvolvendo há vários anos não sofram uma parada brusca com a mudança no cenário político nacional. É uma motivação para sermos mais inovadores e para que conquistemos cada vez mais projetos e iniciativas que aterrissem na realidade local dos povos e Unidades de Conservação do Mosaico”, diz o analista de conservação do WWF-Brasil, Vinícius Pereira.

Vereda Serra das Araras. Foto: ©Acervo FUNATURA

César Vitor do Espírito Santo, superintendente-executivo da Fundação Pró-Natureza (Funatura) explica que o plano também prevê a criação de um fundo para o Mosaico. Os recursos captados seriam utilizados na implementação das ações previstas: “Com esse plano, pretendemos que o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu possa ser um indutor do desenvolvimento sustentável no território. Um território diverso e complexo econômica, social e culturalmente”.

Para Joel Sirqueira, gestor da  Cooperativa dos Agricultores Familiares e Extrativistas do Vale do Peruaçu (Cooperuaçu), uma cooperativa agroextrativista que conta com apoio do WWF-Brasil desde sua criação, o plano é um recurso organizado para seguir conservando o Cerrado. “Ele direciona de forma planejada e pensada coletivamente, já que tudo foi construído em conjunto, as ações voltadas ao extrativismo dentro do território e principalmente para os novos empreendimentos e cooperativas como a Cooperuaçu, é muito mais motivador agir quando se tem um documento que auxilia orientando os caminhos a seguir”, afirma.

Janelão, Parque Nacional Cavernas do Peruaçu. Foto: ©Acervo FUNATURA

O “Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista (DTBC)” foi realizado pela Fundação Pró-Natureza (Funatura) com apoio do Fundo CEPF (Critical Ecosystem Partnership Fund – sigla em inglês).

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

O WWF-Brasil e o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu

O WWF-Brasil atua na região do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu por meio do Projeto Sertões, desde 2010, e mais recentemente, com apoio do Fundo CEPF Cerrado (Critical Ecosystem Partnership Fund) nas ações focadas no incentivo à implementação e gestão integrada das unidades de conservação; fortalecimento da cadeia produtiva dos frutos do Cerrado; à comunicação, visando a valorização e o resgate do Cerrado e o planejamento territorial, que visa o planejamento sistemático da conservação no bioma Cerrado.

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Instituto Oca Brasil lança edital para Planos de Manejo em RPPNs em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

O projeto Criação e Implementação Integrada de Reservas Privadas Federais na Região da Chapada dos Veadeiros, que é executado pelo Instituto Oca Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa o fomento de novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN e a implementação de RPPNs no entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

O projeto lança o edital para contratação de pessoas jurídicas de prestadores de serviços em Plano de Manejo, de acordo com o termo de referência. Interessados devem enviar suas propostas até às 18 horas do 25 de agosto de 2019. Para mais detalhes sobre o processo seletivo, acesse o termo de referência ou a página do Instituto Oca Brasil.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

III Encontro de Pesquisa, Extensão e Divulgação das Unidades de Conservação do Vão do Paranã e Entorno

via AVA/ICMBio/MMA

A região do Vão do Paranã é de elevada importância para a conservação da biodiversidade e cavernas. Nesta região há quatro unidades de conservação federais e três estaduais e uma municipal. Desde 2014 quando foi realizado o primeiro Encontro na cidade de Mambaí o número de pesquisas científicas tem aumentado significativamente, há ainda uma série de estudos realizados por diferentes projetos de pesquisa que foram desenvolvidos sobre o Vão do Paranã que envolvem diferentes instituições de ensino como Universidade Federal de Goiás – UFG, Universidade de Brasília e Instituto Federal Goiano Campus – Posse.

O principal objetivo deste evento é o aumento do número de pesquisas científicas, trabalhos de extensão universitária e boas práticas socioambientais em todas UCs do Vão do Paranã e entorno, de modo a permitir a integração do conhecimento gerado por estas com especial enfoque nas cavernas da região. Ao mesmo tempo, pretende-se divulgar todos esses conhecimentos gerados  para a sociedade local e demais interessados. O Encontro espera aumentar a participação dos moradores do interior da APA, incentivando a apresentação de boas práticas (relatos de experiências) adotadas pelas comunidades locais que contribuem com a conservação da natureza.

Veja a matéria completa e mais informações no site do ICMBio!


SERVIÇO:

PÚBLICO ALVO

  • Estudantes
  • Comunidade local
  • Demais interessados

ATIVIDADES CONFIRMADAS

  • Formação de Professores em EA
  • Troca de saberes de boas práticas para beneficiamento de frutos do cerrado
  • Artesanato com buriti
  • Apicultura ou Olericultura orgânica
  • Jovem educa Jovem
  • Introdução a Espeleologia com enfoque na condução turística
  • Oficina de Coleta e beneficiamento de Sementes do Cerrado

QUANDO

De 8 a 10 de agosto de 2019 

ONDE

Mambaí – GO

PROGRAMAÇÃO

DATAS IMPORTANTES:

  • 29/07/2019 – Abertura do prazo para inscrição 
  • 08/08/2019 – Fim do prazo de inscrição.

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto apoiado pelo IEB e pelo CEPF Cerrado participa do Fórum Brasil de Gestão Ambiental 2019

O coordenador do projeto Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado, Luiz Paulo Pinto, da equipe da Ambiental Ltda., participou do Fórum Brasil de Gestão Ambiental 2019 (FBGA 2019), realizado nos dias 26 a 28 de junho, em Campinas, SP. O FBGA foi idealizado pela Associação Nacional dos Órgãos Municipais de Meio Ambiente – ANAMMA, para o encontro de organizações públicas das várias esferas de governo, organizações não governamentais e empresas privadas. O objetivo do evento é a discussão, troca de informações e de experiências sobre diversos temas relacionados à gestão ambiental, especialmente na esfera municipal.

A programação da segunda edição do FBGA contabilizou mais de 6.000 inscritos e 30 eventos simultâneos em três dias de evento com palestras, seminários, workshops, debates, treinamentos, câmaras técnicas, rodadas de negócios, exposições tecnológicas e feira de negócios. Foram cerca de 500 representantes dos municípios entre prefeitos, secretários e técnicos municipais. O evento contou ainda com membros da Confederação Nacional de Municípios (CNM) e da Frente Nacional de Prefeitos (FNP).

Luiz Paulo Pinto participou de um dos painéis da sessão “Diálogos sobre Áreas Protegidas Locais – ofertas de informação e capacitação para municípios”, organizada pelo projeto “Áreas Protegidas Locais”, conhecido como APLocais. O propósito desse painel foi fazer uma reflexão sobre as necessidades de capacidades dos municípios para fortalecer a gestão de áreas protegidas locais e os possíveis apoios da cooperação técnica em nível local. Foram apresentados os resultados do projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado” apoiado pelo CEPF Cerrado, incluindo um relato sobre o curso de criação e implementação de unidades de conservação municipais do Cerrado, realizado em Goiânia, no início de abril desse ano.

Sessão do Projeto Áreas Protegidas Locais no Fórum Brasil de Gestão Ambiental 2019. Foto: ©Robson Khalaf / ICLEI América do Sul.

O APLocais é um projeto do Ministério do Meio Ambiente do Brasil, Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Colômbia, Ministério do Ambiente do Equador e Ministério do Ambiente do Peru. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha (BMU, sigla em alemão) apoia o projeto por meio da Iniciativa Internacional para o Clima (IKI, sigla em alemão). A implementação nos quatro países é realizada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade e pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O projeto tem como objetivo contribuir para fortalecer a gestão ambiental e a governança dos governos locais para a conservação da biodiversidade em unidades de conservação municipais e outras medidas de conservação. A Ambiental Ltda. e o CEPF Cerrado fazem parte do Grupo de Acompanhamento do APLocais.

A sessão “Diálogos sobre Áreas Protegidas Locais” promoveu debates também sobre a adequação das unidades de conservação municipais, a lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC), o intercâmbio sobre casos exitosos de gestão e mecanismos de financiamento para unidades de conservação municipais e o lançamento da segunda edição da Publicação “Roteiro de Criação de Unidades de Conservação Municipais”.

O projeto Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado tem o objetivo de avaliar o cenário das unidades de conservação municipais do Cerrado para o fortalecimento das políticas de proteção local da biodiversidade, especialmente nos corredores prioritários desse hotspot. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Parque Nacional Grande Sertão Veredas faz 30 anos

por Renata Andrade Peña via WWF-Brasil

A paisagem é espetacular: chega quando menos se espera. A água é em abundância: são veredas a perder de vista, rodeando cada canto que se olhe. Dela, sobrevivem centenas de espécies ameaçadas de extinção como a onça-pintada, o tamanduá-bandeira e o lobo-guará. Toda essa rica biodiversidade está protegida desde 12 de abril de 1989, quando 84 mil hectares formaram o Parque Nacional Grande Sertão Veredas, em Minas Gerais. Hoje, o Parque faz 30 anos e o Cerrado agradece.

“Foi muito importante essa Unidade de Conservação ter sido criada numa região de expansão da fronteira agrícola, com intensa ocupação do agronegócio. Essa área protegida é muito importante para a biodiversidade do Cerrado e também para os recursos hídricos. Ali nasce o rio Carinhanha. Quando ele desemboca no rio São Francisco, o velho Chico aumenta em 20% o seu volume”, explica Kolbe Soares, analista de Conservação do WWF-Brasil.

Elson Barbosa dos Santos, guia no Parque, destaca a importância dos recursos hídricos e espécies medicinais do Cerrado, que ficam protegidas. “Embaixo da região do parque está o aquífero Urucuia, muito importante para a manutenção dos rios da região como o Carinhana, Itaguari e tanto outros.  Graças ao Parque também estão protegidas diversas espécies medicinais do Sertão”.

Autor: Aryanne Amaral/Acervo IEB

Em 2004, o Parque Grande Sertão Veredas foi ampliado e passou a ter mais de 230 mil hectares, estendo-se por parte dos municípios de Chapada Gaúcha, Formoso e Arinos, em Minas Gerais e Côcos, na Bahia. Assim, é atualmente um dos maiores parques do Cerrado, garantindo, além da proteção de centenas de espécies da fauna e flora, o desenvolvimento de pesquisa científica, educação ambiental, o contato com a natureza, o desenvolvimento regional em bases sustentáveis e a preservação dos povos tradicionais, comunidades indígenas, seus saberes e cultura.

A existência dessa área protegida também é uma oportunidade de desenvolvimento sustentável.“Há um enorme potencial de aumento do ecoturismo na região pelas suas belezas, pela possibilidade de se ver o Cerrado preservado e também por conta da cultura dos povos da região e literatura”, diz Kolbe Soares. “Na região, é realizado anualmente, no mês de julho, o Encontro dos Povos do Grande Sertão Veredas. É muito importante conservar essa riqueza cultural e social”, completa Soares.

“É um grande prazer falar dessa UC porque é falar da riqueza da biodiversidade e também de história das comunidades que ainda guardam as tradições culturais do povo do Sertão”, diz César Víctor, da Fundação Pró-Natureza (Funatura).

O Parque recebeu esse nome em homenagem a uma das mais importantes obras literárias brasileiras, o romance “Grande Sertão: Veredas”, escrito em 1956 por João Guimarães Rosa. No livro, o escritor mineiro retrata com extrema sensibilidade a realidade regional. Guimarães Rosa tem mesmo razão: “Sertão é isto: o senhor empurra para trás, mas de repente ele volta a rodear o senhor dos lados. Sertão é quando menos se espera”.

WWF-Brasil e o Parque Nacional Grande Sertão Veredas

O Parque Nacional Grande Sertão Veredas está localizado no norte/noroeste de Minas Gerais e sudoeste Bahia, abrangendo uma área de 231.668 hectares. Desde 2010, o WWF-Brasil desenvolve na região o Projeto Sertões com foco na melhoria da gestão de áreas protegidas, valorização de cadeias produtivas agroextrativistas com boas práticas agrícolas. Mais recentemente apoiaram o Parque e o Mosaico em parceria com o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF em inglês).

Os trabalhos são realizados em parcerias com as cooperativas agroextrativistas e associações comunitárias do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, além de outras organizações não governamentais socioambientais e órgãos de governo, como as 12 prefeituras da região, além do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e Instituto Estadual de Florestas de Minas Gerais.

No último ano, a construção de uma unidade de beneficiamento de frutos do cerrado e frutos de quintais no Núcleo Peruaçu e a criação da Cooperativa dos Agricultores Familiares e Agroextrativistas do Vale do Peruaçu foram umas das ações mais importantes. Além disso, foi dado apoio para implementação do Cadastro Ambiental Rural na região que resultou no cadastramento de aproximadamente 10 mil propriedades. Outro destaque foi a realização de um estudo de análise da efetividade de 69 Unidades de Conservação estaduais de Minas Gerais.

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

Serviço
O município de Chapada Gaúcha, em Minas Gerais, o ICMBio, a Funatura, o Instituto Rosa e Sertão e parceiros organizam uma programação de três dias – de 11 a 13 de abril – para comemorar o aniversário. Haverá diversas atividades com a comunidade local e visitantes como plantio de mudas, trilhas, exibição de vídeos e debates.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Acontece em Brasília o 2o Workshop Nacional de Mosaicos de Áreas Protegidas

Começou hoje em Brasília o II Workshop Nacional de Mosaicos de Áreas Protegidas, que segue até o dia 13 de junho reunindo alguns representantes dos mosaicos reconhecidos no país. Atualmente existem 25 mosaicos reconhecidos no Brasil, sendo 16 em âmbito federal e 9 em âmbito estadual. O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado), com o apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil aporta recursos para projetos de conservação na região do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que está localizado na região norte de Minas Gerais.

O II Workshop Nacional de Mosaicos de Áreas Protegidas tem o objetivo de contribuir para o intercâmbio, discussões conceituais, embasamento legal e proposição de diretrizes que visam ampliar os avanços dos instrumentos de gestão territorial voltado às áreas protegidas, na conservação e na promoção do desenvolvimento sustentável, além de traçar estratégias para atuação conjunta do poder público, sociedade civil e terceiro setor. O evento é organizado pela Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas (REMAP), que visa unir esforços de indivíduos e organizações públicas, privadas e coletivas com fins de fortalecer as iniciativas de conservação da natureza e promoção de bem estar e qualidade de vida humana em territórios protegidos e seu entorno.  O encontro também conta com apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil (lEB)/CEPF Cerrado, WWF-Brasil, Fundação Vitória Amazônia (FVA), WCS-Brasil, Instituto, Sociedade, População e Sociedade (ISPN); Fundação Pró-Natura (FUNATURA), Instituto Biotrópicos, Conservação Internacional (CI), SOS Mata Atlântica, Imaflora, Projeto Terra-Mar e Rede Brasileira de Reservas da Biosfera, entre outros.

II Workshop Nacional de Mosaicos de Áreas Protegidas. Foto: Claudia Sachetto/Acervo IEB

A programação deste primeiro dia foi focada nos painéis, que envolveram temas como panorama geral sobre Mosaicos e reservas da Biosfera, uso dos recursos naturais, proteção integrada e oportunidades sociais. A partir de amanhã o encontro continua com alguns painéis de discussão,  trabalho em grupos temáticos por bioma e nas plenárias.

Mais informações nos sites do WWF-Brasil e Imaflora!

Anote aí:

II Workshop Nacional de Mosaicos de Áreas Protegidas

Quando: De 11 a 13 de junho, a partir das 8h

Onde: Edifício ParlaMundi da LBV, Brasília

Quanto: Acesso gratuito


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Unidades de conservação municipais urbanas no Cerrado

por Luiz Paulo Pinto, Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda.

As unidades de conservação municipais constituem um dos pilares das estratégias para conservação da biodiversidade do Cerrado ao exercer um papel chave na conexão da paisagem natural, na proteção de populações de espécies da fauna e flora nativa, e ao manter serviços ambientais essenciais para a população como o abastecimento de água, moderação de ondas de calor, além de proporcionar espaços para lazer e recreação, apenas para citar uns exemplos. Ao mesmo tempo, as unidades de conservação estão cada vez mais próximas dos ambientes urbanos e a forte pressão do processo de urbanização e as necessidades da grande população das cidades em todo o país ampliam os desafios para a conciliação entre a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento da infraestrutura urbana com suas implicações sociais, econômicas e ambientais.

Participantes do curso “Criação e gestão de unidades de conservação municipais urbanas no Cerrado” em Goiânia (GO). Foto: Acervo Ambiental 44 Ltda.

Para isso, é fundamental contar com pessoal capacitado na criação e gestão de uma rede integrada de espaços protegidos mantidos pelos municípios. Este foi o propósito do curso “Criação e Gestão de Unidades de Conservação Municipais Urbanas do Cerrado”, que aconteceu no mês de abril, em Goiânia, GO. Foram abordados os aspectos conceituais, técnicos e legais que embasam o planejamento e implantação das unidades de conservação municipais, fundamentadas em uma visão integrada do território e de gestão participativa. O treinamento explorou os principais desafios práticos do processo de implantação de unidades de conservação municipais no contexto urbano e periurbano com uma visão da nova agenda sobre biodiversidade e cidades sustentáveis. Entre os participantes estavam gestores municipais e estaduais, ONGs, profissionais liberais e membros da academia. O curso foi uma parceria entre a Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda., MvB Consultores Associados Ltda. e o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG), vinculado ao Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), e foi ministrado pelo arquiteto urbanista e ambientalista Miguel von Behr, mestre em planejamento urbano e regional com ampla experiência em unidades de conservação em diversas regiões do Brasil.

A iniciativa contou com o apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA), da Associação Goiana de Municípios (AGM), da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia, e do projeto “Áreas Protegidas e outras medidas de conservação baseadas em áreas no nível de governos locais”. Essa iniciativa, também conhecida “Áreas Protegidas Locais” (https://www.giz.de/en/worldwide/69389.html), é um projeto do Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil, Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (MADS) da Colômbia, Ministério do Ambiente (MAE) do Equador e Ministério do Ambiente (MINAM) do Peru. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha (BMU, sigla em alemão) apoia o projeto por meio da Iniciativa Internacional para o Clima (IKI, sigla em alemão). A implementação nos quatro países é realizada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade e pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Conhecendo as Unidades de Conservação Municipais

O curso fez parte do projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado”, que tem como objetivo dimensionar a representatividade e importância das unidades de conservação municipais para a proteção da biodiversidade e serviços ambientais no Cerrado. Tendo em vista que a conservação acontece na escala local, a maior visibilidade das unidades de conservação municipais pode fortalecer uma agenda de proteção local oficial, evidenciando e estimulando o desenvolvimento de capacidades e recursos financeiros para melhoria da efetividade na implementação das unidades já existentes, além de estimular a ampliação da área e do número de espaços protegidos administrados pelos municípios.

O projeto é apoiado e financiado pelo CEPF Cerrado, que é um fundo criado para apoiar ações e projetos de conservação da biodiversidade, sobretudo de organizações da sociedade civil, em regiões de alta importância biológica no mundo. O Fundo conta com a parceria de instituições internacionais – Agência Francesa de Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão e Banco Mundial. No Brasil, o CEPF é implementado pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), instituição brasileira dedicada a formar e capacitar pessoas, bem como fortalecer organizações nas áreas de manejo dos recursos naturais, gestão ambiental e territorial e outros temas relacionados à sustentabilidade. Para saber mais sobre o CEPF Cerrado, visite: http://cepfcerrado.iieb.org.br/

 

Para mais informações:

Luiz Paulo Pinto, Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda., e-mail: luizpaulopinto10@gmail.com; cel. (31) 98209-8989

Miguel von Behr, MvB Consultores Associados Ltda., e-mail: miguelvonbehr2@gmail.com; cel. (61) 99840-734

 

Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda. – Empresa baseada em Belo Horizonte, MG, com o objetivo de prestar serviços e assessoria técnica em projetos de criação, manejo e gestão de áreas protegidas, planejamento regional para conservação da biodiversidade, capacitação e mobilização social, entre outros temas relacionados a conservação e sustentabilidade.

MvB Consultores Associados Ltda. – A empresa, com base em Brasília, DF, é especializada na coordenação de cursos de capacitação para a gestão de unidades de conservação em todo o país.

LAPIG (Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento) – Vinculado ao Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), desde 1994 o LAPIG oferece disciplinas de sensoriamento remoto, cartografia digital e sistemas de informações geográficas para diferentes cursos e institutos da UFG, além de possuir forte atuação em pesquisas vinculadas às atividades de ensino e extensão.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

WWF-Brasil promoverá curso de criação de unidades de conservação e gestão de conflitos do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu

O WWF-Brasil no âmbito do projeto Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu irá promover o curso “Criação de unidades de conservação e gestão de conflitos nas áreas protegidas do Mosaico Sertão-Veredas Peruaçu”, entre os dias 21 e 24 de maio (2019) no SESC de Januária, Minas Gerais. A carga horária será de 24 horas.

O projeto que é executado pelo WWF-Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico.

Na programação estão previstos aspectos conceituais sobre as unidades de conservação, palestras sobre os conflitos pelo uso do território no Mosaico e uma visita técnica ao Parque Municipal Urbano Ecológico e Cultural Salustriano, em São João das Missões (MG).

Para mais informações, entre em contato com o WWF-Brasil!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

O que é uma RPPN? Reserva Particular do Patrimônio Natural

por Yuri Salmona, Instituto Cerrados

Proteger ecossistemas é uma tarefa de todos, não só do Estado. Proprietários Rurais têm papel importante nessa tarefa, pois antes de ser um produtor agropecuário eles são incondicionalmente gestores de recursos naturais. Digo isso, pois o produtor rural depende do clima, dos nutrientes do solo, da polinização, da disponibilidade e qualidade da água entre tantos outros serviços ecossistêmicos. Então, proteger os ambientes naturais que resguardam esses serviços deve ser algo natural ao proprietário rural, e alguns, mais envolvidos e cientes dessas questões, protegem áreas além das suas reservas legais, eles criam Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as RPPNs.

Essas reservas são Unidades de Conservação de Uso Sustentável, em que o proprietário de próprio toma a iniciativa de proteger uma determinada área de sua propriedade, para que possa ser feito turismo, pesquisa, educação e a própria conservação. Essas áreas têm isenção de Imposto de Territorial Rural (ITR) e são chanceladas pelo Estado, sendo prioridades em ações apoiadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação (ICMBio). Além disso, os proprietários têm inúmeras oportunidades de rentabilizar essas áreas, com diferentes atividades, que vão desde o turismo ecológico, suporte a pesquisa, gastronomia e o Crédito Rural Ambiental (CRA), todos esses e outros pontos serão abordados em outro posts.

O Cerrado tem mais de 251 RPPNs, somando mais de 170 mil hectares e isso equivale a 24% das RPPNs do país. O Instituto Cerrados investe esforços na criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e ações de promoção do Uso Sustentável dos Produtos Florestais Não Madeireiros (PFNM) desde de 2009, já tendo criado 7 Reservas, no projeto Mosaico de Proteção da Serra dos Pireneus, apoiados pela Associação do Córrego da Barriguda e das Cabeceiras dos Rio das Almas (ACBCR) e patrocinado pela Nature and Culture International (NCI).

Para conhecer o projeto acesse cerrados.org. Você também pode criar a sua Reserva e nós podemos lhe ajudar! Entre em contato por meio do nosso site!

O Instituto Cerrados é uma organização não-governamental com foco na conservação e usos sustentável do Cerrado, fundada em 2009.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Nova população da rolinha-do-planalto foi descoberta no Cerrado

texto original por Margaret Sessa-Hawkins/BirdLife International

Em fevereiro de 2019, a equipe da SAVE Brasil (Representante da BirdLife no Brasil) começou a ouvir relatos emocionantes de membros das comunidades do entorno do Parque Estadual de Botumirim, no estado de Minas Gerais.

A comunidade relatou o avistamento de Columbina cyanopis (Criticamente em Perigo), espécie conhecida popularmente por rolinha-do-planalto, do lado de fora do local onde a ave costumava ser encontrada. A equipe da SAVE Brasil ficou tanto animada quanto cética. Uma das aves mais raras do mundo, a rolinha-do-planalto foi considerada extinta por 75 anos, antes que 14 indivíduos fossem vistos em estado selvagem em 2015. Uma nova população, mesmo pequena, significaria aumento da diversidade genética, e também apontaria para a possibilidade de haver mais indivíduos não descobertos na natureza.

Em 14 de março de 2019, uma equipe saiu em busca das aves. Os pássaros foram vistos dentro dos limites do Parque Estadual de Botumirim, a cerca de 5 quilômetros de onde a população conhecida vive atualmente. A equipe procurou os pássaros ao longo de cinco transectos independentes, tocando gravações de chamadas para atrair os pássaros.

Após 45 minutos, a busca da equipe foi recompensada. Eles avistaram um par da rolinha-do-planalto, enquanto um macho próximo cantava. Nas três horas seguintes, a equipe avistou uma quarta ave na área. O avistamento dos quatro novos indivíduos representou um aumento de 26% em relação à população anteriormente conhecida.

Rolinha-do-planalto. Foto: Ciro Albano/Acervo SAVE Brasil

“Aqueles que trabalham com a conservação da natureza são geralmente muito resistentes, mas é difícil procurar por espécies raras como a rolinha-do-planalto em um habitat que parece perfeito para ele e não encontrá-lo lá”, diz Marcelo Lisita, assistente de projeto Depois de um ano olhando em locais diferentes sem encontrar novos indivíduos, foi com muita emoção que vimos esses poucos em uma nova área.”

A descoberta da rolinha-do-planalto foi significativa além de sua importância para a população de aves. Desde a descoberta da população original em 2015, a SAVE Brasil tem trabalhado de perto com as comunidades vizinhas para aumentar a conscientização sobre a ave. No início de 2018, a SAVE abriu a reserva para os visitantes onde os as aves são encontradas. Desde então, eles vêm trabalhando para tentar garantir que as comunidades se beneficiem do ecoturismo. Ter um membro da comunidade relatando um avistamento, mostra que esses esforços de divulgação são bem-sucedidos.

Apesar da nova população, a perspectiva para a rolinha-do-planalto ainda não está clara, então a SAVE está fazendo todo o possível para aumentar a chance de sobrevivência das espécies. Em janeiro de 2018, com o apoio da Rainforest Trust, a organização conseguiu comprar um pequeno lote de terra onde a ave foi originalmente encontrada, formando a Reserva Natural da Rolinha-do-Planalto. As visitas à reserva são rigorosamente controladas e precisam ser agendadas com antecedência por meio da SAVE. Em 6 de julho do mesmo ano, o governo local estabeleceu, aproximadamente, outros 36 mil hectares de terras protegidas, criando o Parque Estadual de Botumirim, que se sobrepõe à reserva da SAVE e amplia a área total protegida.

Pesquisas recentes sobre a rolinha nos deram razões para sermos esperançosos. Até agora, oito ninhos foram encontrados, embora apenas um filhote tenha fugido. Com a descoberta da nova população, a equipe também renovou seus esforços para procurar outros locais onde a rolinha-do-planalto possa ser encontrada. Fora dos quatro indivíduos relatados pelos membros da comunidade, eles não tiveram sorte, mas não estão perdendo a esperança. Ainda há muitos lugares para serem visitados.

A SAVE Brasil executa o projeto Salvando a rolinha-do-planalto e seu habitat único no Cerrado com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Considerado extinto no estado de Minas Gerais, bicudos são reintroduzidos em área protegida no norte do estado

via Instituto Ariramba

bicudo (Sporophila maximiliani) é uma das aves mais raras e ameaçadas do Brasil e atualmente são desconhecidas populações em vida livre no país. O último registro na natureza ocorreu no final de 2014, onde uma pequena população foi localizada no interior do estado de Mato Grosso, que desde então não foi mais avistada. No restante do país, o bicudo foi extinto em praticamente toda sua área de ocorrência. Visando reverter esse quadro, em novembro de 2018 alguns casais de bicudo foram reintroduzidos no norte de Minas Gerais, em uma área protegida inserida no corredor prioritário Sertão Veredas-Peruaçu. Antes da reintrodução, os bicudos passaram por procedimentos de triagem e adaptação, incluindo a seleção de exemplares puros, bateria de exames sanitários, adaptação para voos de longa distância e ambientação às condições climáticas locais.

Os bicudos reintroduzidos estão se adaptando muito bem ao ambiente natural e estamos otimistas com as possibilidades futuras”, explica o Prof. Dr. Flávio Kulaif Ubaid, coordenador do projeto.

Os bicudos estão sendo monitorados por biólogos do projeto e as próximas etapas incluem a reintrodução de mais casais. “Queremos que o bicudo volte a habitar as veredas do norte de Minas Gerais e, porque não, de todo Cerrado. Em médio prazo, nossa meta é que a população de bicudos em vida livre seja incrementada substancialmente até que a espécie passe para categorias menos críticas de ameaça”, relata o Dr. Ubaid.

O projeto apoiado pelo CEPF e Instituto Internacional de Educação do Brasil –Reintrodução do bicudo em áreas-chave para a conservação do Cerrado – é gerido pelo Instituto Ariramba de Conservação da Natureza e conta ainda com o apoio de diversos profissionais de diferentes instituições e universidades do Brasil. O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

Curso Criação e Gestão de Unidades de Conservação Municipais no Cerrado será oferecido em Goiânia

Ambiental 44, responsável pelo projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado” que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), em conjunto com o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG/Universidade Federal de Goiás) e MvB Consultores Associados, irá oferecer o curso Criação e Gestão de Unidades de Conservação Municipais no Cerrado.

O curso tem carga horária de 25 horas e ocorrerá entre os dias 03 e 06 de abril de 2019 na Universidade Federal de Goiás, Goiânia (GO) com o objetivo de fornecer conceitos e técnicas que embasam o planejamento e implantação de UCs no Cerrado. Mais informações e detalhes sobre o curso estão disponíveis no folder:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto busca fortalecer a gestão ambiental e a governança dos governos locais para a conservação da biodiversidade

A Ambiental 44 Ltda., responsável pelo projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado” que conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), esteve representada na última reunião do ano do Grupo de Trabalho (GT Brasil) de coordenação do projeto “Áreas Protegidas e outras medidas de conservação baseadas em áreas no nível de governos locais”, também conhecido como “Áreas Protegidas Locais”.

“Áreas Protegidas Locais” é um projeto do Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil, Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (MADS) da Colômbia, Ministério do Ambiente (MAE) do Equador e Ministério do Ambiente (MINAM) do Peru. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha (BMU, sigla em alemão) apoia o projeto por meio da Iniciativa Internacional para o Clima (IKI, sigla em alemão). A implementação nos quatro países é realizada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade e pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O projeto tem como objetivo contribuir para fortalecer a gestão ambiental e a governança dos governos locais para a conservação da biodiversidade em unidades de conservação municipais e outras medidas de conservação.

©Luiz Paulo Pinto

Desde o início do projeto “Unidades de Conservação Municipais do Cerrado”, a Ambiental e o CEPF Cerrado foram convidados a fazer parte do GT Brasil do “Áreas Protegidas Locais”. Dessa forma, as instituições de ambos projetos estão compartilhando informações, ações e buscando formas de colaboração para potencializar as iniciativas. A reunião do GT Brasil, do dia 04 de dezembro, em Brasília (DF), foi para discutir a parceria, visando a valorização do ICMS Ecológico no país. Estão previstas atividades, como a atualização do website www.icmsecologico.org,br e o apoio de discussões sobre o aperfeiçoamento desse importante tributo ligado à conservação da biodiversidade. A reunião foi importante também para atualizar das ações do “Áreas Protegidas Locais” no Brasil e a validação do POA (Plano Operativo Anual) do projeto.

*Texto fornecido pela Ambiental 44


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Reserva da Biosfera do Cerrado ganha mais territórios

Acervo IEB

 

Criadas pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1972, as Reservas da Biosfera, espalhadas hoje por 110 países, têm sua sustentação no programa “O Homem e a Biosfera” (MAB) da UNESCO, desenvolvido com o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), com a UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e com agências internacionais de desenvolvimento. É o principal instrumento do Programa MAB e compõe uma rede mundial de áreas, que têm por finalidade a Pesquisa Cooperativa, a Conservação do Patrimônio Natural e Cultural e a Promoção do Desenvolvimento Sustentável¹.

A Rede Mundial de Reservas da Biosfera é composta por 631 Reservas da Biosfera localizadas em 119 países, incluindo 14 sítios transfronteiriços/transcontinentais. No Brasil podemos destacar as seguintes Reservas da Biosfera²:

Estas reservas desempenham o papel de promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e disseminar os conhecimentos científicos, tradicionais e culturais em suas regiões.

Reserva da Biosfera do Cerrado, até então, apresentava três fases definidas que se situam em regiões do Distrito Federal e dos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí.  A declaração da fase I da Reserva abrange o território do Distrito Federal e data de 1994, e a da segunda fase, de outubro de 2000. A aprovação da fase III, em setembro de 2001, apoiou a formação do Conselho da Reserva da Biosfera.

De acordo com a assessoria de comunicação do  Ministério do Meio Ambiente (MMA), a revisão dos Limites da Reserva da Biosfera (RB) do Cerrado foi aprovada nesta segunda-feira (17), em Brasília (DF). O novo desenho priorizou a conectividade do Cerrado com os biomas Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal e abrange cerca de 74 milhões de hectares, que inclui os estados da Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e São Paulo, que se juntam ao Distrito Federal, Goiás, Piauí, Tocantins e Maranhão, que já compunham a RB. O documento será encaminhado para avaliação da UNESCO. Mais informações no site do MMA.

Esta ação faz parte do projeto “Apoio técnico e desenvolvimento de processo participativo para a formulação da proposta de ampliação da Reserva da Biosfera do Cerrado”, que tem o objetivo de discutir com os principais atores um processo de redefinição de limites para a Reserva da Biosfera do Cerrado, a partir da definição de critérios e conceitos enfocando a questão geoespacial, no intuito de compor um documento técnico a ser submetido à UNESCO. O projeto é executado pela Greentec Tecnologia Ambiental e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

 

¹Ministério do Meio Ambiente (2018). Comissão aprova limites da Reserva da Biosfera do Cerrado. Disponível em: http://www.mma.gov.br/informma/item/15103-comiss%C3%A3o-aprova-limites-da-reserva-da-biosfera-do-cerrado.html 

²UNESCO (2017). Reservas da Biosfera no Brasil. Disponível em: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/natural-sciences/environment/biodiversity/biodiversity/


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu é ampliado e passa a ser um dos maiores do Cerrado

 

 

Rio Peruaçu, Januária, MG. Foto: ©André Dib

 

 

O Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MSVP) é um conjunto de áreas protegidas localizadas na margem esquerda do Rio São Francisco, entre as regiões norte e noroeste de Minas Gerais e parte do sudoeste da Bahia. Com uma área aproximada de 1.8 milhões de hectares e perímetro de 1.210 km, o Mosaico envolve unidades de conservação ambiental, comunidades tradicionais e a Terra Indígena Xakriabá. Em Minas Gerais, o Mosaico engloba áreas dos municípios de Formoso, Arinos, Chapada Gaúcha, Urucuia, Cônego Marinho, Januária, Itacarambi, Bonito de Minas, São João das Missões, Miravânia e Manga. Atravessado pelo Rio Carinhanha, o território se estende até parte do município de Cocos, na Bahia. O território faz parte da região dos Gerais, imortalizada por João Guimarães Rosa em obras como “Grande Sertão: Veredas”, “Sagarana” e “Manuelzão e Miguilim”. A diversidade ambiental da região, que abriga espécies endêmicas da fauna e flora do Cerrado, convive com a riqueza cultural dos povos tradicionais sertanejos, ribeirinhos, geraizeiros e vazanteiros*.

O Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu foi ampliado de 1.8 milhões de hectares para mais de 3 milhões de hectares. A inclusão de dez unidades de conservação no Mosaico, que agora passam a integrar às 15 UCs já existentes, somando um total de 25 áreas protegidas, ocorreu na última quinta-feira (05), três meses após a proposta ser apresentada para a Câmara Técnica de Gestão Integrada das unidades do MSVP, em que o WWF-Brasil faz parte da coordenação. O conselho consultivo do MSVP aprovou, por unanimidade, o pedido de ampliação do mosaico. Esse é um grande passo para o planejamento e execução de ações conjuntas na prevenção ao desmatamento e maior desempenho das ações de conservação de um dos maiores remanescentes de Cerrado. Veja a matéria completa no site do WWF-Brasil!

No intuito de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do MSVP, o WWF-Brasil e parceiros executam o projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu” com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

*Texto retirado do site Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Gestão integrada e o fortalecimento em rede foram temas do Encontro dos Mosaicos de Áreas Protegidas do Cerrado e Caatinga

Ocorreu na semana passada em Januária (Minas Gerais), entre os dias 10 e 11 de maio, o primeiro Encontro dos Mosaicos de Áreas Protegidas do Cerrado e Caatinga. Este encontro foi organizado pelo WWF-Brasil, Fundação Pró-Natureza (FUNATURA), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Estadual de Florestas (IEF-MG), Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas e Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu e contou com a participação dos grupos dos Mosaicos Capivara-Confusões, Espinhaço-Alto Jequitinhonha-Serra do Cabral, Jalapão, Amazônia Oriental, Veadeiros (ainda em proposta), Espinhaço Meridional (ainda em proposta) e representantes de diversas instituições. O evento ocorreu no âmbito do projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão-Veredas-Peruaçu”, executado pelo WWF-Brasil e com apoio do CEPF Cerrado, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu.

Esta foi a primeira oportunidade de reunir os Mosaicos do Cerrado e da Caatinga para se apresentarem e discutirem diversas ações de gestão integrada, execução de projetos, ações de comunicação e atividades que estão ocorrendo nos diferentes mosaicos. Na ocasião, foram apresentadas também as propostas de criação do Mosaico Veadeiros e Mosaico Espinhaço Meridional que receberam uma carta de apoio dos participantes do encontro e também foi deliberado o próximo local do evento, que será realizado no Mosaico Jalapão, que foi estabelecido recentemente. A Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas (REMAP) também teve um espaço de apresentação, reforçando a importância da atuação em redes para o fortalecimento da gestão integrada e de políticas. No segundo dia foi realizada uma visita técnica ao Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, que propiciou aos participantes o contato com a biodiversidade, com as cavernas e com a arte rupestre e sítios arqueológicos da região do Peruaçu. Os visitantes foram guiados pelos condutores ambientais do parque, que fazem parte da comunidade local e foram capacitados e credenciados pelo ICMBio.

Mais informações sobre o encontro também no site do WWF-Brasil.

 

Reunião dos Mosaicos em Januária, Minas Gerais.
Recepção aos visitantes no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, MG.
Pintura rupestre no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, MG.
Participantes do evento em Januária, MG.. Foto: Felipe Spina / WWF-Brasil

 

 

 

 

WWF realiza ações de educomunicação em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

O projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão-Veredas-Peruaçu” foi aprovado na Primeira Chamada de 2016 do CEPF Cerrado e está em execução pelo WWF-Brasil e tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do MSVP.

O WWF-Brasil tem apostado em oficinas de educomunicação para preencher uma lacuna na formação dos jovens que vivem nas regiões onde projetos voltados para questão socioambiental são implementados. Em abril foi realizada a oficina de educomunicação no Mosaico Sertão Veredas Peruaçu (MSVP), que contou com a presença de 47 crianças, adolescentes, jovens e adultos – entre 12 e 40 anos – representando cerca de dez comunidades e municípios do norte de Minas Gerais, sudoeste da Bahia e um pedaço do Goiás. Leia a matéria na íntegra no site do WWF-Brasil.

 

Rio Peruaçu, Januária, Minas Gerais, Brasil
Foto: André Dib

 

 

 

Oportunidade: FUNATURA está com processo seletivo aberto para consultoria individual em diferentes funções

A Fundação Pró-Natureza – FUNATURA está com processo aberto de Seleção de Consultor Individual (Solicitação de Manifestação de Interesse) visando as seguintes funções: 
a) Um técnico para a Gestão Administrativa e Financeira do Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº004/2017 (Prazo prorrogado até 27/11/2017– PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
b) Um técnico para a Coordenação do Tema Extrativismo Vegetal do Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº005/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
c) Um técnico para a Coordenação do Tema Turismo Ecocultural de Base Comunitária do Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº006/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
d) Um técnico para a Elaboração do Zoneamento Socioambiental do Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu referente ao Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº007/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
e) Um técnico para a Elaboração de Mapas Temáticos para subsidiar o Zoneamento Socioambiental do Mosaico Sertão Veredas – Peruaç referente ao Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº008/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
Para participar da seleção, os candidatos deverão enviar por e-mail o currículo detalhado até às 23h59min do dia 28/11/2017 para: funatura@funatura.org.br. Mais informações no site da FUNATURA.
FUNATURA: +55 (61) 3274-5449

Curso “Criação e Gestão de Unidades de Conservação em Áreas Urbanas” será oferecido em Brasília

O curso “Criação e Gestão de Unidades de Conservação em Áreas Urbanas: aspectos conceituais, legais e práticos” que será oferecido entre os dias 27 de novembro e 02 de dezembro de 2017 pelo arquiteto e urbanista Miguel von Behr, tem o objetivo de capacitar e desenvolver o profissional da área ambiental e urbana na integração da gestão territorial e participativa.

As aulas irão ocorrer no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), localizado em Brasília (DF). Mais informações e detalhes sobre o curso estão disponíveis neste folder:

 

Simpósio Reservas da Biosfera Brasileiras

 

Dia 22 de setembro acontecerá em Brasília o Simpósio Reservas da Biosfera Brasileiras com o tema “Parcerias e Ações Transformadoras”. O evento ocorrerá no Centro de Excelência do Cerrado — Cerratenses, localizado no Jardim Botânico de Brasília.

O evento conta com a seguinte programação:

8h30 – Bom Dia! 

9h – Reserva da Biosfera do Pantanal

9h20 – Reserva da Biosfera da Caatinga

9h40 – Reserva da Biosfera da Amazônia Central

10h00 – Reserva da Biosfera da Serra do Espinhaço

10h20 – Lanche

11h – Reserva da Biosfera da Mata Atlântica

11h20 – Reserva da Biosfera do Cinturão Verde da Cidade de São Paulo

11h40 – Reserva da Biosfera do Cerrado

12h00 – Debate

13h30 – Encerramento

Participem!

Decreto regulamenta a primeira Estação Ecológica do estado de Goiás

A Secretaria de Meio Ambiente do estado de Goiás divulgou a publicação do decreto que cria a primeira estação ecológica estadual. A Estação Ecológica Chapada de Nova Roma conta com aproximadamente 6 mil hectares e está localizada no município de mesmo nome.

A unidade de conservação conta com grande importância biológica para o Cerrado, pois abriga nascentes e corpos d’água que contribuem diretamente com o rio Paranã, além de acolher espécies endêmicas da flora e da fauna. De acordo com a SECIMA, os levantamentos apontaram a ocorrência de espécies críticas da fauna, como o tatu-canastra, lobo-guará, onça-pintada, gato-do-mato-pequeno e a jaguatirica.

A área está localizada próxima ao Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, o que contribui na ampliação das áreas protegidas na região e na formação de corredores ecológicos. A reportagem completa pode ser acessada neste link.

Área da Estação Ecológica Chapada Nova Roma (GO), imagem retirada do site da SECIMA-GO. Fonte: http://www.secima.go.gov.br/post/ver/223058/goias-cria-sua-primeira-estacao-ecologica