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Categoria: Biodiversidade

WWF-Brasil lança a publicação “Cerrado, promovendo a sociobiodiversidade” com apoio do CEPF Cerrado e Instituto Humanize

via WWF-Brasil

O Cerrado vive um momento crítico pois, atualmente, é o bioma mais desmatado do Brasil. Em seis meses, de outubro/2018 a março/2019, perdeu 47.700 hectares, quase o dobro da área suprimida da Amazônia, por exemplo, segundo dados do MapBiomas.

Dos mais de 2 milhões de quilômetros quadrados de vegetação original do Cerrado, resta menos da metade. Assim, o Mosaico Sertão Veredas Peruaçu, com seu percentual de 63% de vegetação natural conservada, representa uma área fundamental para se garantir a integridade e a conservação de áreas remanescentes de Cerrado: praticamente um oásis no Brasil.

Extrativismo de coquinho azedo (Butia capitata) – Comunidade do Onça, Januária, MG. ©Andre Dib/Acervo WWF-Brasil

Faça o download gratuito da publicação e conheça como o WWF-Brasil, com o Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF – sigla da versão em inglês para Critical Ecossystem Partnership Fund) e o Instituto Humanize, está trabalhando pela conservação do bioma e de sua sociobiodiversidade.

O WWF-Brasil executou o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que teve o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto contou com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Acesse a publicação na íntegra:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Simpósio “Flora em Debate” acontece em março na cidade de Belo Horizonte

Acontece no dia 19 de março, em Belo Horizonte, o Simpósio “Desafios na conservação de plantas raras. O caso das espécies de Dimorphandra”.  Este simpósio é uma das ações do Plano de Ação Nacional para conservação do faveiro-de-wilson, uma espécie de árvore rara e endêmica de Minas Gerais, ameaçada de extinção.

O simpósio é também parte integrante do Projeto “Manejo e Proteção do faveiro-de-Wilson (Dimorphandra wilsonii)”, que conta com apoio do Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos e Instituto Internacional de Educação do Brasil. No evento, especialistas e colaboradores que trabalham com esta espécie, bem como com outra espécie de árvore igualmente rara na região, o faveiro-da-mata, mostrarão os últimos avanços na pesquisa e conservação destas espécies, bem como debaterão os caminhos a seguir.

O projeto “Manejo e Proteção do faveiro-de-wilson” é executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte e teve início em novembro de 2017 e conta com várias ações em andamento, dentre elas encontros, capacitações e visitas às áreas de ocorrência da espécie, atuando em uma extensão de 5.215 km², onde estão os 18 municípios de ocorrência do faveiro. Saiba mais sobre as ações do projeto!

Se você tem interesse em participar do simpósio, entre no site e faça sua inscrição.

https://floraemdebate.wixsite.com/floraemdebate

Confira a programação!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Bicudos na natureza

O bicudo (Sporophila maximiliani) é uma das aves mais raras e ameaçadas do Brasil e atualmente são desconhecidas populações em vida livre no país. O último registro na natureza ocorreu no final de 2014, onde uma pequena população foi localizada no interior do estado de Mato Grosso, que desde então não foi mais avistada. No restante do país, o bicudo foi extinto em praticamente toda sua área de ocorrência.

A reintrodução de casais do bicudo começou em novembro de 2018 em Januária no norte de Minas, área que abrange o Corredor Sertão Veredas-Peruaçu. Desde então, 34 bicudos foram reintroduzidos com sucesso numa área de Reserva Particular do Patrimônio Natural (RPPN) e vem sendo monitorados pela equipe do projeto Reintrodução do bicudo em áreas-chave para a conservação do Cerrado. Para entender melhor as etapas que envolvem a reintrodução dos bicudos, o programa Terra da Gente acompanhou a soltura de um casal na área do projeto. Clique aqui no post e confira o programa na íntegra:

Além da reintrodução, o projeto também tem o importante papel de gerar conhecimento científico sobre a espécie, e portanto, apresentou alguns dos resultados no último Congresso Brasileiro de Ornitologia que foi realizado em julho deste ano em Vila Velha (ES). O projeto é apoiado pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado) e Instituto Internacional de Educação do Brasil e é executado pelo Instituto Ariramba de Conservação da Natureza com o apoio de diversos profissionais de diferentes instituições e universidades do Brasil.

Conheça mais projetos apoiados pelo CEPF Cerrado e IEB no nosso site.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.