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Cooperativa Grande Sertão divulga termo de referência para contratar serviço técnico especializado

A Cooperativa Grande Sertão vem desenvolvendo ações em torno da sustentabilidade e da agroecologia, discutindo novos conceitos, apresentando soluções e desenvolvendo estratégias de ação colaborativa no intuito de promover o fortalecimento das comunidades agroextrativistas. Dentre as ações desenvolvidas destaca-se um processo contínuo de transferência e construção do conhecimento com práticas de formação em associativismo e cooperativismo, boas práticas de produção e desenvolvimento de produtos alimentícios com frutos do Cerrado, além de buscar fortalecer a gestão e conservação dos territórios rurais onde se pratica o agroextrativismo sustentável.

Dessa forma cadeias produtivas de frutos do Cerrado vêm sendo organizadas, construídas e fortalecidas, como exemplo: o buriti (Mauritia flexuosa) que ocorre em regiões de veredas com abundância de água, vem sendo aproveitado de forma sustentável para a produção de polpas e extração de óleos; o pequi (Caryocar brasiliense) utilizado para a produção de farinhas, polpas e óleos; o coquinho-azedo (Butia captata) utilizado para produção da polpa congelada, cervejas e doces; o baru (Dipteryx alata), que além do consumo in natura, está sendo em experimento para a produção de óleos e outros produtos em potencial, que estão em processo de desenvolvimento. A Cooperativa segue buscando formas de ampliar o trabalho para novas comunidades e municípios do norte de Minas Gerais, com foco em fortalecer as economias locais e promover a conservação dos ecossistemas.

Neste sentido, a Cooperativa Grande Sertão torna público aos/as interessados/as o termo de referência para a contratação de serviço técnico especializado para apoiar às atividades de assistência técnica, visando a padronização e a melhoria contínua da qualidade nutricional e sanitária dos produtos do Cerrado que são coletados, processados e comercializados pela Cooperativa. O objetivo é potencializar o uso sustentável dos frutos nativos do Cerrado e fortalecer as economias das comunidades agroextrativistas, visando as melhores práticas de manejo e conservação do hotspot Cerrado e do corredor Grande Sertão Veredas-Peruaçu dentro do projeto “Grande Sertão – Extrativismo, Conservação e Renda”.

Os profissionais interessados em executar os serviços apresentados terão até o dia 27 de julho de 2020 às 23h59m, para enviarem via e-mail as suas propostas, juntamente com a documentação solicitada conforme descrito no Termo de Referência.

Para mais informações, entre em contato com:

José Fábio Soares

telefone: (38) 3223-2285

e-mail: cooperativagrandesertao@gmail.com

 

Acesse o Termo de Referência:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Agricultores familiares lançam loja virtual com produtos dos biomas Cerrado e Caatinga

O e-commerce da Central do Cerrado reúne mais de 30 associações e cooperativas de diferentes pontos do país

Extrativismo de pequi (Caryocar brasiliense), Comunidade de Pedras, Januária, MG. Foto: Andre Dib

Baru, jatobá, pequi, umbu. Ingredientes regionais que simbolizam a biodiversidade encontrada nos sabores brasileiros. A safra do Cerrado e da Caatinga inspira agricultores que residem nestes territórios — nos Estados de Minas Gerais, Distrito Federal, Tocantins, Bahia, Mato Grosso do Sul, Mato Grosso, Maranhão, Pará e Goiás — a beneficiarem produtos alimentícios e a produzirem artesanato com riqueza cultural que garante autonomia e renda.

Comunidades de agricultores familiares extrativistas protagonizam esse trabalho, que raramente ocupam as prateleiras dos supermercados. Juntas elas formam a Central do Cerrado: uma cooperativa formada por mais de 30 organizações comunitárias (entre cooperativas e associações) e funciona como uma ponte entre quem produz e quem consome. Em tempos de fortalecimento do serviço de entregas, a Central inaugura uma nova plataforma onde o internauta de qualquer lugar do país encontra mais de 200 itens e pode recebê-los sem sair de casa.

“Com a situação do COVID19 e isolamento social muitas dessas comunidades tiveram o escoamento de sua produção comprometidos. A venda pela loja virtual é uma forma de escoar os produtos dessas comunidades e garantir renda para as famílias agroextrativistas. A comercialização ajuda a manter o Cerrado e Caatinga em pé, conservar a biodiversidade nativa, incentiva a permanência no campo, valoriza a cultura local e o modo de vida tradicional”, ressalta o secretário executivo da Central do Cerrado, Luis Roberto Carrazza.

As agroindústrias das comunidades de produtores da Central do Cerrado operam observando os cuidados básicos de distanciamento social, uso de máscaras, cuidados redobrados de higienização pessoal, esterilização das estruturas de equipamento e insumos: detalhes também observados pela equipe da Central do Cerrado no preparo e envio dos pedidos da loja virtual.

Castanhas-de-pequi (Cooperuaçu). Foto: Marcus Desimoni / NITRO

Produtos da sociobiodiversidade 

Entre as opções de compra estão alimentos como farinhas especiais com destaque para o mesocarpo de babaçu (500g, R$ 15) da Cooperativa dos Pequenos Produtores Agroextrativistas de Esperantinópolis (Coopaesp) da comunidade tradicional das quebradeiras, de Esperantinópolis, no Maranhão; as farinha de buriti (1 kg, R$ 50) da cooperativa Grande Sertão de Montes Claros, Norte de Minas Gerais — além do flocão de milho não-transgênico (500g, R$ 7) (matéria-prima para o cuscuz nordestino) da Cooperativa Agropecuária Mista Regional de Irecê (Copirecê), de Irecê, na Bahia.

As castanhas brasileiras também ganham destaque no novo site, entre elas a castanha-de-baru da cooperativa Copabase (300g, R$35), super proteica e energética, um dos grandes ícones do Cerrado. Pouco utilizada pelos chefs de cozinha, a castanha-de-pequi (100g, R$15) também figura entre as oleaginosas oferecidas pela Central do Cerrado lado a lado da amêndoa de licuri torrada (100g, R$7), da Cooperativa de Produção da Região do Piemonte da Diamantina (Coopes), também chamado de coquinho na Bahia e rico em proteínas. Na categoria bebidas a página apresenta o licor de pequi da marca familiar Savana Brasil (700ml, R$70) e a cerveja de coquinho azedo fruit beer (600ml, R$ 25)  da cooperativa Grande Sertão, de Montes Claros, Minas Gerais.

Castanha-de-baru (Copabase). Foto: Raimundo Sampaio / Acervo Cajuí Comunicação Digital

Além dos produtos, o internauta encontra informações sobre a origem social das comunidades produtoras e a origem territorial. Entre os conteúdos da plataforma estão receitas, fichas técnicas e dicas de uso.

Saiba mais sobre a Central do Cerrado

A Central do Cerrado é uma cooperativa formada por diversas organizações comunitárias de agricultores familiares extrativistas do Cerrado e da Caatinga. Nossa missão é manter os modos de vida tradicionais e conservação dos territórios onde vivem esses povos a partir da comercialização de produtos desenvolvidos através do uso sustentável da biodiversidade nativa.

Serviço
Lançamento loja virtual Central do Cerrado

Dia 15/05 (sexta-feira)
Produtos Ecossociais do Cerrado e da Caatinga

Entregas em todo o Brasil
www.centraldocerrado.org.br

 Contato para imprensa: cajui@cajuicomunicacaodigital.com.br


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

COPABASE lança série de cartilhas voltada aos agricultores familiares

A Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, fundada em 23 de fevereiro de 2008, na cidade de Arinos/MG é promotora na articulação de ações voltadas ao Desenvolvimento Regional Sustentável e que viu na estruturação de grupos de interesse em diversas cadeias produtivas agroextrativistas, a necessidade de organização e autonomia das famílias de agricultores familiares e extrativistas em um instrumento jurídico capaz de atuar não somente na organização da produção, mas garantir o processamento e a comercialização dos produtos que surgem daí mantendo o princípio da sustentabilidade.

Através do apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), a COPABASE vem executando o projeto Práticas sustentáveis de produção como promotoras de conservação da biodiversidade no Sertão Urucuiano, cujo objetivo é promover à diversificação da produção agroextrativista com manejo sustentável por meio da estruturação coletiva das famílias na região da bacia do Rio Urucuia, um dos principais afluentes do São Francisco. Ao longo de sua atuação, o projeto já disseminou tecnologias e práticas sustentáveis de produção agroextrativista, segurança alimentar e organização socioeconômica e desenvolveu ações de conservação da biodiversidade do cerrado Urucuiano, por meio do envolvimento das famílias rurais e rede de organizações parceiras. Um dos produtos deste trabalho de disseminação foram as cartilhas, que abordam temas como: agroecologia, cooperativismo, água, pragas e doenças, etc. Todo este material será distribuído aos agricultores familiares nas áreas de atuação do projeto.

Até então, através da assistência técnica e visitas realizadas pela equipe, o projeto coletou diversos dados, fez georreferenciamento das propriedades e atingiu uma área de abrangência que soma 2.500 ha. Em Dezembro de 2019, as comunidades envolvidas passaram de 20 para 52, envolvendo agricultores extrativistas de 10 cidades do entorno da cooperativa.

Acesse as cartilhas na íntegra:

 

Ficou interessado?  Conheça a COPABASE e seus produtos através do site!

Conheça mais projetos apoiados pelo CEPF Cerrado e IEB no nosso site.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Cadeia produtiva do baru – boa, limpa e justa

por Luana Campos, via ECOA

Castanha típica do Cerrado, o baru (Dipteryx alata) vem conquistando cada vez mais espaço, dentro e fora do país, com alto valor agregado. Isso porque, além do ótimo sabor, e de seus comprovados benefícios à saúde, o fruto do baruzeiro possui um forte componente socioambiental.

1a Oficina sobre o Comércio Justo e Solidário do Baru no IX Encontro e Feira dos Povos do Cerrado, Brasília, DF. Foto: © Acervo Cajuí Comunicação

O assunto foi abordado na “1ª Oficina para o Comércio Justo e Solidário da Cadeia do Baru”, durante o IX Encontro e Feira dos Povos do Cerrado. Organizada pela Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária (Copabase), a oficina contou com financiamento do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) Cerrado e apoio da ECOA, Rede Cerrado, Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), entre outras instituições.

No Cerrado, o extrativismo do baru, tem promovido a geração de renda, autonomia e o resgate da autoestima dos agricultores familiares extrativistas. Um processo virtuoso que ajuda a fixar as famílias e os jovens no campo, contribuindo de maneira direta na conservação do bioma.

Para a extrativista e diretora do Centro de Produção, Pesquisa e Capacitação do Cerrado (Ceppec), Rosana Sampaio, “as comunidades estão por dois motivos trabalhando com o baru: um é o principal deles, a conservação dessas espécies, desse modo de vida, a preservação do local em que nós vivemos. Porque nós queremos deixar pros nossos filhos, um ambiente equilibrado, e nós lutamos por isso. E a outra é que precisamos fomentar para permanecer existindo ali, precisamos da geração de renda”.

Leia a matéria completa no site da ECOA!

Projeto Corredor Miranda-Bodoquena

projeto Corredor Miranda-Bodoquena: preenchendo lacunas socioambientais, que foi executado pela ECOA e contou com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), foi encerrado este ano e teve objetivo de auxiliar a revegetação e conservação do Cerrado, através do fortalecimento do extrativismo não madeireiro por comunidades e assentados do Mato Grosso do Sul.

Com a proposta de otimizar o processo de restauração florestal iniciado em 2016 em três assentamentos rurais; melhorar a gestão da coleta de frutos do Cerrado, como baru e bocaiúva e sensibilizar o mercado, promovendo a valorização dos subprodutos dos frutos nativos do Cerrado, o projeto alcançou impactos importantes para a região.

Ao final, o projeto ampliou 1 dos 22,95 hectares de áreas do Cerrado sul-mato-grossense que foram cercadas em 2016, com apoio de outro projeto. Essa área está em restauração, restabelecendo a vegetação nativa e a recuperação de 03 nascentes/córregos: Córrego Madalena e Córrego Lima, no Assentamento Andalucia, Nioaque; e Córrego Agachi, Assentamento Bandeirantes, Miranda. Na área também foram registradas o retorno da presença de fauna nativa, como guaxinim ou cachorro-do-mangue e o tuiuiú. Além deste processo de restauração, a equipe do projeto trabalhou o fomento à produção de mudas de espécies nativas do Cerrado, feitas por assentados, em seus próprios lotes, dando-lhes condições de acesso às mudas, que são dificilmente encontradas para venda em viveiros públicos ou privado no estado. Até o final do projeto foram produzidas 100 mudas de baru, que foram destinadas ao plantio nas áreas cercadas. Também foram produzidas 50 mudas de guavira, em estágio inicial, 50 mudas de jatobá, e o projeto finalizou com as sementes de murici, que serão semeadas ainda este ano.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Compostagem em comunidades tradicionais geraizeiras

por Mario Alberto Santos, via Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB)

Este folheto é um guia didático para auxiliar na instalação de um modelo de compostagem feito no âmbito da Oficina Pedagógica para tratamento de resíduos sólidos orgânicos e produção de insumos agrícolas. Esta oficina compõe as atividades do Projeto Quintais Produtivos, Agroecologia e Segurança Alimentar no vale do rio Guará, São Desidério-BA, que tem o objetivo de apresentar e divulgar tecnologias sociais e práticas sustentáveis para a produção agroecológica de alimentos, para a recuperação, conservação do solo e para o tratamento de resíduos sólidos orgânicos em comunidades tradicionais Geraizeiras no oeste da Bahia. O financiamento do projeto é do CEPF Cerrado (sigla em inglês para Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos), fundo internacional administrado no Brasil pelo IEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil), localizado em Brasília-DF. A responsabilidade técnica é do Grupo de Pesquisa e Extensão: Educação Geográfica, Diálogo de Saberes e Cerrado, da Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB), e tem parceria com a Fundação Escola Politécnica da Bahia (FEP-BA), responsável pela gestão financeira.

Acesse a versão disponível em pdf.

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Riacho dos Machados lança termo de referência para contratação de serviços em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

Foto: Aryanne Amaral / Acervo IEB

O projeto “Cuidando do Cerrado e Promover a Vida”, que é executado pelo Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Riacho dos Machados e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa capacitar 70 famílias de agricultores(as) geraizeiros(as) das comunidades distribuídas no território de Riacho dos Machados (MG), que compõem a área prevista para a criação da Reserva de Desenvolvimento Suestetável Tamanduá e Poções.

O projeto lança o edital para contratação de empresa de consultoria especializada em gestão de recursos, boas práticas produtivas, inovação produtiva na agricultura familiar e processos de conservação de água, solo e produção de alimentos para execução de atividades ligadas ao projeto, de acordo com o termo de referência. Interessados devem enviar suas propostas até às 23h59 horas do dia 30 de agosto de 2019. Para mais detalhes sobre o processo seletivo, acesse o termo de referência.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projetos em foco: Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos

Entre os dias 1 e 2 dezembro de 2018, a Associação Rede Rio São Bartolomeu de Mútua Cooperação – Rede Bartô promoveu um curso de implantação de sistemas agroflorestais em parceria com o especialista Felipe Caltabiano, através do projeto Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). O curso envolveu representantes da Rede Bartô e os beneficiários diretos do projeto, que são os produtores rurais do Assentamento Oziel Alves, localizado em Planaltina (DF).

O projeto Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos, que é executado pela própria Rede Bartô, visa beneficiar comunidades de agricultores familiares que se encontram no Cerrado, no RIDE Brasília e fazem parte de uma área chave para a biodiversidade. Um dos componentes principais deste projeto é contribuir com a segurança alimentar e melhoria de renda das famílias mediante a produção orgânica de alimentos nas agroflorestas, promovendo paisagens produtivas sustentáveis, que servirão de modelo e exemplo para todos os comunitários replicarem.

No decorrer do Curso de Implantação de Sistemas Agroflorestais foi realizado o plantio de uma área de 500 m², com foco na produção de hortaliças de ciclos, raízes e frutas. Além das espécies de produção, também foram semeadas espécies arbóreas a partir de sementes e espécies nativas do Cerrado. Além destas atividades, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em consórcios de hortaliças, utilização de diferentes tipos de material orgânico para cobertura de solo, aplicação dos sistemas agroflorestais para diferentes sistemas de produção, etc. De acordo com a equipe da Rede Bartô, “os produtores puderam compartilhar sua experiência com sistemas agroflorestais e relataram a grande melhoria em suas propriedades, desde que começaram a trabalhar dentro desta lógica de produção. A grande maioria já se encontra bem apropriada dos princípios básicos dos SAF’s e estão entusiasmados com as perspectivas e potencialidades destes modelos de produção”.

Quer conhecer os outros projetos apoiados pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)? Acesse o nosso site ou inscreva-se no nosso boletim eletrônico.

 

Plantio de hortaliças dentro do Sistema Agroflorestal.
Equipe da Rede Bartô e agricultores.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projetos em foco: Práticas Sustentáveis de Produção

©COPABASE
©COPABASE

 

O projeto “Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano”  promove e fortalece as cadeias produtivas associadas ao uso sustentável dos recursos naturais e a restauração ecológica, através da diversificação da produção agroextrativista com manejo sustentável por meio da estruturação coletiva das famílias dentro da Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, que está localizada na região da bacia do Rio Urucuia, um dos principais afluentes do São Francisco.

No mês de setembro a equipe da COPABASE iniciou a construção do seu viveiro, onde serão produzidas aproximadamente 5.000 mil mudas entre espécie exóticas, como acerola, goiaba, tamarindo, maracujá, e as nativas com valor econômico, como baru, ipê, cagaita e jatobá. As mudas produzidas serão doadas aos cooperados, para que executem as atividades de restauração de áreas degradas e a implantação de sistemas agroextrativistas familiares.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

FENABARU 2018: Segunda Festa Nacional do Baru | Programação Completa|

Vêm aí a Segunda Festa Nacional do Baru (FENABARU 2018) que ocorrerá no município de Arinos, Minas Gerais de 16 a 19 de agosto de 2018. Nosso parceiro, a Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, é um dos parceiros desta iniciativa, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano, que visa diversificar a produção agroextrativista sustentável nos municípios de Arinos, Riachinho, Bonfinópolis de Minas, Urucuia, Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Natalândia e Pintópolis.

 

Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

 

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

FENABARU 2018: Segunda Festa Nacional do Baru

 

Vêm aí a Segunda Festa Nacional do Baru (FENABARU 2018) que ocorrerá no município de Arinos, Minas Gerais de 16 a 19 de agosto de 2018. Nosso parceiro, a Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, é um dos parceiros desta iniciativa, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano, que visa diversificar a produção agroextrativista sustentável nos municípios de Arinos, Riachinho, Bonfinópolis de Minas, Urucuia, Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Natalândia e Pintópolis.

Confira parte da programação:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.