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Autor: iieb

Qual a importância do Cerrado para a biodiversidade global?

Cerrado é o maior hotspot no Hemisfério Ocidental, cobrindo mais de 2 milhões de km² no Brasil e partes menores (cerca de 1%) da Bolívia e do Paraguai. O bioma Cerrado é o segundo maior bioma da América do Sul, cobrindo uma área de 2.039.386 km², 24% do território do Brasil.

 

 

Reconhecido como um hotspot global de biodiversidade, o Cerrado destaca-se pela abundância de espécies endêmicas, abrigando aproximadamente 12.070 espécies de plantas nativas catalogadas, das quais 34,9% (4.208) são endêmicas¹. O Cerrado contém 13,4% de todas as espécies de plantas na região neotropical e 1,5% de todas as espécies de plantas do mundo. A grande diversidade de habitats resulta em transições notáveis entre as diferentes tipologias de vegetação. Um total de 251 espécies de mamíferos vive no Cerrado, juntamente com avifauna rica, que compreende 856 espécies. A diversidade de peixes (800 espécies), répteis (262 espécies) e anfíbios (204 espécies) também é elevada. Por essas razões, em termos biológicos, o Cerrado é considerado uma das regiões de savana tropical mais ricas do mundo².

Mauritia flexuosa, buriti/©Bento Viana. Acervo ISPN

Além de suas especificidades ambientais, o Cerrado também apresenta grande importância social. Muitas pessoas dependem dos recursos naturais que o bioma oferece para sobreviver com qualidade de vida, incluindo grupos indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos e quebradeiras de coco babaçu, que são parte do patrimônio histórico e cultural do Brasil e compartilham o conhecimento tradicional da biodiversidade. Mais de 220 espécies são conhecidas para uso medicinal e muitas frutas nativas são regularmente consumidas por moradores locais e vendidas nos centros urbanos, como o pequi (Caryocar brasiliense Cambess.), buriti (Mauritia flexuosa L.f.), mangaba (Hancornia speciosa Gomes), cagaita (Eugenia dysenterica (Mart.) DC.), bacupari (Salacia crassifolia (Mart. ex Schult.) G.Don), araticum (Annona crassiflora Mart.) e baru (Dipteryx alata Vogel).

No entanto, numerosas espécies de plantas e animais estão ameaçadas ou correm risco de extinção. Estima-se que 20% das espécies nativas e endêmicas não são protegidas por nenhuma das áreas protegidas legais e pelo menos 339 espécies de animais que ocorrem no Cerrado estão ameaçadas de extinção, de acordo com as listas oficiais. Depois da Mata Atlântica, o Cerrado é o bioma brasileiro que mais sofreu com a ocupação humana. É esta combinação de condições, elevada biodiversidade e alto grau de ameaça pela perda de habitat, que fez com que esses dois biomas fossem considerados prioritários para o investimento em conservação da biodiversidade e serviços ecossistêmicos.

Apesar das ameças, o conhecimento sobre a biodiversidade do Cerrado evoluiu significativamente na última década. No entanto, muitas lacunas que ainda existem sugerem a necessidade de maiores investimentos em inventários e estudos para diferentes grupos biológicos³. Pesquisas mostram que, entre 1998 e 2008, 1.300 novas espécies de vertebrados foram descritas por cientistas no Brasil4. Destas, 347 espécies de vertebrados foram encontradas em locais de Cerrado, sendo 222 novas espécies de peixes, 40 anfíbios, 57 répteis e 27 mamíferos. Estes números reveladores reforçam a relevância biológica colossal do Cerrado.

Pato-mergulhão/©Marcelo Ismar Santana. Acervo Instituto Amada Terra

Com estes dados não temos dúvida sobre a importância biológica do Cerrado. O tamanho deste hotspot, a complexidade de sua heterogeneidade ambiental, os altos níveis de endemismo de espécies e as ameaças iminentes constituem um grande desafio em relação à conservação de sua biodiversidade e dos serviços ecossistêmicos, bem como para a promoção de desenvolvimento mais sustentável na região, incluindo os habitantes que vivem em estreito contato com a natureza.

Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fundvem atuando desde 2000 para assegurar a participação e contribuição da sociedade civil na conservação de alguns dos ecossistemas mais ricos do mundo do ponto de vista biológico, porém atualmente ameaçados. O objetivo é promover a conservação em áreas biológicas de alta prioridade e numa escala de paisagem. Em 2013, o Conselho de Doadores do CEPF selecionou o Cerrado como um dos hotspots prioritários para investimentos na promoção da conservação entre os anos de 2016 e 2021. Para garantir que a estratégia CEPF tenha impacto significativo sobre a conservação da biodiversidade no hotspot, alguns investimentos se concentram em determinadas espécies e regiões prioritárias. Neste sentido, o CEPF Cerrado trabalha com uma linha específica de apoio a proteção das espécies ameaçadas no hotspot, onde seis espécies prioritárias entre as 1.593 consideradas espécies vulneráveis ou insubstituíveis foram selecionadas para investimentos. Conheça as espécies e os projetos que trabalham no apoio a sua proteção e conservação no Cerrado:

Classe Família Espécie Projeto
Magnoliopsida Cactaceae Uebelmannia buiningii Ecologia e recuperação de Uebelmannia buiningiiInstituto Jurumi
Magnoliopsida Fabaceae Dimorphandra wilsonii (faveiro-de-wilson) Manejo e proteção do faveiro-de-wilson – Sociedade dos Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte
Aves Columbidae Columbina cyanopis (rolinha-do-planalto) Salvando a rolinha-do-planalto e seu habitat único no CerradoSAVE Brasil
Aves Thraupidae Sporophila maximiliani (bicudo) Reintrodução do bicudo em áreas-chave para a conservação do CerradoInstituto Ariramba
Aves Anatidae Mergus octosetaceus (pato-mergulhão) Evitando a extinção do pato-mergulhão Instituto Amada Terra
Amphibia Hylidae Phyllomedusa/ Pithecopus ayeaye Conservação de Pithecopus ayeaye, espécies relacionadas e seus ecossistemasInstituto Araguaia

 

Columbina cyanopis, rolinha-do-planalto/©Ciro Albano. Acervo SAVE Brasil

Para o Cerrado, estas seis espécies que são altamente ameaçadas globalmente e que possuem Plano de Ação Nacional (PAN), ou fazem parte de um regional, foram priorizadas para investimentos do CEPF. Por meio da coordenação com os Grupos de Apoio aos Planos de Ação Nacional (GAPANs) foram identificadas ações prioritárias estabelecidas nos PANs relacionadas à estas espécies prioritárias. O financiamento do CEPF também vêm buscando apoiar a implementação dessas ações, especialmente as que estão relacionadas com a gestão e proteção dos habitats. O grande objetivo do CEPF Cerrado é melhorar o estado de conservação destas espécies.

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos CEPF Cerrado e o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) trabalham para contribuir com a proteção destas espécies e com a conservação do Cerrado, através de apoio a projetos em diferente regiões do bioma. Esse apoio confere incentivos à expansão e criação de áreas protegidas, proteção às espécies ameaçadas, apoio à restauração e ao monitoramento ambiental, entre outros. O objetivo é promover a conservação em áreas biológicas de alta prioridade e numa escala de paisagem. A partir desta perspectiva, o CEPF identifica e apoia uma abordagem regional, envolvendo uma ampla gama de instituições públicas e privadas para atender as necessidades de conservação por meio de esforços coordenados. O CEPF é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão e Banco Mundial, com vistas a oferecer financiamento para proteção de ecossistemas únicos e ameaçados – conhecidos também como hotspots de biodiversidade.

Saiba mais sobre nossas ações no Cerrado em http://cepfcerrado.iieb.org.br/lista-projetos/!


Texto extraído do Critical Ecosystem Partnership Fund. 2017. Perfil do ecossistema: hotspot de biodiversidade do Cerrado. Org. Sawyer, D. et al., Brasília, DF: Supernova.

Referências:

¹FORZZA, R.C. et al. New Brazilian floristic list highlights conservation challenges. BioScience, Oxford, v. 62, p. 39-45, 2012.

²MITTERMEIER, R.A. et al. Hotspots revisited: earth’s biologically richest and most endangered terrestrial ecoregions. Washington, D.C.: Cemex, 2004.

³MARINHO-FILHO, J. et al. Evolução do conhecimento e da conservação do Cerrado brasileiro. In: DINIZ, I. R. et al. (Org.). Cerrado: conhecimento científico quantitativo como subsídio para ações de conservação. Brasília: Thesaurus, 2010. p. 13-31.

4CAVALCANTI, R. B. et al. Cerrado. In: SCARANO, F. R. et al. (Org.). Biomas brasileiros: retratos de um país plural. Rio de Janeiro: Casa da Palavra; CI, 2012. p. 56-91.

 

Unidades de conservação municipais urbanas no Cerrado

por Luiz Paulo Pinto, Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda.

As unidades de conservação municipais constituem um dos pilares das estratégias para conservação da biodiversidade do Cerrado ao exercer um papel chave na conexão da paisagem natural, na proteção de populações de espécies da fauna e flora nativa, e ao manter serviços ambientais essenciais para a população como o abastecimento de água, moderação de ondas de calor, além de proporcionar espaços para lazer e recreação, apenas para citar uns exemplos. Ao mesmo tempo, as unidades de conservação estão cada vez mais próximas dos ambientes urbanos e a forte pressão do processo de urbanização e as necessidades da grande população das cidades em todo o país ampliam os desafios para a conciliação entre a proteção da biodiversidade e o desenvolvimento da infraestrutura urbana com suas implicações sociais, econômicas e ambientais.

Participantes do curso “Criação e gestão de unidades de conservação municipais urbanas no Cerrado” em Goiânia (GO). Foto: Acervo Ambiental 44 Ltda.

Para isso, é fundamental contar com pessoal capacitado na criação e gestão de uma rede integrada de espaços protegidos mantidos pelos municípios. Este foi o propósito do curso “Criação e Gestão de Unidades de Conservação Municipais Urbanas do Cerrado”, que aconteceu no mês de abril, em Goiânia, GO. Foram abordados os aspectos conceituais, técnicos e legais que embasam o planejamento e implantação das unidades de conservação municipais, fundamentadas em uma visão integrada do território e de gestão participativa. O treinamento explorou os principais desafios práticos do processo de implantação de unidades de conservação municipais no contexto urbano e periurbano com uma visão da nova agenda sobre biodiversidade e cidades sustentáveis. Entre os participantes estavam gestores municipais e estaduais, ONGs, profissionais liberais e membros da academia. O curso foi uma parceria entre a Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda., MvB Consultores Associados Ltda. e o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG), vinculado ao Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), e foi ministrado pelo arquiteto urbanista e ambientalista Miguel von Behr, mestre em planejamento urbano e regional com ampla experiência em unidades de conservação em diversas regiões do Brasil.

A iniciativa contou com o apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), da Associação Nacional de Órgãos Municipais de Meio Ambiente (ANAMMA), da Associação Goiana de Municípios (AGM), da Agência Municipal do Meio Ambiente de Goiânia, e do projeto “Áreas Protegidas e outras medidas de conservação baseadas em áreas no nível de governos locais”. Essa iniciativa, também conhecida “Áreas Protegidas Locais” (https://www.giz.de/en/worldwide/69389.html), é um projeto do Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil, Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (MADS) da Colômbia, Ministério do Ambiente (MAE) do Equador e Ministério do Ambiente (MINAM) do Peru. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha (BMU, sigla em alemão) apoia o projeto por meio da Iniciativa Internacional para o Clima (IKI, sigla em alemão). A implementação nos quatro países é realizada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade e pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN).

Conhecendo as Unidades de Conservação Municipais

O curso fez parte do projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado”, que tem como objetivo dimensionar a representatividade e importância das unidades de conservação municipais para a proteção da biodiversidade e serviços ambientais no Cerrado. Tendo em vista que a conservação acontece na escala local, a maior visibilidade das unidades de conservação municipais pode fortalecer uma agenda de proteção local oficial, evidenciando e estimulando o desenvolvimento de capacidades e recursos financeiros para melhoria da efetividade na implementação das unidades já existentes, além de estimular a ampliação da área e do número de espaços protegidos administrados pelos municípios.

O projeto é apoiado e financiado pelo CEPF Cerrado, que é um fundo criado para apoiar ações e projetos de conservação da biodiversidade, sobretudo de organizações da sociedade civil, em regiões de alta importância biológica no mundo. O Fundo conta com a parceria de instituições internacionais – Agência Francesa de Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão e Banco Mundial. No Brasil, o CEPF é implementado pelo Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), instituição brasileira dedicada a formar e capacitar pessoas, bem como fortalecer organizações nas áreas de manejo dos recursos naturais, gestão ambiental e territorial e outros temas relacionados à sustentabilidade. Para saber mais sobre o CEPF Cerrado, visite: http://cepfcerrado.iieb.org.br/

 

Para mais informações:

Luiz Paulo Pinto, Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda., e-mail: luizpaulopinto10@gmail.com; cel. (31) 98209-8989

Miguel von Behr, MvB Consultores Associados Ltda., e-mail: miguelvonbehr2@gmail.com; cel. (61) 99840-734

 

Ambiental 44 Informação e Projetos em Biodiversidade Ltda. – Empresa baseada em Belo Horizonte, MG, com o objetivo de prestar serviços e assessoria técnica em projetos de criação, manejo e gestão de áreas protegidas, planejamento regional para conservação da biodiversidade, capacitação e mobilização social, entre outros temas relacionados a conservação e sustentabilidade.

MvB Consultores Associados Ltda. – A empresa, com base em Brasília, DF, é especializada na coordenação de cursos de capacitação para a gestão de unidades de conservação em todo o país.

LAPIG (Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento) – Vinculado ao Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG), desde 1994 o LAPIG oferece disciplinas de sensoriamento remoto, cartografia digital e sistemas de informações geográficas para diferentes cursos e institutos da UFG, além de possuir forte atuação em pesquisas vinculadas às atividades de ensino e extensão.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projetos apoiados pelo IEB e CEPF Cerrado apresentaram seus resultados no Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto

No período de 14 a 17 de abril foi realizado na cidade de Santos – SP o XIX Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR). Dentre as várias atividades do Simpósio, ressalta-se a Sessão Temática intitulada “Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas (RPAS): Sensores e Aplicações”, coordenada pelos parceiros do CEPF Cerrado, Dr. Gustavo Manzon Nunes, da Universidade Federal do Mato Grosso (UFMT) e Dr. Manuel Eduardo Ferreira, da Universidade Federal de Goiás (UFG)/LAPIG. Além das palestras dos doutores Gustavo e Manuel, a sessão contou com a participação de Eben Broadbent (USA, Universidade da Flórida) e Victória González-Dugo (Espanha, IAC/ CSIC, Córdoba), que apresentaram resultados de pesquisas com o uso de sensores LiDAR, hiperespectrais, multiespectrais e termais embarcados em drones, além de abordar as principais técnicas e algoritmos de processamento utilizados para mapeamento e tomada de decisão.

Palestra do Dr. Gustavo Nunes no XIX Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR). Foto: acervo LabSensoR.

O Dr. Gustavo coordena o projeto “Mapeamento de Recursos Hídricos do Corredor da Chapada dos Guimarães” que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). No evento, Gustavo apresentou resultados preliminares obtidos com a utilização de dados de satélites, câmeras digitais e sensores multiespectrais integrados em Plataformas Aéreas Não Tripuladas (RPAS), visando o mapeamento e diagnóstico de recursos hídricos e de áreas úmidas (Veredas, Campos Úmidos, Brejos, etc.) existentes em 3 áreas-chave para a biodiversidade (KBAs) no Corredor da Chapada dos Guimarães (Parque Nacional Chapada dos Guimarães-PNCG). Em síntese, sua pesquisa visa a identificação e delimitação de áreas de veredas e mapeamento de espécies invasoras, a partir de dados de altíssima resolução espacial e espectral, além da contribuição junto aos gestores do ICMBio, que auxiliará no Plano de Manejo Integrado do Fogo do PNCG.

O Dr. Manuel que coordena o projeto “Plataforma de Conhecimento do Cerrado”, que é executado pelo Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG) e também conta com apoio do CEPF Cerrado e do IEB, apresentou os resultados preliminares de sua pesquisa realizada na Bacia Hidrográfica do Rio Vermelho (GO), a qual inclui o uso de múltiplas plataforma aéreas (multi-rotor e asa-fixa) equipadas com diferentes sensores imageadores, visando registrar medidas biofísicas/alométricas do bioma Cerrado. Em outra sessão do SBSR, voltada para as “Novas Plataformas de Bases de Dados”, Manuel apresentou a palestra “Plataforma de Conhecimento do Cerrado: uma proposta de gestão para um bioma crítico e ameaçado”, demonstrando a importância deste projeto, como forma de agregar e disseminar informações geográficas sobre o Cerrado, geradas por inúmeros projetos, muitos destes apoiados pelo CEPF Cerrado e IEB.

Participação do Dr. Manuel Ferrerira no XIX Simpósio Brasileiro de Sensoriamento Remoto (SBSR). Foto: acervo LAPIG.

O LabSensoR – Laboratório de Sensoriamento Remoto e Geotecnologias é coordenado pelo Dr. Gustavo Manzon Nunes, professor associado da Faculdade de Engenharia Florestal da Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT), Campus de Cuiabá.  O LabSensoR é associado ao Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia em Áreas Úmidas (INAU/CNPq-UFMT) e realiza pesquisas relacionadas ao mapeamento e análise de áreas úmidas. No laboratório são realizadas pesquisas na área de Geotecnologias, com ênfase em utilização de Sistemas de Aeronaves Remotamente Pilotadas de asa fixa e multirotores. Também são desenvolvidas análises envolvendo processamento processamento digital de imagens,  processamento digital de dados RADAR, comportamento espectral da vegetação, classificação digital através de técnicas hiperespectrais, análise via geoprocessamento, sistemas de informações geográficas, análise ambiental e ordenamento territorial.

O Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG) está vinculado ao Instituto de Estudos Socioambientais (IESA) da Universidade Federal de Goiás (UFG). As suas atividades foram iniciadas em 1994 e contribuíram desde então com a elaboração de diversas monografias, dissertações e teses, além da oferta de disciplinas de sensoriamento remoto, cartografia digital e sistemas de informações geográficas. Em 2010, deram início aos “Geocursos”, um projeto de extensão que oferta cursos de curta e média duração no âmbito das geotecnologias, oferecidos para a comunidade em geral. A pesquisa configura‐se como uma importante frente de atuação com vistas à produção e/ou organização de dados geográficos e documentais voltados ao monitoramento territorial e ambiental dos biomas brasileiros e respectivas paisagens naturais e antrópicas.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

WWF-Brasil promoverá curso de criação de unidades de conservação e gestão de conflitos do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu

O WWF-Brasil no âmbito do projeto Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu irá promover o curso “Criação de unidades de conservação e gestão de conflitos nas áreas protegidas do Mosaico Sertão-Veredas Peruaçu”, entre os dias 21 e 24 de maio (2019) no SESC de Januária, Minas Gerais. A carga horária será de 24 horas.

O projeto que é executado pelo WWF-Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico.

Na programação estão previstos aspectos conceituais sobre as unidades de conservação, palestras sobre os conflitos pelo uso do território no Mosaico e uma visita técnica ao Parque Municipal Urbano Ecológico e Cultural Salustriano, em São João das Missões (MG).

Para mais informações, entre em contato com o WWF-Brasil!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

O que é uma RPPN? Reserva Particular do Patrimônio Natural

por Yuri Salmona, Instituto Cerrados

Proteger ecossistemas é uma tarefa de todos, não só do Estado. Proprietários Rurais têm papel importante nessa tarefa, pois antes de ser um produtor agropecuário eles são incondicionalmente gestores de recursos naturais. Digo isso, pois o produtor rural depende do clima, dos nutrientes do solo, da polinização, da disponibilidade e qualidade da água entre tantos outros serviços ecossistêmicos. Então, proteger os ambientes naturais que resguardam esses serviços deve ser algo natural ao proprietário rural, e alguns, mais envolvidos e cientes dessas questões, protegem áreas além das suas reservas legais, eles criam Reservas Particulares do Patrimônio Natural, as RPPNs.

Essas reservas são Unidades de Conservação de Uso Sustentável, em que o proprietário de próprio toma a iniciativa de proteger uma determinada área de sua propriedade, para que possa ser feito turismo, pesquisa, educação e a própria conservação. Essas áreas têm isenção de Imposto de Territorial Rural (ITR) e são chanceladas pelo Estado, sendo prioridades em ações apoiadas pelo Instituto Chico Mendes de Conservação (ICMBio). Além disso, os proprietários têm inúmeras oportunidades de rentabilizar essas áreas, com diferentes atividades, que vão desde o turismo ecológico, suporte a pesquisa, gastronomia e o Crédito Rural Ambiental (CRA), todos esses e outros pontos serão abordados em outro posts.

O Cerrado tem mais de 251 RPPNs, somando mais de 170 mil hectares e isso equivale a 24% das RPPNs do país. O Instituto Cerrados investe esforços na criação de Reservas Particulares do Patrimônio Natural (RPPN) e ações de promoção do Uso Sustentável dos Produtos Florestais Não Madeireiros (PFNM) desde de 2009, já tendo criado 7 Reservas, no projeto Mosaico de Proteção da Serra dos Pireneus, apoiados pela Associação do Córrego da Barriguda e das Cabeceiras dos Rio das Almas (ACBCR) e patrocinado pela Nature and Culture International (NCI).

Para conhecer o projeto acesse cerrados.org. Você também pode criar a sua Reserva e nós podemos lhe ajudar! Entre em contato por meio do nosso site!

O Instituto Cerrados é uma organização não-governamental com foco na conservação e usos sustentável do Cerrado, fundada em 2009.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Encontro promove fortalecimento de Conselhos Municipais de Meio Ambiente no Mato Grosso do Sul

O projeto União de COMDEMAS Pró-Cerrado, que é executado pela Fundação Neotrópica do Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de fortalecer os Conselhos Municipais de Meio Ambiente (COMDEMAs), a fim de subsidiar decisões locais que contribuam para conservação do Cerrado e para o alcance das metas mundiais de conservação da biodiversidade.

No intuito de empoderar o conselho quanto às temáticas ligadas à conservação, a fim de que proponham políticas públicas voltadas à proteção e conservação do Cerrado, A Fundação Neotrópica do Brasil em parceria com WWF-Brasil e Instituto Mamede, promoverá na próxima segunda-feira (13), às 8h30, o ‘1º Encontro de COMDEMAS do Corredor Miranda-Bodoquena’ no Sebrae, localizado na rua Cel. Pilad Rebua, 2480, em Bonito, MS. O superintendente executivo interino da Fundação Neotrópica do Brasil, Rodolfo Portela Souza, informa que “a intenção é promover atuação fortalecida e integrada dos representantes dos Conselhos Municipais de Meio Ambiente dos municípios inseridos no Corredor Miranda-Serra da Bodoquena; para que possam contribuir com o cumprimento de metas mundiais de conservação da biodiversidade do bioma Cerrado”. Durante o evento, Carlos Alexandre Silva, presidente da Federação Nacional de Conselhos de Meio Ambiente (FECONDEMA), ministrará a palestra ‘Importância dos Conselhos de Meio Ambiente na Gestão Ambiental Municipal – Fundo de Meio Ambiente como Recurso para políticas públicas eficientes – Plano Municipal da Mata Atlântica como diretriz para Sustentabilidade dos Biomas Locais’.

As atividades do projeto União de COMDEMAS Pró-Cerrado tiveram início no ano de 2018. Desde então, 72 pessoas foram mobilizadas por ações nos municípios que estão inseridos no Corredor Miranda-Bodoquena e possuem incidência nos biomas Cerrado, Pantanal e Mata Atlântica no Mato Grosso do Sul. A primeira ação organizada pelo (COMDEMAS) foi a realização de um diagnóstico sobre a situação legal dos conselhos nos municípios de abrangência do projeto. Rodolfo Portela Souza, relata que esses levantamentos foram realizados por meio da promoção de metodologias participativas, além da realização de capacitação dos conselheiros, com objetivo de nivelar o conhecimento baseado em ações positivas para a conservação e manejo do Cerrado na região de atuação do Projeto. “O resultado está sendo positivo. Neste período conseguimos capacitar e fortalecer os conselhos que já estavam ativos, reanimar alguns que estavam inativos e iniciar o processo de mobilização para a criação destes conselhos em municípios que não possuem este coletivo”, esclarece.

Veja a matéria completa no site do Jornal Agora MS!

Para mais informações, entre em contato com a Fundação Neotrópica do Brasil!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Oficina sobre produção e comercialização dos produtos agroextrativistas do Cerrado

O projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçuque é executado pelo WWF-Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico.

No intuito de ressaltar a importância do extrativismo sustentável dos produtos da sociobiodiversidade do Cerrado, prática tradicional já amplamente difundida no bioma e uma das principais alternativas para manter o “Cerrado em pé”, o WWF-Brasil em parceria com o Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Cooperativa Central do Cerrado, com apoio do CEPF Cerrado e Instituto Internacional de Educação do Brasil, realizarão a Oficina de Produção e Comercialização de Produtos da Sociobiodiversidade do Cerrado.

A oficina visa identificar e dar visibilidade às contribuições de diferentes abordagens para o desenvolvimento das cadeias produtivas do Cerrado, com o objetivo de superar desafios e realizar articulação com o poder público, além de iniciar um processo de reflexão, troca de conhecimento e aprendizagem nos aspectos relacionados à “Produção e Comercialização” de produtos agroextrativistas. A oficina também será um espaço para organizar fóruns de discussão para integração com a programação do IX Encontro e Feira dos Povos do Cerrado.

 

Contatos:

kolbesantos@wwf.org.br

luis@centraldocerrado.org.br

rodrigo@ispn.org.br


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Eleita nova coordenação diretiva da Rede Cerrado

Nos dias 07 e 08 de maio, entidades da Rede Cerrado estiveram reunidas em Brasília para a realização da VIII Assembleia Geral, que elegeu nova coordenação diretiva, que irá assumir os trabalhos até 2021.

O Movimento Interestadual das Quebradeiras de Coco Babaçu (MIQCB), na representação de Maria do Socorro Teixeira Lima, segue na coordenação geral da Rede Cerrado, com suplência de Hiparidi Top’tiro, que representa a Mobilização dos Povos Indígenas do Cerrado (MOPIC), e na coordenação administrativa financeira, estão os representantes da FUNATURA e MUPAN. O Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) está entre as entidades que irão compor a coordenação colegiada, que presta auxílio à coordenação diretiva.

VII Assembleia Geral da Rede Cerrado

Além da eleição, a Assembleia também teve o objetivo de avaliar a atuação da Rede Cerrado no ano de 2018 e planejar atividades para este ano, como a realização do Encontro e Feira dos Povos do Cerrado.

Veja a matéria completa no site da Rede Cerrado.

Acompanhe as novidades da Rede Cerrado no Facebook e no Twitter.

A Rede executa o projeto Rede Fortalecida, Cerrado conserva (REFORCE), que tem o objetivo de ampliar a incidência política da Rede Cerrado na elaboração, implementação e monitoramento de políticas públicas relacionadas à promoção do desenvolvimento sustentável com respeito aos direitos de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Os frutos do Cerrado disponíveis em São Paulo

Por Renata Andrada Peña via WWF-Brasil

A partir de agora, farinha de mandioca, gergelim, pimenta de macaco, farinha de coco indaiá e duas variedades de arroz de pilão passam a fazer parte do conjunto de produtos oferecidos regularmente no box dos biomas, inaugurado em 2016 no Mercado Municipal de Pinheiros, em São Paulo. Eles se unem à castanha de baru, ao açafrão, à farinha de jatobá, o mel, à geleia de jabuticaba e ao pequi, além de outras delícias do Cerrado também disponíveis para venda na capital paulista.

As novidades acabam de ser lançadas pelas famílias Kalunga (maior território Quilombola do Brasil, localizado em Goiás, na região da Chapada dos Veadeiros), o Instituto Atá e a Central do Cerrado, com o apoio do WWF-Brasil, Fundação Banco do Brasil e Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO). Todos os novos produtos são fruto do cultivo e do agroextrativismo no Cerrado e fazem parte da cultura gastronômica dos povos tradicionais quilombolas.

Os produtos são comercializados pela Central do Cerrado, uma central de cooperativas sem fins lucrativos estabelecida em Brasília e composta por 35 organizações comunitárias de sete estados brasileiros (MA, TO, PA, MG, MS, MT e GO) que desenvolvem atividades produtivas a partir do uso sustentável da biodiversidade do bioma. O Cerrado possui potencial de aproveitamento de mais de 200 tipos diferentes de plantas nativas, segundo pesquisa da Universidade de Brasília (UnB).

Buriti

Segundo Luis Carraza, coordenador da Central do Cerrado, essa parceria com o WWF-Brasil foi muito importante e serviu para fortalecer e ampliar a produção e comercialização dos produtos nativos do Cerrado. “Por meio desse apoio, foi feito um trabalho específico junto às nossas organizações filiadas para a priorização de algumas cadeias produtivas dos frutos do Cerrado como o pequi, o baru e o jatobá, com intuito de garantir estoques de produção que possam abastecer o mercado consumidor que vem aumentando consideravelmente a cada ano”, afirma Carraza.

Além de promover a divulgação e inserção dos produtos de uso sustentável nos mercados locais, regionais e internacionais – exportação de pequi para o Japão, castanha de baru para os Estados Unidos e artesanato de capim-dourado para a França – a Central do Cerrado é também um centro de disseminação de informações, intercâmbio e apoio técnico para as comunidades na melhoria dos seus processos produtivos, organizacionais e de gestão.

O WWF-Brasil apoia a Central do Cerrado desde 2018 com ações focadas no extrativismo vegetal sustentável dos frutos do bioma e na estruturação e no fortalecimento das cadeias produtivas dos frutos nativos. Esse projeto conta com o suporte do WWF-França, do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) e do Instituto Humanize.

Veja a matéria no site do WWF-Brasil!

Serviço
Quem quiser se surpreender com as delícias do Cerrado, deve visitar o box biomas:
Rua Pedro Cristi, 89
Mercado Municipal de Pinheiros
Box dos biomas (BOX 28)
Segunda à sábado, das 8h às 18h

 

O WWF-Brasil executa o projeto Fortalecimento da Gestão Territorial Integral nas Áreas Especialmente Protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico. Este projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

Cerrado: estratégias e perspectivas territoriais para os próximos anos

via Rede Cerrado

II Oficina de Territórios da Rede Cerrado contará com representantes de povos e comunidades tradicionais do Bioma que farão diálogo direto com governo e Ministério Público Federal

Em continuidade ao processo de debates sobre os direitos territoriais de povos e comunidades tradicionais iniciado no ano passado, nos próximos dias 08 e 09 de maio, a Rede Cerrado reunirá representantes de indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, geraizeiros, raizeiras, extratvisitas, entre outros povos tradicionais do Bioma, em Brasília (DF), para diálogo direto com o governo e Ministério Público Federal para debater perspectivas e traçar estratégicas conjuntas para os próximos anos.

Se em 2018 os diálogos deram luz a novas formas para a garantia desses territórios, agora estratégias serão pensadas e traçadas frente a conjuntura já estabelecida pela atual gestão federal.

O Cerrado, além de ser, atualmente, o Bioma mais ameaçado do Brasil, de acordo com dados do Caderno de Conflitos do Campo 2018, da Comissão Pastoral da Terra, foi a região que mais sofreu com a expulsão de famílias do campo. O aumento registrado de 2017 para 2018 foi de mais de 14 mil por cento.

Mesa de Diálogos com governo federal e MPF

Como parte da programação da II Oficina de Territórios da Rede Cerrado, na próxima quarta-feira, dia 08 de maio, ocorrerá uma mesa de diálogos com representantes da atual gestão do governo federal referente a temas, como: regularização dos territórios, políticas públicas e extinção das instâncias de participação social.

Além de representantes de povos e comunidades tradicionais do Cerrado, o ato contará com a presença e participação do professor e pesquisador Alfredo Wagner, de representantes da 6ª Câmara de Coordenação e Revisão do Ministério Público Federal (MPF), e da procuradora federal dos Direitos do Cidadão, Deborah Duprat.

A atividade, intitulada como Mesa de Diálogos sobre Territórios Tradicionalmente Ocupados é ação conjunta entre a Rede Cerrado, o Conselho Nacional dos Povos e Comunidades Tradicionais (CNPCT) e o Ministério Público Federal, em conjunto com a Articulação em Defesa das Terras Tradicionalmente Ocupadas. A atividade será transmitida ao vivo pela TV MPF.

Já na quinta-feira, dia 09, os trabalhos continuam no Instituto Divino Mestre, também em Brasília, com o objetivo de integrar ações e fortalecer estratégias conjuntas com outras organizações e coletivos.

Assembleia Geral da Rede Cerrado

Na próxima semana, nos dias 06 e 07 de maio, a Rede Cerrado também realizará sua Assembleia Geral cujo missão será eleger a nova coordenação geral da entidade para os próximos três anos. Na oportunidade, estarão presentes representantes das organizações associadas à Rede Cerrado.

Assembleia Geral da Rede Cerrado realizada em maio de 2018/Acervo Rede Cerrado.

 

A Rede Cerrado

Composta por mais de 50 entidades da sociedade civil associadas, a Rede Cerrado trabalha para a promoção da sustentabilidade, em defesa da conservação do Cerrado e dos seus povos. Indiretamente, a Rede Cerrado congrega mais de 300 organizações que se identificam com a causa socioambiental do bioma.

Somos representados por indígenas, quilombolas, quebradeiras de coco babaçu, vazanteiros, fundo e fecho de pasto, pescadores artesanais, geraizeiros, extrativistas, veredeiros, caatingueros, apanhadores de flores Sempre Viva e agricultores familiares.

A Rede Cerrado também atua estrategicamente em diversos espaços públicos socioambientais para propor, monitorar e avaliar projetos, programas e políticas públicas que dizem respeito ao Cerrado e aos seus povos.

Veja matéria no site da Rede Cerrado!

Contato para imprensa e entrevistas
Assessoria de Comunicação da Rede Cerrado
Thays Puzzi
comunicacao@redecerrado.org.br
(61) 9 8116-4747 (WhatsApp)


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Nova população da rolinha-do-planalto foi descoberta no Cerrado

texto original por Margaret Sessa-Hawkins/BirdLife International

Em fevereiro de 2019, a equipe da SAVE Brasil (Representante da BirdLife no Brasil) começou a ouvir relatos emocionantes de membros das comunidades do entorno do Parque Estadual de Botumirim, no estado de Minas Gerais.

A comunidade relatou o avistamento de Columbina cyanopis (Criticamente em Perigo), espécie conhecida popularmente por rolinha-do-planalto, do lado de fora do local onde a ave costumava ser encontrada. A equipe da SAVE Brasil ficou tanto animada quanto cética. Uma das aves mais raras do mundo, a rolinha-do-planalto foi considerada extinta por 75 anos, antes que 14 indivíduos fossem vistos em estado selvagem em 2015. Uma nova população, mesmo pequena, significaria aumento da diversidade genética, e também apontaria para a possibilidade de haver mais indivíduos não descobertos na natureza.

Em 14 de março de 2019, uma equipe saiu em busca das aves. Os pássaros foram vistos dentro dos limites do Parque Estadual de Botumirim, a cerca de 5 quilômetros de onde a população conhecida vive atualmente. A equipe procurou os pássaros ao longo de cinco transectos independentes, tocando gravações de chamadas para atrair os pássaros.

Após 45 minutos, a busca da equipe foi recompensada. Eles avistaram um par da rolinha-do-planalto, enquanto um macho próximo cantava. Nas três horas seguintes, a equipe avistou uma quarta ave na área. O avistamento dos quatro novos indivíduos representou um aumento de 26% em relação à população anteriormente conhecida.

Rolinha-do-planalto. Foto: Ciro Albano/Acervo SAVE Brasil

“Aqueles que trabalham com a conservação da natureza são geralmente muito resistentes, mas é difícil procurar por espécies raras como a rolinha-do-planalto em um habitat que parece perfeito para ele e não encontrá-lo lá”, diz Marcelo Lisita, assistente de projeto Depois de um ano olhando em locais diferentes sem encontrar novos indivíduos, foi com muita emoção que vimos esses poucos em uma nova área.”

A descoberta da rolinha-do-planalto foi significativa além de sua importância para a população de aves. Desde a descoberta da população original em 2015, a SAVE Brasil tem trabalhado de perto com as comunidades vizinhas para aumentar a conscientização sobre a ave. No início de 2018, a SAVE abriu a reserva para os visitantes onde os as aves são encontradas. Desde então, eles vêm trabalhando para tentar garantir que as comunidades se beneficiem do ecoturismo. Ter um membro da comunidade relatando um avistamento, mostra que esses esforços de divulgação são bem-sucedidos.

Apesar da nova população, a perspectiva para a rolinha-do-planalto ainda não está clara, então a SAVE está fazendo todo o possível para aumentar a chance de sobrevivência das espécies. Em janeiro de 2018, com o apoio da Rainforest Trust, a organização conseguiu comprar um pequeno lote de terra onde a ave foi originalmente encontrada, formando a Reserva Natural da Rolinha-do-Planalto. As visitas à reserva são rigorosamente controladas e precisam ser agendadas com antecedência por meio da SAVE. Em 6 de julho do mesmo ano, o governo local estabeleceu, aproximadamente, outros 36 mil hectares de terras protegidas, criando o Parque Estadual de Botumirim, que se sobrepõe à reserva da SAVE e amplia a área total protegida.

Pesquisas recentes sobre a rolinha nos deram razões para sermos esperançosos. Até agora, oito ninhos foram encontrados, embora apenas um filhote tenha fugido. Com a descoberta da nova população, a equipe também renovou seus esforços para procurar outros locais onde a rolinha-do-planalto possa ser encontrada. Fora dos quatro indivíduos relatados pelos membros da comunidade, eles não tiveram sorte, mas não estão perdendo a esperança. Ainda há muitos lugares para serem visitados.

A SAVE Brasil executa o projeto Salvando a rolinha-do-planalto e seu habitat único no Cerrado com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

1o Encontro de COMDEMAS do Corredor Miranda-Bodoquena

O projeto União de COMDEMAS Pró-Cerrado, que é executado pela Fundação Neotrópica do Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), tem o objetivo de fortalecer os Conselhos Municipais de Meio Ambiente (COMDEMAs), a fim de subsidiar decisões locais que contribuam para conservação do Cerrado e para o alcance das metas mundiais de conservação da biodiversidade.

No intuito de empoderar o conselho quanto às temáticas ligadas à conservação, a fim de que proponham políticas públicas voltadas à proteção e conservação do Cerrado, a Fundação Neotrópica do Brasil irá promover o 1o Encontro de COMDEMAS do Corredor Miranda-Bodoquena, no dia 13 de maio de 2019 a partir das 8h30 em Bonito, Mato Grosso do Sul. Para mais informações, entre em contato com a Fundação Neotrópica do Brasil!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Articulação dos Povos Timbira para implementação da PNGATI

via Centro de Trabalho Indigenista

Em parceria com a Associação Wyty Catë das Comunidades Timbira do Maranhão e Tocantins, o Centro de Trabalho Indigenista acaba de dar início ao projeto “Articulação dos Povos Timbira para implementação da PNGATI”, que tem o objetivo de fomentar a implementação da Política Nacional de Gestão Ambiental e Territorial de Terras Indígenas (PNGATI) no Cerrado, por meio da consolidação de uma rede de indígenas Timbira. Esta rede pretende reforçar o papel destes povos e seus territórios como importantes áreas de conservação dos recursos naturais e da sociobiodiversidade associada. O projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Ritual Timbira/Acervo CTI

Em fevereiro, o CTI deu início ao planejamento junto à Associação Wyty Cate, consolidando o calendário de atividades para 2019. A primeira atividade de campo já foi realizada nas Terras Indígenas Kanela e Porquinhos, com diálogos produtivos sobre a gestão ambiental e territorial daqueles territórios, sobre a articulação política das organizações indígenas e sobre a formação de jovens Timbira, que acontecerá em breve no escopo do projeto. As próximas rodadas de reuniões pelos territórios Timbira estão previstas para acontecer nas aldeias das TIs Kraholândia, Krikati, Governador, Apinajé e Geralda Toco Preto.

Veja matéria completa no site do Centro de Trabalho Indigenista!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto em foco: Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas

A Vereda é um tipo de formação vegetal do Cerrado que é circundada por campos típicos, geralmente úmidos, com a presença da palmeira buriti (Mauritia flexuosa). Este tipo de ecossistema garante a umidade mesmo em períodos de seca, tornando-se um refúgio da fauna e da flora.

O projeto Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas, que é executado pela Cooperativa dos Agricultores Familiares e Agroextrativistas Grande Sertão Ltda., e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) trabalha na conservação das Veredas, através da geração de trabalho e renda junto aos povos e comunidades tradicionais do norte de Minas Gerais, em especial jovens e mulheres, que com frequência tomam frente nos trabalhos que envolvem o agroextrativismo e o beneficiamento dos produtos.

Conheça a história da veredeira e agricultora Zenita, que possui uma propriedade em Brasília de Minas, norte mineiro. Desde os 10 anos de idade Zenita tem contato com as Veredas, o buriti e o Cerrado, e hoje, com o conhecimento que herdou de seus pais, faz a coleta dos frutos do buriti para a geração de renda. A Cooperativa Grande Sertão faz o aproveitamento do buriti e de outros frutos do Cerrado, que são coletados por agricultores como Zenita. A cooperativa faz o processo de logística e desenvolve subprodutos como o óleo e farinha, além de outros.

Acesse o vídeo para conhecer a história de Zenita e o trabalho da Cooperativa Grande Sertão no Cerrado do norte de Minas Gerais!

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Equipe do projeto “Evitando a Extinção do Pato-Mergulhão” registra espécie no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás

por Gislaine Disconzi, Instituto Amada Terra

Rio Preto, Goiás. Foto: Acervo IAT

O projeto Evitando a Extinção do Pato-Mergulhão no Corredor Veadeiros – Pouso Alto – Kalunga, que é executado pelo Instituto Amada Terra, e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Funde Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), realizou expedição a campo neste mês de abril no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, Goiás onde avistou OITO INDIVÍDUOS da espécie (Mergus octosetaceus).

O projeto tem realizado uma série de descidas de rios embarcado, na busca da  melhoria da informação sobre a presença do pato-mergulhão na região. A espécie é considerada uma das mais ameaçadas das Américas e foi declarado o Embaixador das Águas Continentais Brasileiras. Nos dias 2 e 3 de abril, uma equipe composta por cinco pessoas, sendo três profissionais de canoagem, o coordenador técnico de campo do projeto e o coordenador de uso público do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, percorreram aproximadamente 40 km do Rio Preto em busca de indivíduos da espécie. Está é a primeira de diversas ações a serem realizadas dentro de uma estratégia de proteção dentro do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros, localizado no estado de Goiás.

Equipe em expedição ao rio Preto. Foto: Acervo IAT

Equipe em campo: Wellinton de França Lima; Carlos Alexandre Xavier; Guilherme Predebon (Consultor de Campo Embarcado); Fernando H. Previdente (Coordenador de Campo) e André Ribeiro (Coordenador de uso público do PNCV).

Veja mais notícias sobre a expedição no site do ICMBio, no Conexão Planeta e nas redes sociais!

Assista o vídeo que registra a presença do pato-mergulhão durante a expedição da equipe ao rio Preto!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto Quintais Produtivos, Segurança Alimentar e Agroecologia disponibiliza material didático com enfoque em políticas públicas para territórios e comunidades tradicionais

A apostila Políticas Públicas para Territórios e Comunidades Tradicionais foi elaborada como material didático para a realização da 1a Oficina Pedagógica do projeto Quintais Produtivos, Segurança Alimentar e Agroecologia no Vale do rio Guará, São Desidério, Bahia, que é executado pela Universidade Federal do Oeste da Bahia (UFOB) e Fundação Escola Politécnica da Bahia (FEP Bahia), e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Este projeto tem como objetivo apresentar e divulgar as tecnologias sociais e práticas sustentáveis para a produção agroecológica de alimentos, para a recuperação, conservação do solo e para o tratamento de resíduos sólidos orgânicos em comunidades tradicionais geraizeiras, localizadas no município de São Desidério, Bahia. Uma das ações do projeto envolve a capacitação de oito comunidades da região, para auxiliar o entendimento que as famílias participantes possuem a respeito do acesso às políticas públicas direcionadas para comunidades e territórios tradicionais, com vistas à alimentação saudável e à agricultura agroecológica e sustentável.

Foto: Aryanne Amaral/Acervo IEB

De acordo com os organizadores, “a confecção do material foi para orientar os participantes quanto ao conteúdo e os temas envolvidos, e ao mesmo tempo ser uma fonte de pesquisa e consulta para os moradores das comunidades contempladas pelas ações do projeto”. A estrutura da apostila segue com a apresentação dos seus objetivos e com explicações sobre a concepção, os princípios e as diretrizes gerais de políticas públicas, bem como de seus instrumentos técnicos e jurídicos de gestão e acesso aos direitos. O material foi organizado pelo Dr. Mario Alberto dos Santos, Dr. Valney Dias Rigonato, Dra. Vanessa Cristina Rescia e pelo MSc. Rodrigo de Oliveira Bellei, Grupo de Pesquisa Educação Geográfica, Diálogos de Saberes e Cerrados da Universidade Federal do Oeste da Bahia.

Confira este material no site do CEPF Cerrado!


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Ocorreu em Brasília o 1o encontro de parceiros e a reunião de especialistas do CEPF Cerrado

Entre os dias 8 e 10 de abril (2019), o Time de Implementação Regional do CEPF Cerrado promoveu em Brasília o 1o Encontro de Parceiros e a Reunião de Especialistas do CEPF Cerrado. Entre os convidados estiveram presentes 56 representantes das organizações que realizam projetos no âmbito do CEPF Cerrado, especialistas, membros do conselho consultivo e a diretora de subvenções do CEPF, Peggy Poncelet.

Nos dois primeiros dias o encontro teve o objetivo de apresentar resultados alcançados com o Fundo até o momento, dialogar sobre estratégias para conservação do Cerrado, celebrar resultados, apontar caminhos para uma possível próxima fase do CEPF no Cerrado, promover a integração entre os participantes e fortalecer a conexão entre os projetos. Para isso, toda a equipe do CEPF e seus parceiros estiveram imersos no compartilhamento de experiências, na socialização de temas, como restauração, pesquisa, gestão territorial, conservação, fortalecimento da sociedade civil, etc., no diálogo e reconhecimento sobre os diferentes territórios que o CEPF engloba e na reflexão da estrutura e operacionalização do Fundo no Cerrado. Ao final, os participantes tiveram a oportunidade de avaliar o CEPF e construir uma proposição conjunta do que poderia ser a segunda fase do fundo no Cerrado, caso ela ocorra. Para Vilmar Costa, presidente da Associação Quilombo Kalunga, “este encontro foi a oportunidade de levar conhecimento para o povo Kalunga, de assumir o compromisso de cada vez mais defender o Cerrado junto com os parceiros e fortalecer esta rede”.

No último dia ocorreu a reunião de especialistas, que contou com a presença de parte da equipe do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), as pesquisadoras Mercedes Bustamente e Mônica Nogueira, ambas da Universidade de Brasília e membros de organizações do terceiro setor com atuação no bioma, como Isabel Figueiredo (ISPN), Mario Barroso (TNC) e Marcos Tito (IUCN). Neste dia, o coordenador da estratégia de implementação do CEPF Cerrado, Michael Becker,  fez uma apresentação sobre o CEPF Cerrado e os resultados do encontro com os parceiros, e o grupo foi convidado à refletir sobre o estado atual e projetar uma visão de futuro para o Cerrado em temas como: prioridades de conservação globais e boas práticas, atuação das organizações da sociedade civil, prioridades globais de conservação, políticas públicas, e ameaças à conservação. Peggy Poncelet, diretora de subvenções do CEPF, afirmou que “ficou muito feliz em ter a oportunidade de ver a presença de tantas pessoas e acompanhar o engajamento e as contribuições que cada uma trouxe para as discussões ao longo destes dias, e que espera que este encontro entre pessoas e instituições, seja a oportunidade para que os projetos interajam, no sentido de que busquem novos parceiros e ideias, o que ajudará na implementação destes projetos”.

 

Foto: Acervo/IEB
Foto: Aryanne Amaral/Acervo IEB
Foto: Aryanne Amaral/Acervo IEB
Foto: Aryanne Amaral/Acervo IEB

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

CEPF Cerrado irá promover encontro com os parceiros e reunião de especialistas para discutir sobre o Fundo e o Cerrado

O Time de Implementação Regional do CEPF Cerrado (sigla em inglês para Crytical Ecosystem Partnership Fund) irá promover o encontro de parceiros e a reunião de especialistas, para discutir sobre o bioma, assim como as ações e impactos do Fundo no Cerrado. O evento acontecerá entre os dias 08 e 10 de abril, das 09h às 18h, na Fundação de Apoio para Pesquisa, Ensino, Extensão e Desenvolvimento Institucional (FINATEC), em Brasília (DF).

Este encontro tem o objetivo de apresentar resultados alcançados com o CEPF até o momento, dialogar sobre estratégias para conservação do Cerrado, celebrar resultados, promover a integração entre os participantes e fortalecer a conexão entre os projetos. Entre os convidados estarão os representantes das organizações que realizam projetos no âmbito do CEPF, especialistas de diversas áreas, membros do conselho consultivo e a diretora de subvenções do CEPF, Peggy Poncelet. Estima-se a participação de aproximadamente 70 pessoas ao longo destes 3 dias.

Para Michael Becker, coordenador da estratégia de implementação do CEPF Cerrado, “este será a oportunidade de pensarmos a na visão de futuro do CEPF no Cerrado, e ao mesmo tempo, uma grande oportunidade de interação entre os beneficiários dos projetos em andamento”.

Parceiros do CEPF Cerrado na capacitação oferecida em Brasília em novembro (2018). Foto Aryanne Amaral/Acervo IEB
Equipes do IEB, CEPF, CI, ECOA, Fundação Neotrópica do Brasil e WWF-Brasil.
Encontro com parceiros dos projetos que atuam na porção nordeste do Cerrado. Foto: Acervo IEB

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto em foco: Corredor Miranda-Bodoquena

projeto Corredor Miranda-Bodoquena: preenchendo lacunas socioambientais, que foi executado pela ECOA e contou com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), foi encerrado no mês de janeiro (2019) e teve objetivo de auxiliar a revegetação e conservação do Cerrado, através do fortalecimento do extrativismo não madeireiro por comunidades e assentados do Mato Grosso do Sul.

Com a proposta de otimizar o processo de restauração florestal iniciado em 2016 em três assentamentos rurais; melhorar a gestão da coleta de frutos do Cerrado, como baru e bocaiúva e sensibilizar o mercado, promovendo a valorização dos subprodutos dos frutos nativos do Cerrado, o projeto alcançou impactos importantes para a região do corredor Miranda-Bodoquena.

Ao final, o projeto ampliou 1 dos 22,95 hectares de áreas do Cerrado sul-mato-grossense que foram cercadas em 2016, com apoio de outro projeto. Essa área está em restauração, restabelecendo a vegetação nativa e a recuperação de 03 nascentes/córregos: Córrego Madalena e Córrego Lima, no Assentamento Andalucia, Nioaque; e Córrego Agachi, Assentamento Bandeirantes, Miranda. Na área também foram registradas o retorno da presença de fauna nativa, como guaxinim ou cachorro-do-mangue e o tuiuiú. Além deste processo de restauração, a equipe do projeto trabalhou o fomento à produção de mudas de espécies nativas do Cerrado, feitas por assentados, em seus próprios lotes, dando-lhes condições de acesso às mudas, que são dificilmente encontradas para venda em viveiros públicos ou privado no estado. Até o final do projeto foram produzidas 100 mudas de baru, que foram destinadas ao plantio nas áreas cercadas. Também foram produzidas 50 mudas de guavira, em estágio inicial, 50 mudas de jatobá, e o projeto finalizou com as sementes de murici, que serão semeadas este ano.

A equipe da ECOA também implementou o monitoramento participativo no projeto, através da ferramenta ciência cidadã, onde os assentados indicaram o progresso quinzenal das áreas reflorestadas e ofereceu oficinas que trabalharam no aperfeiçoamento das técnicas de manejo e processamento de frutos nativos e no uso de Sistemas Agroflorestais em propriedades, como alternativa à conservação e geração de renda nos assentamentos. As oficinas contribuíram também para a rearticulação da cadeia do extrativismo local, sobretudo do baru, bem como o debate sobre preço justo. Esta foi uma oportunidade para trabalhar a divulgação do potencial dos frutos nativos do Cerrado, consolidando mercados de compra de produtos. Essa articulação possibilitou a geração de renda alternativa para famílias assentadas, bem como a articulação de famílias de vários assentamentos no corredor Miranda-Bodoquena, para a coleta e comercialização da castanha do próprio baru.

Quer conhecer mais sobre outros projetos que contam com apoio do CEPF Cerrado? Acesse o site e confira!

Conheça também as ações da ECOA no Cerrado do Mato Grosso do Sul!

 

Área de 22 ha que passou por um processo de reflorestamento e está sendo monitorada pelo projeto. Acervo ECOA
Áreas de Cerrado em restauração em Miranda, MS. Aryanne Amaral/Acervo IEB
Fauna nativa na área em restauração. Acervo ECOA
Acervo ECOA

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Considerado extinto no estado de Minas Gerais, bicudos são reintroduzidos em área protegida no norte do estado

via Instituto Ariramba

bicudo (Sporophila maximiliani) é uma das aves mais raras e ameaçadas do Brasil e atualmente são desconhecidas populações em vida livre no país. O último registro na natureza ocorreu no final de 2014, onde uma pequena população foi localizada no interior do estado de Mato Grosso, que desde então não foi mais avistada. No restante do país, o bicudo foi extinto em praticamente toda sua área de ocorrência. Visando reverter esse quadro, em novembro de 2018 alguns casais de bicudo foram reintroduzidos no norte de Minas Gerais, em uma área protegida inserida no corredor prioritário Sertão Veredas-Peruaçu. Antes da reintrodução, os bicudos passaram por procedimentos de triagem e adaptação, incluindo a seleção de exemplares puros, bateria de exames sanitários, adaptação para voos de longa distância e ambientação às condições climáticas locais.

Os bicudos reintroduzidos estão se adaptando muito bem ao ambiente natural e estamos otimistas com as possibilidades futuras”, explica o Prof. Dr. Flávio Kulaif Ubaid, coordenador do projeto.

Os bicudos estão sendo monitorados por biólogos do projeto e as próximas etapas incluem a reintrodução de mais casais. “Queremos que o bicudo volte a habitar as veredas do norte de Minas Gerais e, porque não, de todo Cerrado. Em médio prazo, nossa meta é que a população de bicudos em vida livre seja incrementada substancialmente até que a espécie passe para categorias menos críticas de ameaça”, relata o Dr. Ubaid.

O projeto apoiado pelo CEPF e Instituto Internacional de Educação do Brasil –Reintrodução do bicudo em áreas-chave para a conservação do Cerrado – é gerido pelo Instituto Ariramba de Conservação da Natureza e conta ainda com o apoio de diversos profissionais de diferentes instituições e universidades do Brasil. O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

Projeto em foco: Mercado de Sementes e Restauração

via Rede de Sementes do Cerrado

A equipe do Projeto Mercado de Sementes e Restauração: Provendo Serviços Ambientais e Biodiversidade, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), realizou com a diretoria da Associação de Coletores de Sementes Cerrado de Pé (ACP), nos dias 11 e 12 de março, no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (GO) uma oficina gerencial. O encontro aconteceu com o objetivo de discutir sobre os processos administrativos vinculados à coleta, beneficiamento e venda das sementes para restauração.

Acervo Rede de Sementes do Cerrado/Gabriel Rosa

Participaram do encontro o Presidente da ACP, Claudomiro Cortes, o Vice-Presidente Rafael Brigato, o tesoureiro Valdeci Carvalho, o analista ambiental do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) e coordenador do Projeto “Mercado de Sementes e Restauração: Provendo Serviços Ambientais e Biodiversidade”, Alexandre Sampaio , a gerente da RSC Camila Motta e o engenheiro florestal da RSC Gustavo Barros Rocha.

Veja matéria completa no site da Rede de Sementes do Cerrado.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Oportunidade: Key Biodiversity Areas Partnership recruta um Ponto Focal Regional para a América Latina

via Rainforest Trust

Treze das principais organizações de conservação do mundo estabeleceram uma nova parceria ambiciosa para identificar, mapear, monitorar e conservar as áreas-chave de biodiversidade (KBAs) por meio da aplicação do Padrão KBA. O Ponto Focal da KBA na América Latina liderará e apoiará atividades e se reportará ao Chefe do Secretariado. Ele implementará um programa visionário e ambicioso para mobilizar recursos e experiências que irão identificar e mapear as principais áreas de biodiversidade, nas Américas Central e do Sul. O Ponto Focal Regional também liderará esforços para assessorar os governos nacionais na expansão de sua rede de áreas protegidas, defenderá a proteção de KBAs existentes e trabalhará com empresas privadas para minimizar e mitigar seu impacto na natureza.
A Key Biodiversity Areas Partnership foi formada em 2016 por organizações líderes na área da conservação, com o objetivo de identificar, mapear e conservar os locais mais importantes para a biodiversidade na Terra. O Secretariado da KBA foi estabelecido em 2018 para coordenar a implementação do programa. Dentro do Secretariado, os Pontos Focais Regionais são responsáveis ​​por facilitar e encorajar a formação de Grupos de Coordenação Nacional (NCGs) dentro dos países, e por apoiar o processo de propor KBAs lideradas por NCGs e outros proponentes independentes.

A Key Biodiversity Areas Partnership recruta um Ponto Focal Regional para a América Latina (América Central e do Sul), que será baseado em Medellín, na Colômbia.

As principais tarefas do Ponto Focal Regional da KBA para a América Latina serão:

  • Promover o programa KBA na América Latina
  • Ser o primeiro ponto de contato para pessoas ou instituições interessadas em identificar áreas que atendam aos critérios da KBA e propor que sejam incluídos no Banco de Dados Mundial de Áreas-Chave de Biodiversidade em suas respectivas regiões.
  • Manter uma visão geral das iniciativas de identificação da KBA em sua região, atualizando regularmente o Secretariado da KBA e os Parceiros.
  • Incentivar e apoiar o estabelecimento e funcionamento dos Grupos de Coordenação Nacional da KBA, inclusive trabalhando com eles para organizar e facilitar workshops para identificar e mapear potenciais KBAs.
  • Identificar as necessidades de treinamento dentro da região, informar o chefe do Secretariado da KBA e apoiar os esforços de angariação de fundos para o treinamento da KBA. Ajudar também na tradução de materiais de treinamento para o espanhol / português.
  • Manter contato regular com os respectivos representantes regionais da comunidade KBA e apoiar seu trabalho na região.
  • Orientar NCGs e proponentes independentes, através do processo de propor KBAs, e fornecer a primeira revisão de propostas para ajudar os proponentes.
  • Coordenar a revisão externa de propostas da região.
  • Apoiar a nomeação de propostas de áreas revisadas ​​para o Secretariado da KBA em Cambridge
  • Defender com governos nacionais e estaduais e organizações da sociedade civil a proteção de KBAs existentes.

O Ponto Focal Regional da KBA para a América Latina deve ter os seguintes conhecimentos:

  • Familiaridade com a biogeografia e contexto sociopolítico para a conservação da biodiversidade em toda a América Latina.
  • Familiaridade com organizações e instituições, em nível nacional e regional, que possam trabalhar para estabelecer grupos de coordenação nacional da KBA e/ou realizar processos para identificar KBAs.
  • Compreensão das sensibilidades políticas nacionais e regionais e capacidade de promover o programa KBA dentro do contexto regional.
  • Conhecimento dos critérios e limites da KBA e experiência em sua aplicação seria ideal, mas a vontade de aprender, sim é essencial.
  • Ter conhecimento de sua região e ser capaz de influenciar os governos e/ou a sociedade civil a envolver-se com a identificação e conservação da KBA
  • Capaz de usar ferramenta SIG.

Este cargo reporta ao Chefe do Secretariado da KBA, Dr. Andrew Plumptre, e adicionalmente ao Rainforest Trust.

Candidaturas
Os candidatos devem ter pelo menos 10 anos de experiência na América Latina, de preferência com conhecimento de vários países da região. Eles devem ser fluentes em inglês e espanhol ou português, mas capazes de se comunicar profissionalmente com falantes de espanhol e português. O cargo será baseado em Medellín, na Colômbia, nos escritórios da Fundação ProAves, uma ONG nacional.

Os candidatos interessados ​​devem enviar uma carta descrevendo sua aptidão para o cargo, junto com um currículo que inclua os contatos de pelo menos duas referências. A submissão deve ser feita até 15 de abril de 2019 para jobs@RainforestTrust.org com os arquivos nomeados da seguinte forma: name of candidate_Latin -America_RFP.

Veja a descrição da vaga em inglês no site da Rainforest Trust.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

CEPF Cerrado e IEB selecionam 5 projetos para Pequenos Apoios na 3a Chamada para Cartas de Intenção 2018

A Equipe de Implementação Regional (RIT) do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado) torna oficial o resultado do processo seletivo das propostas para Pequenos Apoios/Small Grants da Terceira Chamada para Cartas de Intenção (CDI) 2018.

Em resposta ao edital, recebemos ao todo 76 projetos, dentre Pequenos e Grandes Apoios. As propostas passaram inicialmente por uma triagem onde foram revistos os critérios de elegibilidade estabelecidos no edital. Em seguida, cada projeto foi avaliado por dois especialistas externos que pontuaram as propostas segundo os critérios definidos pelo CEPF em conjunto com o IEB. Os projetos mais bem avaliados tecnicamente, foram encaminhados para análise e decisão final por parte de um comitê de seleção.

Os projetos foram avaliados considerando o recorte específico desse segundo edital que buscava apoiar ações voltadas às seguintes Prioridades de Investimento: 2.1 – Apoiar estudos e análises necessários para justificar a criação e expansão das áreas protegidas públicas, promovendo a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e a valorização da cultura local e tradicional2.2 – Promover a inclusão dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais existentes, respeitando e integrando os seus conhecimentos tradicionais, para o planejamento da conservação/restauração por parte do governo e da sociedade civil e 6.2 – Desenvolver e fortalecer as capacidades técnicas e de gestão de organizações da sociedade civil em matéria de meio ambiente, estratégia e planejamento de conservação, diálogo político, mobilização de recursos, em conformidade com os regulamentos e outros temas relevantes para as prioridades de investimento.

Ao final, foram aprovadas cinco propostas para Pequenos Apoios que melhor responderam ao recorte específico deste edital. Abaixo disponibilizamos, em ordem alfabética pelo nome da organização, a lista dos 05 (cinco) pequenos projetos selecionados nesta Terceira Chamada 2018:

Prioridade de Investimento Nome do Projeto Organização SIGLA
1 2.1

Proposta de criação de unidades de conservação no município de Uberaba (MG) Associação para a Gestão Socioambiental do Triângulo Mineiro ANGÁ
2 6.2 Ilha de Cerrado no Brasil Central: governança Xavante em prol da conservação Associação Xavante de Etenhiritipá AXE
3 2.2 Poke’exa uti: gestando e protegendo nosso território para autonomia do povo Terena Centro de Trabalho Indigenista CTI
4 2.2 Integrando a comunidade tradicional do Cajueiro na conservação de áreas protegidas em Januária, MG Instituto para o Desenvolvimento Social e Ecológico IDESE
5 6.2 Cuidando do Cerrado e promover a vida Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Riacho dos Machados STR

Os Pequenos Projetos que foram selecionados receberão comunicados individuais sobre as próximas etapas. As propostas que não foram selecionadas, já receberam comunicados individuais sobre o resultado do processo seletivo.

Informamos aos interessados, que os Grandes Projetos também passaram por estas etapas de avaliação no Brasil e foram encaminhados à equipe do CEPF em Washington, que consiste da etapa final do processo de seleção e decisão final. Em breve, os proponentes que submeteram seus projetos nesta categoria receberão um comunicado individual da equipe de Washington (EUA).

Congratulamos os pequenos projetos selecionados e desejamos a todos que essa parceria que ora se inicia, seja de grande crescimento para todos nós!

Agradecemos a todas as organizações que inscreveram seus projetos nesta Terceira Chamada, parabenizando-as pelo inestimável trabalho que desenvolvem na conservação do nosso querido bioma Cerrado!

 

Brasília, 14 de março de 2019

 

Atenciosamente,

Equipe de Implementação Regional (RIT) do CEPF Cerrado

Instituto Internacional de Educação do Brasil

SCLN 211 Bloco B Salas 101 e 102, Asa Norte, Brasília-DF

Tel. 55 (61) 3248-7449   CEP. 70863-532

www.cepfcerrado.iieb.org.br


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

IEB contrata profissional de moderação/facilitação de encontro do CEPF Cerrado

O Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) contrata profissional para moderação/facilitação do encontro “Midterm Assessment/ Long-Term Vision” (Avaliação de Médio Prazo/ Visão de Longo Prazo) do Hotspot Cerrado do Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado). Os interessados podem se candidatar à vaga até o dia 19 de março.

O CEPF é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF, sigla em inglês), Governo do Japão e Banco Mundial, com vistas a oferecer financiamento para proteção de ecossistemas únicos e ameaçados – conhecidos também como hotspots de biodiversidade.

No Brasil, o CEPF conta com o apoio do IEB, que realizará evento com todos os beneficiários dos projetos vigentes. O encontro está previsto para os dias 8 a 10 de abril. Consulte o termo de referência.

Via Instituto Internacional de Educação do Brasil

 

 

Curso Criação e Gestão de Unidades de Conservação Municipais no Cerrado será oferecido em Goiânia

Ambiental 44, responsável pelo projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado” que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), em conjunto com o Laboratório de Processamento de Imagens e Geoprocessamento (LAPIG/Universidade Federal de Goiás) e MvB Consultores Associados, irá oferecer o curso Criação e Gestão de Unidades de Conservação Municipais no Cerrado.

O curso tem carga horária de 25 horas e ocorrerá entre os dias 03 e 06 de abril de 2019 na Universidade Federal de Goiás, Goiânia (GO) com o objetivo de fornecer conceitos e técnicas que embasam o planejamento e implantação de UCs no Cerrado. Mais informações e detalhes sobre o curso estão disponíveis no folder:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Instituto Jurumi abre oportunidade em projeto apoiado pelo IEB e CEPF Cerrado

O projeto ‘Ecologia e recuperação de Uebelmannia buiningii Donald (Cactaceae), que é executado pelo Instituto Jurumi e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa propor um plano de recuperação para Uebelmannia buiningii, cacto endêmico da região de Serra Negra na Cadeia do Espinhaço (Minas Gerais). Este plano será baseado em estudos ecológicos robustos, que permitam o conhecimento do impacto do distúrbio antrópico e natural sobre a espécie e a identificação dos estágios da história de vida mais críticos, para se entender a viabilidade da população a longo prazo.

Através de Termo de Referência, o Instituto Jurumi abre oportunidade de contratação de prestação de serviço de profissional/empresa para gerar subsídios ecológicos para a recuperação das populações de Uebelmannia buiningii.

As atividades serão desenvolvidas de Março de 2019 a Outubro de 2020 e os interessados devem enviar currículo via e-mail para contato@institutojurumi.org.br até às 23 horas do dia 05/03/2019.

Para mais informações, entre em contato com o Instituto Jurumi.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projetos em foco: Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos

Entre os dias 1 e 2 dezembro de 2018, a Associação Rede Rio São Bartolomeu de Mútua Cooperação – Rede Bartô promoveu um curso de implantação de sistemas agroflorestais em parceria com o especialista Felipe Caltabiano, através do projeto Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). O curso envolveu representantes da Rede Bartô e os beneficiários diretos do projeto, que são os produtores rurais do Assentamento Oziel Alves, localizado em Planaltina (DF).

O projeto Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos, que é executado pela própria Rede Bartô, visa beneficiar comunidades de agricultores familiares que se encontram no Cerrado, no RIDE Brasília e fazem parte de uma área chave para a biodiversidade. Um dos componentes principais deste projeto é contribuir com a segurança alimentar e melhoria de renda das famílias mediante a produção orgânica de alimentos nas agroflorestas, promovendo paisagens produtivas sustentáveis, que servirão de modelo e exemplo para todos os comunitários replicarem.

No decorrer do Curso de Implantação de Sistemas Agroflorestais foi realizado o plantio de uma área de 500 m², com foco na produção de hortaliças de ciclos, raízes e frutas. Além das espécies de produção, também foram semeadas espécies arbóreas a partir de sementes e espécies nativas do Cerrado. Além destas atividades, os participantes tiveram a oportunidade de aprofundar seus conhecimentos em consórcios de hortaliças, utilização de diferentes tipos de material orgânico para cobertura de solo, aplicação dos sistemas agroflorestais para diferentes sistemas de produção, etc. De acordo com a equipe da Rede Bartô, “os produtores puderam compartilhar sua experiência com sistemas agroflorestais e relataram a grande melhoria em suas propriedades, desde que começaram a trabalhar dentro desta lógica de produção. A grande maioria já se encontra bem apropriada dos princípios básicos dos SAF’s e estão entusiasmados com as perspectivas e potencialidades destes modelos de produção”.

Quer conhecer os outros projetos apoiados pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)? Acesse o nosso site ou inscreva-se no nosso boletim eletrônico.

 

Plantio de hortaliças dentro do Sistema Agroflorestal.
Equipe da Rede Bartô e agricultores.


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Rede de Sementes do Cerrado abre oportunidade para serviços técnicos e de assessoria de comunicação em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

O projeto Mercado de Sementes e Restauração: Provendo Serviços Ambientais e Biodiversidade, que é executado pela Rede de Sementes do Cerrado e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), atua nos principais elos da cadeia de produção de sementes nativas: os coletores de sementes, os diversos tipos de compradores de sementes e a interligação entre estes atores, no intuito de capacitar estes coletores de sementes nativas; divulgar ações e técnicas bem sucedidas de restauração e fortalecer local e regionalmente o comércio de sementes de espécies nativas do Cerrado, melhorando a interface comercial entre coletores e consumidores de sementes nativas.

Através de Termo de Referência, a Rede de Sementes do Cerrado abre duas oportunidades de contratação de prestação de serviço, uma para apoio técnico e articulação entre parceiros e interessados na produção de sementes nativas, e a outra para assessoria de comunicação e divulgação do projeto.

As atividades serão desenvolvidas de Fevereiro a Dezembro de 2019 e os interessados devem enviar currículo via e-mail para sementescepf@rsc.org.br até 01/02/2019.

Para mais informações, entre em contato com a Rede de Sementes do Cerrado.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Instituto Oca Brasil lança edital para área de Georreferenciamento em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

O projeto Criação e Implementação Integrada de Reservas Privadas Federais na Região da Chapada dos Veadeiros, que é executado pelo Instituto Oca Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa o fomento de novas Reservas Particulares do Patrimônio Natural – RPPN e a implementação de RPPNs do entorno do Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros.

Nesta primeira etapa, o projeto lança o edital para contratação de pessoas jurídicas de prestadores de serviços em Georreferenciamento, de acordo com o termo de referência. Interessados devem enviar suas propostas até às 18 horas do 31 de janeiro de 2019. Para mais detalhes sobre o processo seletivo acesse o termo de referência ou a página do Instituto Oca Brasil


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Projeto busca fortalecer a gestão ambiental e a governança dos governos locais para a conservação da biodiversidade

A Ambiental 44 Ltda., responsável pelo projeto “Avaliação e Fortalecimento das Unidades de Conservação Municipais do Cerrado” que conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), esteve representada na última reunião do ano do Grupo de Trabalho (GT Brasil) de coordenação do projeto “Áreas Protegidas e outras medidas de conservação baseadas em áreas no nível de governos locais”, também conhecido como “Áreas Protegidas Locais”.

“Áreas Protegidas Locais” é um projeto do Ministério do Meio Ambiente (MMA) do Brasil, Ministério do Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (MADS) da Colômbia, Ministério do Ambiente (MAE) do Equador e Ministério do Ambiente (MINAM) do Peru. O Ministério Federal do Meio Ambiente, Proteção da Natureza e Segurança Nuclear da Alemanha (BMU, sigla em alemão) apoia o projeto por meio da Iniciativa Internacional para o Clima (IKI, sigla em alemão). A implementação nos quatro países é realizada pela Deutsche Gesellschaft für Internationale Zusammenarbeit (GIZ) GmbH, pelo ICLEI – Governos Locais pela Sustentabilidade e pela União Internacional para a Conservação da Natureza (UICN). O projeto tem como objetivo contribuir para fortalecer a gestão ambiental e a governança dos governos locais para a conservação da biodiversidade em unidades de conservação municipais e outras medidas de conservação.

©Luiz Paulo Pinto

Desde o início do projeto “Unidades de Conservação Municipais do Cerrado”, a Ambiental e o CEPF Cerrado foram convidados a fazer parte do GT Brasil do “Áreas Protegidas Locais”. Dessa forma, as instituições de ambos projetos estão compartilhando informações, ações e buscando formas de colaboração para potencializar as iniciativas. A reunião do GT Brasil, do dia 04 de dezembro, em Brasília (DF), foi para discutir a parceria, visando a valorização do ICMS Ecológico no país. Estão previstas atividades, como a atualização do website www.icmsecologico.org,br e o apoio de discussões sobre o aperfeiçoamento desse importante tributo ligado à conservação da biodiversidade. A reunião foi importante também para atualizar das ações do “Áreas Protegidas Locais” no Brasil e a validação do POA (Plano Operativo Anual) do projeto.

*Texto fornecido pela Ambiental 44


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Oficina promovida pela Rede Cerrado em Novembro reuniu representantes de povos e comunidades tradicionais

No sentido de debater e dialogar sobre os direitos territoriais, incluindo as disputas e conflitos por terras, principalmente no campo, e conhecer novas formas de garantia de territórios, que a Rede Cerrado promoveu nos dias 6 e 7 de Novembro, em Brasília, a I Oficina de Territórios. O encontro reuniu representantes de povos e comunidades tradicionais (PCTs) que vivem no Cerrado e de organizações da sociedade civil. Leia matéria completa no site da Rede Cerrado.

O Cerrado, hoje, é proporcionalmente o bioma mais desmatado do Brasil. De acordo com dados do Ministério do Meio Ambiente, metade da vegetação nativa do Cerrado não existe mais. A área com a maior incidência é o MATOPIBA (Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia), região apontada como a última fronteira agrícola do país. O Cerrado, em especial, o MATOPIBA, sofre com o avanço indiscriminado de commodities do agronegócio. “Ocorre que nessas áreas nós temos dezenas de Terras Indígenas, centenas de assentamentos da reforma agrária, Territórios Quilombolas que são afetados diretamente pela constituição dessa nova fronteira para a agricultura de larga escala no Brasil”, explica a pesquisadora da Universidade de Brasília Mônica Nogueira, mestre em Desenvolvimento Sustentável e doutora em Antropologia.

A Rede Cerrado executa o projeto “Rede fortalecida, Cerrado conservado”, que visa ampliar a incidência política da Rede na elaboração, implementação e monitoramento de políticas públicas relacionadas à promoção do desenvolvimento sustentável, com respeito aos direitos de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais. O projeto conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). A Rede Cerrado trabalha para a promoção da sustentabilidade, em defesa da conservação do Cerrado e dos seus povos. Indiretamente, a Rede Cerrado congrega mais de 300 organizações que se identificam com a causa socioambiental do bioma.

*Adaptado do texto de Thays Puzzi / Assessoria de Comunicação da Rede Cerrado.

 

I Oficina de Territórios da Rede Cerrado. ©Acervo Rede Cerrado/Thays Puzzi

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Fundação Neotrópica do Brasil abre oportunidade de vagas no projeto União de COMDEMAs Pró-Cerrado

O projeto União de COMDEMAs Pró-Cerrado, que é executado pela Fundação Neotrópica do Brasil e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa o fortalecimento dos COMDEMAs, a fim de subsidiar decisões locais que contribuam para conservação do Cerrado e para o alcance das metas mundiais de conservação da biodiversidade.

Através dos editais 001/2018 FNB/CEPF e 002/2018FNB/CEPF a Fundação Neotrópica do Brasil abre a oportunidade de contratação temporária para um técnico na área de Geoprocessamento e outro técnico na área de Mobilização Social e Educação Ambiental. Confira os editais no link.

O período de envio dos requisitos e propostas é de 06/12/2018 a 02/01/2019, que deverão ser encaminhadas por um dos seguintes meios:

A) No email: neotropica@fundacaoneotropica.org.br

B) Correio convencional (Sedex, com Aviso de Recebimento no seguinte endereço: Rua Dois de Outubro, 165 – Bairro Recreio – CEP: 79.290-000 – Bonito – MS.

C) Entrega da documentação física, até dia 21/12/2018, diretamente na sede da Fundação Neotrópica do Brasil (Endereço: Rua Dois de Outubro, 165 – Bairro Recreio – CEP: 79.290-000 – Bonito – MS).

Contato, dúvidas e mais informações no site da Fundação Neotrópica do Brasil.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Peruaçu: O Grito Silencioso da Vereda

O projeto Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, que é executado pela Fundação Pró-Natureza e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), visa promover o fortalecimento da gestão do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu. O Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MSVP) é um conjunto de áreas protegidas localizadas na margem esquerda do Rio São Francisco, entre as regiões norte e noroeste de Minas Gerais e parte do sudoeste da Bahia. Com uma área aproximada de 1.8 milhões de hectares e perímetro de 1.210 km, o Mosaico envolve unidades de conservação ambiental, comunidades tradicionais e a Terra Indígena Xakriabá. Em Minas Gerais, o Mosaico engloba áreas dos municípios de Formoso, Arinos, Chapada Gaúcha, Urucuia, Cônego Marinho, Januária, Itacarambi, Bonito de Minas, São João das Missões, Miravânia e Manga. Atravessado pelo Rio Carinhanha, o território se estende até parte do município de Cocos, na Bahia. O território faz parte da região dos Gerais, imortalizada por João Guimarães Rosa em obras como “Grande Sertão: Veredas”, “Sagarana” e “Manuelzão e Miguilim”. A diversidade ambiental da região, que abriga espécies endêmicas da fauna e flora do Cerrado, convive com a riqueza cultural dos povos tradicionais sertanejos, ribeirinhos, geraizeiros e vazanteiros*.

Peruaçu: O Grito Silencioso da Vereda é um filme que retrata a vida destes sertanejos da região da bacia do Rio Peruaçu, norte mineiro. Os personagens são típicos ‘veredeiros’ que lutam para sobreviver frente à escassez hídrica atual. Trata-se de um pequeno recorte da realidade da população local. O casal central do filme, dona Nelinda e Zé Torino, é referência em termos de preservação ambiental na região. O filme conta com a direção e roteiro de Alexandre Jorge Pádua e Paulo Henrique Sousa. Confira o teaser do filme!

*Texto retirado do site Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu. Disponível em: http://mosaicosvp.com.br/o-mosaico/


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Capacitação em produção de mudas do Cerrado reúne povos e comunidades tradicionais no Mato Grosso do Sul

No mês de novembro, a comunidade da Aldeia Brejão promoveu uma prática em produção de mudas do Cerrado, através do projeto Viveiro de Mudas para Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão. Este projeto recebe apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

A oficina de capacitação envolveu representantes da Associação Hanaiti Yomo’omo (AHY), da ONG Ecologia e Ação (ECOA), comunidade quilombola São Miguel, Aldeia Água Branca, Aldeia Taboquinha, Agência de Extensão Rural, Escola Estadual indígena Angelina Vicente, Escola Municipal Eugênio de Souza e representantes do Centro de Produção, Pesquisa e Capacitação do Cerrado (Ceppec), situado no assentamento de Andalucia, em Nioaque/MS.

O projeto Viveiro de mudas para a Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão, que é executado Associação Hanaiti Yomomo (AHY), visa a inclusão de indígenas no processo de desenvolvimento da comunidade, garantindo uma alternativa sustentável na segurança alimentar, o uso de novas tecnologias sociais, uso sustentável do solo e de espécies vegetais do Cerrado, assim como a agregação de valor e geração de renda por meios de produtos agrícolas e extrativistas. Um dos componentes principais deste projeto é capacitar membros da comunidade em transição agroecológica e sistemas agroflorestais, assim como na produção de frutos de espécies vegetais do Cerrado. A Oficina de Capacitação de Produção de Mudas de Espécies Nativas do Cerrado ocorreu entre os dias 30 de novembro e 01 de dezembro de 2018 e foi ministrada pela Dra. Zefa Valdivina Pereira (UNICAMP). De acordo com Alexandro Souza, gestor do projeto, “os dois dias de oficina foram dias de trabalho extremamente gratificantes”.

Quer conhecer os outros projetos apoiados pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)? Acesse o nosso site ou inscreva-se no nosso boletim eletrônico.

Viveiro de mudas para a Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão, Oficina de Capacitação de Produção de Mudas de Espécies Nativas do Cerrado, Novembro 2018.
Viveiro de mudas para a Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão, Oficina de Capacitação de Produção de Mudas de Espécies Nativas do Cerrado, Novembro 2018.
Viveiro de mudas para a Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão, Oficina de Capacitação de Produção de Mudas de Espécies Nativas do Cerrado, Novembro 2018.

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

IEB contrata Gerente de Subvenções para o CEPF Cerrado

 

Brasília, 29 de Novembro de 2018

O IEB (Instituto Internacional de Educação do Brasil) é uma associação civil brasileira sem fins econômicos criada em 1998, cuja missão é “fortalecer os atores sociais e o seu protagonismo na construção de uma sociedade justa e sustentável”. Os objetivos institucionais do IEB são: promover a efetividade dos direitos socioambientais de povos e comunidades no campo e nas cidades; apoiar ações visando o ordenamento territorial; ampliar a incidência das políticas públicas nos territórios em que atuamos; e apoiar e implementar ações voltadas para a melhoria da gestão territorial e ambiental.

Ref.: Contratação de um profissional multilíngue qualificado para o cargo de Gerente de Subsídios do Time de Implementação Regional (RIT) do Hotspot Cerrado do Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado), para início imediato.

 

Data de abertura: 29 de Novembro 2018                                                         

Data de encerramento: 20 de Dezembro 2018

 

Apresentação

O Instituto Internacional de Educação do Brasil deseja contratar um profissional multilíngue qualificado para o cargo de Gerente de Subsídios da Equipe de Implementação Regional (RIT) do Hotspot Cerrado do Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado), para início imediato.

O Gerente de Subsídios é uma posição do Time de Implementação Regional (RIT, sigla em inglês) de tempo integral, em Brasília, a ser ocupada por um profissional fluente em inglês e português com as habilidades / experiência técnica e gerencial apropriadas e um forte histórico de gerenciamento de programas complexos e de longo prazo.

Principais atribuições

O Gerente de Subsídios é um cargo de dois anos e meio, em tempo integral, a ser exercido na sede do escritório do IEB, em Brasília, que terá as seguintes responsabilidades:

  • Trabalhar em estreita colaboração com o Líder da Equipe RIT no cumprimento de todas as funções dos nove componentes dos TdR RIT (consulte o Anexo 1, em inglês)
  • Ajudar o Líder da Equipe do RIT no papel de ligação entre o Secretariado do CEPF, o restante da equipe e potenciais candidatos, beneficiários e outras partes interessadas relevantes na realização do trabalho do RIT;
  • Conhecer e comprometer-se a seguir as orientações estratégicas do Perfil do Ecossistema, as prioridades de investimento e as metas do marco lógico, bem como os procedimentos exigidos no Manual Operacional do CEPF;
  • Trabalhar em estreita colaboração e interação direta com o Líder da Equipe do RIT e o Assistente do Programa na condução, apoio e coordenação do trabalho do Conselho Consultivo do CEPF Cerrado, comitês de avaliação técnica e de seleção;
  • Auxiliar o Líder da Equipe RIT na preparação e lançamento de chamadas para propostas para o Hotspot Cerrado, que inclui a produção e edição de documentos em inglês e português, gerenciamento do sistema online e coordenação das diversas etapas do processo de seleção e grandes subsídios;
  • Liderar o processo de contratação de Subsídios Pequenos no Hotspot Cerrado, que inclui o fluxo de documentos e requisitos do IEB / CEPF antes da assinatura do contrato;
  • Liderar a gestão de contratos de Pequenas Subvenções com os beneficiários, sendo assim responsável por todas as questões de gestão de contratos, pagamentos de subvenções, revisão e aprovação de relatórios financeiros e técnicos;
  • Fornecer orientações e formações diretas e constantes aos beneficiários das Pequenas Subvenções sobre as disposições do CEPF, requisitos do acordo de subvenção, instruções administrativas e financeiras durante a implementação da subvenção;
  • Ajudar o Líder da Equipe do RIT a implementar a estratégia de monitoramento e avaliação, ferramentas e relatórios (em inglês) do progresso do programa, de acordo com o Portfólio do CEPF e os Indicadores Globais, juntando-se ao Líder da Equipe do RIT e Assistente do Programa em visitas de supervisão de campo;
  • Enviar e fazer o upload de todos os documentos solicitados para Pequenas Subvenções no banco de dados online do CEPF, de acordo com os procedimentos a serem explicados durante o treinamento;
  • Ajudar o Líder da Equipe do RIT a explicar as disposições do acordo de Grandes Concessões e as instruções administrativas em português ou inglês aos beneficiários, durante a implementação da subvenção;
  • Preparar e realizar sessões de treinamento direcionadas a pequenos e grandes beneficiários, em parceria com o Líder de Equipe do RIT e o Assistente de Programa em todas as tarefas de treinamento;
  • Auxiliar o líder da equipe do RIT no papel de trabalho em rede entre os beneficiários e outras partes interessadas relevantes no Hotspot Cerrado.

Para se candidatar, os interessados deverão estudar previamente o Perfil do Ecossistema do Hotspot de Biodiversidade Cerrado do CEPF (http://cepfcerrado.iieb.org.br/cerrado/hotspot-do-cerrado/); ler com atenção a descrição da vaga em inglês e enviar a seguinte documentação para Michael Becker, Líder da Equipe do RIT (michael.becker@iieb.org.br) com cópia para o e-mail CEPF Cerrado (cepfcerrado@iieb.org.br):

  • Um CV completo e com referências pessoais e profissionais;
  • Uma carta de apresentação máximo 2 páginas, descrevendo motivações, disponibilidade, por que se qualifica para a vaga e outras informações relevantes.

Deve constar no assunto do e-mail: “vaga Gerente de Subsídios”

Em algum momento do processo de revisão, os candidatos selecionados serão entrevistados – direta ou remotamente – para uma avaliação mais aprofundada das qualificações e habilidades para o trabalho e compreensão do Perfil do Ecossistema do Hotspot Cerrado.

O nome e os currículos dos candidatos ao cargo de Gerente de Subsídios para o Hotspot Cerrado do CEPF serão submetidos ao CEPF para aprovação final, antes de sua efetiva contratação.

 

Consulte os Termos de Referência nas versões em português e inglês.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Projeto promove capacitação em produção de mudas de espécies nativas do Cerrado na Aldeia Brejão, Mato Grosso do Sul

O projeto Viveiro de mudas para a Produção Agroflorestal na Aldeia Brejão, que é executado Associação Hanaiti Yomomo (AHY), visa a inclusão de indígenas no processo de desenvolvimento da comunidade, garantindo uma alternativa sustentável na segurança alimentar, o uso de novas tecnologias sociais, uso sustentável do solo e de espécies vegetais do Cerrado, assim como a agregação de valor e geração de renda por meios de produtos agrícolas e extrativistas.

Um dos componentes principais deste projeto é capacitar membros da comunidade em transição agroecológica e sistemas agroflorestais, assim como na produção de frutos de espécies vegetais do Cerrado. Sendo assim, nos dias 30 de novembro e 01 de dezembro de 2018 a AHY convida interessados a participarem da Oficina de Capacitação de Produção de Mudas de Espécies Nativas do Cerrado, que será ministrado pela Dra. Zefa Valdivina Pereira (UNICAMP).

 

Quer conhecer os outros projetos apoiados pelo Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB)? Acesse o nosso site ou inscreva-se no nosso boletim eletrônico.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

CEPF e IEB lançam novo edital para projetos no Cerrado

 

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) para o hotspot Cerrado e o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) lançam a Terceira Chamada para Cartas de Intenção (CDI) direcionada a inovadores e relevantes projetos de conservação. Os interessados podem se inscrever até 12 de dezembro de 2018.

Esta chamada está aberta aos grupos e associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas, universidades (fundações), institutos de pesquisa e outras organizações da sociedade civil.

As cartas de intenção devem ser formuladas para Pequenos Projetos (até US$ 50.000) e Grandes Projetos (acima de US$ 50.000 e no máximo US$ 200.000).

As propostas ao edital devem contemplar somente as seguintes Prioridades de Investimento:

● Prioridade de Investimento 2.1 – Apoiar estudos e análises necessários para justificar a criação e expansão das áreas protegidas públicas, promovendo a conservação e o uso sustentável da biodiversidade e a valorização da cultura local e tradicional.

●Prioridade de Investimento 2.2 – Promover a inclusão dos povos indígenas, quilombolas e populações tradicionais existentes, respeitando e integrando os seus conhecimentos tradicionais, para o planejamento da conservação/restauração por parte do governo e da sociedade civil.

● Prioridade de Investimento 6.2 – Desenvolver e fortalecer as capacidades técnicas e de gestão de organizações da sociedade civil em matéria de meio ambiente, estratégia e planejamento de conservação, diálogo político, mobilização de recursos, em conformidade com os regulamentos e outros temas relevantes para as prioridades de investimento.

Acesse o edital completo da Terceira Chamada no site do CEPF Cerrado.  Dúvidas específicas podem ser tiradas por email (cepfcerrado@iieb.org.br) ou acesse a página de Dúvidas Frequentes.

Cadastre-se para receber o boletim eletrônico do CEPF Cerrado.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

IEB e CEPF promovem em novembro Terceira Chamada de Projetos para o Cerrado

O Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) convida organizações da sociedade civil, grupos comunitários, empresas e outros interessados para apresentações sobre o 3º Edital do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) do Hotspot Cerrado. Além da apresentação do edital, serão realizadas capacitações, voltadas aos projetos já contratados pelo CEPF.

A apresentação do edital e as capacitações já foram realizadas em Arinos (MG), Campo Grande (MS) e Campinas (SP). As próximas apresentações ocorrerão nas cidades de Teresina (PI), Belo Horizonte (MG) e Brasília (DF):

Teresina: 19/11 de 14h00 – 17h00. Local: Comissão Pastoral da Terra – Rua Desembargador Pires de Castro, 631 – Centro/Norte.

Belo Horizonte: 23/11 de 13h30 – 17h00. Local: Auditório do Conselho Regional de Biologia (CRBio) – Av. Amazonas, 298 – 15º andar.

Brasília: 27/11 de 9h00 – 12h00. Local: Casa de Retiros Assunção – SGAN 611, L2 Norte, módulo E, Brasília-DF.  

Os temas principais neste terceiro edital serão a gestão de áreas protegidas, mosaicos e reservas da biosfera; o envolvimento de populações tradicionais e indígenas na gestão de territórios e capacitações para as organizações da sociedade civil.

O CEPF deseja aprimorar as condições técnicas e de gestão das organizações da sociedade civil no Cerrado, fortalecendo-as para a proposição, execução e gerenciamento de projetos com foco na conservação e uso sustentável da biodiversidade no hotspot. Este aperfeiçoamento se dará via capacitações inclusive na questão de gênero ligada a conservação de recurso naturais.

O Fundo busca proteger as regiões biologicamente mais ricas e ameaçadas do planeta, conhecidas como hotspots de biodiversidade. Um objetivo fundamental é garantir o engajamento da sociedade civil na conservação da biodiversidade. O CEPF é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo Global para o Meio Ambiente, Governo do Japão, Fundação John D. e Banco Mundial.

Faça seu cadastro no site para mais informações.

Notícia publicada no site do Instituto Internacional de Educação do Brasil.

 

Teresina (PI) – 19 de novembro
Belo Horizonte (MG) – 23 de novembro
Brasília (DF) – 27 de novembro

Projetos em foco: Práticas Sustentáveis de Produção

©COPABASE
©COPABASE

 

O projeto “Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano”  promove e fortalece as cadeias produtivas associadas ao uso sustentável dos recursos naturais e a restauração ecológica, através da diversificação da produção agroextrativista com manejo sustentável por meio da estruturação coletiva das famílias dentro da Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, que está localizada na região da bacia do Rio Urucuia, um dos principais afluentes do São Francisco.

No mês de setembro a equipe da COPABASE iniciou a construção do seu viveiro, onde serão produzidas aproximadamente 5.000 mil mudas entre espécie exóticas, como acerola, goiaba, tamarindo, maracujá, e as nativas com valor econômico, como baru, ipê, cagaita e jatobá. As mudas produzidas serão doadas aos cooperados, para que executem as atividades de restauração de áreas degradas e a implantação de sistemas agroextrativistas familiares.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

Oficina Sistemas Agroflorestais – ganhos econômicos, ambientais e sociais

Áreas de Cerrado em restauração em Miranda, MS.

 

Os sistemas agroflorestais (SAFs) são consórcios de culturas agrícolas com espécies arbóreas que podem ser utilizados para restaurar a vegetação nativa e recuperar áreas antropizadas. A tecnologia ameniza limitações do terreno, minimiza riscos de degradação inerentes à atividade agrícola e otimiza a produtividade a ser obtida¹. Os componentes arbóreos são inseridos como estratégia para o combate da erosão e o aporte de matéria orgânica, restaurando a fertilidade do solo. Há melhoria na estrutura e na atividade da fauna do solo e maior disponibilidade de nutrientes. É alcançado um equilíbrio biológico que promove o controle de pragas e doenças¹. Na mesma área, é possível estabelecer consórcios entre espécies de importância econômica, frutíferas e hortaliças. Podem ser introduzidas espécies de leguminosas para uso como adubo verde, as quais são roçadas, e espécies de leguminosas arbóreas, que, com a mesma finalidade, são podadas, visando à deposição de material orgânico sobre o solo. Além de contribuir para a conservação do meio ambiente, os benefícios dos sistemas agroflorestais despertam o interesse dos agricultores, pois, como estão aliados à produção de alimentos, permitem oferecer produtos agrícolas e florestais, incrementando a geração de renda das comunidades agrícolas¹.

No mês de julho, experiências vindas da região do Pontal do Paranapanema (SP) conduziram a oficina de Boas Práticas para Manejo de Agroflorestas, ministrada por Haroldo Borges, do Instituto de Pesquisas Ecológicas (IPÊ). A atividade aconteceu durante o encontro transfronteiriço promovido no Centro de Produção, Pesquisa e Capacitação do Cerrado (Ceppec), situado no assentamento de Andalucia, em Nioaque/MS. Participaram representantes da Associação Hanaiti Yomo’omo, que executam o projeto “Viveiro de mudas para a produção agroflorestal na Aldeia Brejão”, associações de assentamentos rurais e comunidades extrativistas do Cerrado e Pantanal e do Gobierno Autonomo Municipal de Roboré, Bolívia.

Ao considerar que os SAFs também auxiliam nos processos de restauração da vegetação nativa e recuperação de áreas degradadas, a oficina interagiu com os monitores que trabalham na recuperação de áreas de nascentes nos assentamentos de Andalucia e Bandeirantes, de Miranda (MS), atividades que ocorrem através do Projeto Corredor Miranda-Bodoquena: preenchendo lacunas socioambientais, que executado pela ECOA e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), e tem o objetivo de auxiliar a revegetação e conservação do Cerrado através do fortalecimento do extrativismo não madeireiro por comunidades e assentados do Mato Grosso do Sul (corredor Miranda-Bodoquena).

Veja a matéria completa no site da ECOA e acompanhe o nosso boletim eletrônico.


¹EMBRAPA (2004). Soluções tecnológicas-Sistemas Agroflorestais. Disponível em: https://www.embrapa.br/busca-de-solucoes-tecnologicas/-/produto-servico/112/sistemas-agroflorestais-safs

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Terra da Gente filma a rolinha-do-planalto

Columbina cyanopis (rolinha-do-planalto). Foto: ©SAVE Brasil

 

rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis) é uma das aves mais raras do mundo e ficou desaparecida por quase um século até uma pequena população ser redescoberta, em maio de 2015, em Minas Gerais. Devido à sua raridade, a espécie foi listada na categoria Provavelmente Extinta, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Segundo a lista da BirdLife/IUCN a espécie é considerada Criticamente Ameaçada (CR). A redescoberta da rolinha-do-planalto foi um dos mais importantes achados ornitológicos das últimas décadas, tendo grande repercussão internacional. Agora, o desafio é desenvolver ações de conservação que garantam a proteção da população encontrada e do habitat onde vive*.

Desde maio de 2015, quando Rafael Bessa reencontrou a espécie, a SAVE Brasil vem trabalhando para mensurar quantos indivíduos existem na natureza e onde eles estão. Após intensas buscas, Botumirim, um pequeno município no norte de Minas Gerais, foi apontada como a única localidade com registros da espécie até então. Ficou claro que esta população precisava de proteção, assim foi criada uma reserva natural, uma propriedade particular de 593 hectares*.

O projeto “Salvando a rolinha-do-planalto e seu habitat único”, que tem apoio do CEPF Cerrado e é executado pela SAVE Brasil, tem como principal objetivo promover a conservação a longo prazo do Cerrado na área de redescoberta da rolinha-do-planalto, com especial atenção à proteção desta espécie, que está criticamente ameaçada de extinção.

O programa Terra da Gente, que retrata a biodiversidade brasileira em diversos cantos do país, foi à cidade de Botumirim (MG), próxima à Serra do Espinhaço, para registrar esse animal raro. Confira a matéria completa e o vídeo no site!

*Adaptado de texto fornecido pela SAVE Brasil.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Debate sobre instrumentos econômicos e identidade ecológica para a implementação do Código Florestal

 

Em agosto a Conservação Estratégica (CSF-Brasil), o Observatório do Código Florestal (OCF) e o Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio) promoveram o “Debate sobre instrumentos econômicos e identidade ecológica para a implementação do Código Florestal”. O evento acontece no âmbito do projeto “Implementação das Cotas de Reserva Ambiental (CRA) no Maranhão e oportunidades no Tocantis e Bahia”, que conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). O debate foi realizado em Brasília no dia 7 de agosto, onde reuniu representantes governamentais, de pesquisa, da sociedade civil e produtores rurais para discutir sobre possíveis formas para avançar na implementação de dispositivos previstos no Código Florestal, como incentivos econômicos, compensação de Reserva Legal (RL) e a exigência de identidade ecológica para a compensação.

Este projeto é executado pela própria CSF-Brasil e tem o objetivo de analisar a viabilidade econômica e os ganhos ambientais de uma possível implementação do mercado de Cota de Reserva Ambiental no estado do Maranhão, além de investigar as oportunidades de implementação das CRAs nos estados de Tocantins e Bahia, através do engajamento em ações de articulação política, coleta de dados (preços de terra, lucros agrícolas, déficits de reservas legais, cobertura de vegetação nativa e localização de áreas de conservação prioritárias) e análise econômica.

A notícia completa sobre o evento você pode conferir no site da CSF-Brasil, assim como mais informações sobre Cota de Reserva Ambiental.


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Reserva da Biosfera do Cerrado ganha mais territórios

Acervo IEB

 

Criadas pela UNESCO (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura) em 1972, as Reservas da Biosfera, espalhadas hoje por 110 países, têm sua sustentação no programa “O Homem e a Biosfera” (MAB) da UNESCO, desenvolvido com o PNUMA (Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente), com a UICN (União Internacional para a Conservação da Natureza) e com agências internacionais de desenvolvimento. É o principal instrumento do Programa MAB e compõe uma rede mundial de áreas, que têm por finalidade a Pesquisa Cooperativa, a Conservação do Patrimônio Natural e Cultural e a Promoção do Desenvolvimento Sustentável¹.

A Rede Mundial de Reservas da Biosfera é composta por 631 Reservas da Biosfera localizadas em 119 países, incluindo 14 sítios transfronteiriços/transcontinentais. No Brasil podemos destacar as seguintes Reservas da Biosfera²:

Estas reservas desempenham o papel de promover a conservação e o uso sustentável dos recursos naturais e disseminar os conhecimentos científicos, tradicionais e culturais em suas regiões.

Reserva da Biosfera do Cerrado, até então, apresentava três fases definidas que se situam em regiões do Distrito Federal e dos estados de Goiás, Tocantins, Maranhão e Piauí.  A declaração da fase I da Reserva abrange o território do Distrito Federal e data de 1994, e a da segunda fase, de outubro de 2000. A aprovação da fase III, em setembro de 2001, apoiou a formação do Conselho da Reserva da Biosfera.

De acordo com a assessoria de comunicação do  Ministério do Meio Ambiente (MMA), a revisão dos Limites da Reserva da Biosfera (RB) do Cerrado foi aprovada nesta segunda-feira (17), em Brasília (DF). O novo desenho priorizou a conectividade do Cerrado com os biomas Caatinga, Mata Atlântica e Pantanal e abrange cerca de 74 milhões de hectares, que inclui os estados da Bahia, Minas Gerais, Mato Grosso, Paraná e São Paulo, que se juntam ao Distrito Federal, Goiás, Piauí, Tocantins e Maranhão, que já compunham a RB. O documento será encaminhado para avaliação da UNESCO. Mais informações no site do MMA.

Esta ação faz parte do projeto “Apoio técnico e desenvolvimento de processo participativo para a formulação da proposta de ampliação da Reserva da Biosfera do Cerrado”, que tem o objetivo de discutir com os principais atores um processo de redefinição de limites para a Reserva da Biosfera do Cerrado, a partir da definição de critérios e conceitos enfocando a questão geoespacial, no intuito de compor um documento técnico a ser submetido à UNESCO. O projeto é executado pela Greentec Tecnologia Ambiental e conta com apoio do Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

 

¹Ministério do Meio Ambiente (2018). Comissão aprova limites da Reserva da Biosfera do Cerrado. Disponível em: http://www.mma.gov.br/informma/item/15103-comiss%C3%A3o-aprova-limites-da-reserva-da-biosfera-do-cerrado.html 

²UNESCO (2017). Reservas da Biosfera no Brasil. Disponível em: http://www.unesco.org/new/pt/brasilia/natural-sciences/environment/biodiversity/biodiversity/


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Agenda: X Seminário ICMBio “Pesquisas Estratégicas para o Desenvolvimento Socioambiental”

 

Começou nesta terça-feira (18/09) o X Seminário de Pesquisa e X Encontro de Iniciação Científica do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio). Neste ano, o tema é “Pesquisas Estratégicas para o Desenvolvimento Socioambiental”. O evento reúne pesquisadores, servidores do ICMBio, estudantes e interessados.

O evento segue até amanhã e conta com mesas-redondas e apresentação de trabalhos dos estudantes do Programa de Iniciação Científica do ICMBio e de outras instituições de pesquisa.

Confira a programação!

 

 

Projetos em foco: Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas

Acervo Grande Sertão
Acervo Grande Sertão

 

No mês de agosto a Cooperativa Grande Sertão, que executa o projeto Buriti – geração de renda para jovens e mulheres, conservação das Veredas e Chapadas com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), realizou uma visita a Belém (PA) no intuito de consolidar e construir novos canais de comercialização para os produtos da sociobiodiversidade do Cerrado mineiro. O produto em destaque é o óleo de buriti, que é elaborado na planta industrial da Cooperativa Grande Sertão, em Montes Claros (MG). Para isso, a Cooperativa conta com mais de 400 famílias de agricultores(as) familiares e extrativistas cadastradas, que fornecem a polpa do buriti “raspa”, que é utilizada para produzir o famoso óleo, rico em nutrientes. O foco dessa atividade foi visitar empresas do ramo cosmético e alimentício, como a NATURA e BERACA.

Neste mês de setembro, a Grande Sertão recebeu a  visita de um grupo de técnicos do Rio Grande Sul, representado o CETAP – Centro de Tecnologias Alternativas Populares. O foco do intercâmbio foi conhecer a experiências desenvolvidas com a utilização dos produtos da sociobiodiversidade. O trabalho desenvolvido com as comunidades, agricultoras,  agricultores familiares e extrativistas no arranjo produtivo do buriti foi apresentado como uma experiência inovadora na região, o que possibilitou a construção de um diálogo para o futuro estabelecimento de uma parceria entre as instituições. Ainda neste mês, a Cooperativa Grande Sertão estará em campo com as comunidades do Peruaçu e na Terra Indígena Xacriabá, para avaliar a safra de buriti.

 

*Texto fornecido pela Cooperativa Grande Sertão


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

Rede Cerrado lança novo site em evento que reuniu entidades associadas e parceiras

Composta por 54 entidades associadas e cerca de 300 organizações de base, a Rede Cerrado, que retomou as atividades da secretaria executiva no início deste ano, reuniu instituições filiadas e parceiras para uma confraternização para celebrar o Dia Nacional do Cerrado. Na oportunidade, houve o lançamento do novo site da Rede Cerrado que já está disponível para acesso em diferentes telas, computador, celular ou tablete, pelo endereço www.redecerrado.org.br.

A Rede Cerrado executa o projeto “Rede fortalecida, Cerrado conservado”, que tem o objetivo de ampliar a incidência política da Rede na elaboração, implementação e monitoramento de políticas públicas relacionadas à promoção do desenvolvimento sustentável com respeito aos direitos de agricultores familiares, povos e comunidades tradicionais no bioma Cerrado. O projeto conta com apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil e do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado)

Veja a matéria completa no site da Rede Cerrado.

Coordenação da Rede Cerrado. Acervo IEB/Aryanne Amaral

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

Semana do Cerrado no Jardim Botânico de Brasília

 

A Semana do Cerrado é uma oportunidade de conhecer e explorar diferentes aspectos de um dos biomas mais diversos no mundo. Atividades diferentes apresentarão os ambientes, a flora e a fauna do Cerrado e alguns dos desafios para sua conservação. O evento ocorrerá  entre os dias 11 e 15 de setembro de 2018, no Jardim Botânico de Brasília.

O evento é promovido por uma rede de pesquisadores de diferentes instituições como a Universidade de Brasília, Universidade Católica de Brasília, Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade, Jardim Botânico de Brasília e Reserva Ecológica do IBGE, que estudam as áreas de Cerrado no Distrito Federal e buscam contribuir para sua conservação. As atividades são parte do Programa Ecológico de Longa Duração (PELD) financiado pelo CNPq e CAPES.

Para maiores informações, entrar em contato com:
agenda.cerrado18@gmail.com

Agendamentos de grupos e escolas podem ser feitos no:
http://bustamantelab.com.br/

 

 

Cerrado mineiro conta com mais uma ação de proteção ao faveiro-de-wilson

© F. Fernandes/ Acervo SAFZBH

 

O fogo é um agente indispensável para a manutenção da biodiversidade nas diferentes savanas do mundo. Como o Cerrado é classificado como a savana brasileira, o fogo executa um papel importantíssimo na manutenção de determinados ecossistemas e espécies de sua flora. Porém, é preciso ressaltar, que o fogo que ocorre naturalmente, ou seja, provocado por raios ou por combustão espontânea é diferente da queimada indiscriminada, que quando provocada, é extremamente danosa à biodiversidade do Cerrado.

Para executar um trabalho de conservação da árvore conhecida como faveiro-de-wilson no município de Pequi, Minas Gerais, no mês de julho foi criada a brigada de combate a incêndios florestais. Pequi está localizada no centro-oeste de Minas Gerais, distante 182 km de Belo Horizonte e concentra o maior número de árvores desta espécie. A brigada é constituída de 16 brigadistas voluntários residentes em Pequi, que receberam em junho um treinamento completo, teórico e prático, oferecido pela ONG Brigada 1 e pelo Programa de Conservação do faveiro-de-wilson. A criação desta brigada era uma das ações previstas no Plano de Ação Nacional para Conservação desta espécie.

Esta ação faz parte do projeto “Manejo e proteção do faveiro-de-wilson”, que tem o objetivo de aumentar a proteção ao faveiro e ao seu habitat por meio da implementação de ações do seu Plano de Ação Nacional. O projeto é executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte e conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). Leia a matéria completa no site da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

Estratégias Políticas para o Cerrado foram lançadas em Brasília no dia 04/09

Méle Dornelas/Acervo ISPN

 

O documento “Estratégias Políticas para o Cerrado” foi fruto de um processo de construção coletiva de diversas organizações da sociedade civil, como Instituto Centro de Vida (ICV), Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), Instituto de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Instituto Sociedade, População e Natureza (ISPN), Instituto Socioambiental (ISA), Rede Cerrado e WWF-Brasil. A entrega simbólica do documento foi realizada pela Secretária Executiva da Rede Cerrado, Kátia Favilla, no evento “Desenvolvimento para Sempre – compromisso ambiental dos candidatos às eleições 2018” organizado pela Frente Parlamentar Ambientalista.

O documento reúne 27 recomendações em defesa do Cerrado e de seus povos e comunidades tradicionais, que foram baseadas em resultados de consultas interinstitucionais, incluindo a realização do Seminário Estratégia Nacional para o Cerrado no âmbito da Câmara dos Deputados e uma oficina de trabalho, que contou com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado). Nessa oportunidade, além das organizações realizadoras, outras 13 organizações da sociedade civil e da academia colaboraram com o processo.

Leia matéria completa e acesse o documento na íntegra no site da Rede Cerrado.

 

Ato de entrega do documento Estratégias Políticas para o Cerrado. Méle Dornelas/Acervo ISPN
Ato de entrega do documento Estratégias Políticas para o Cerrado. Méle Dornelas/Acervo ISPN
Ato de entrega do documento Estratégias Políticas para o Cerrado. Méle Dornelas/Acervo ISPN

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Aconteceu em Brasília o 1º Encontro das Entidades Ambientalistas do Centro-Oeste

 

 

Entre os dias 22 e 23 de agosto (2018) ocorreu no auditório do Hotel Nacional o 1º Encontro das Entidades Ambientalistas do Centro-Oeste, promovido pela Rede Nacional de Combate ao Tráfico de Animais Silvestres (RENCTAS), executado através do projeto “I FENACO – Fórum das Entidades Ambientalistas do Centro-Oeste”, que conta com apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil e do Fundo de Parceria para Ecossistemas Crísticos (CEPF Cerrado)

O evento contou com a participação de instituições representantes dos estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Goiás e o Distrito Federal. O intuito do fórum é capacitar, ampliar e fortalecer a participação da sociedade civil organizada da região Centro-Oeste nas instâncias decisórias do poder público, em especial, no CONAMA – Conselho Nacional do Meio Ambiente.

Na ocasião foram levantados, por estados e por biomas, temas relevantes relacionados ao Pagamento por Serviços Ambientais, Áreas Úmidas, Gestão de Resíduos Sólidos, Educação Ambiental, Restauração, Fortalecimento dos Conselhos de Meio Ambiente, Gestão de Unidades de Conservação, etc. Alguns destes temas serão levados ao CONAMA na forma de resoluções, proposições, recomendações e/ou moções.

Dentro da programação do evento o grupo teve a oportunidade de acompanhar a 130º Reunião da Plenária do CONAMA, promovida no dia 23 de agosto, onde foi apresentada por Raulff Lima, coordenador executivo da RENCTAS, a iniciativa do Fórum das Entidades Ambientalistas do Centro-Oeste e suas instituições participantes. Ao final, as entidades foram recebidas pelo Ministro do Meio Ambiente, Edson Duarte, que foi apresentado ao Fórum e as entidades que o compõem. Nessa oportunidade foi relatado ao ministro alguns dos problemas ambientais que as entidades vem enfrentando nas suas regiões e áreas de atuação, assim como o objetivo deste encontro e do fórum.

 

1a reunião do Fórum das Entidades Ambientalistas do Centro-Oeste. Foto: Aryanne Amaral / IEB
130o reunião da Plenária do CONAMA no auditório do IBAMA. Foto: Aryanne Amaral / IEB
Entidades do Fórum Ambientalista do Centro-Oeste reunidas com o Ministro do Meio Ambiente durante reunião do CONAMA. Foto: Aryanne Amaral / IEB

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

 

TRASE lança anuário 2018 com dados sobre a sustentabilidade das cadeias de produção

Área de produção de soja no oeste baiano.

*O Anuário Trase 2018 – Sustentabilidade das cadeias de produção: risco de desmatamento na exportação de soja brasileira apresenta os últimos estudos sobre a sustentabilidade das cadeias globais de produção de commodities agrícolas associadas ao desmatamento tropical, com base nos dados de transparência exclusivos da Trase. Esses dados permitem conectar a produção de commodities e seus impactos associados a desmatamento, com empresas e mercados consumidores. O Anuário destaca as exportações de soja do Brasil, onde recentes picos de desmatamento tanto na Amazônia quanto no Cerrado soaram alarmes e geraram novos compromissos de empresas. A expansão da soja no Cerrado é responsável por uma das mais dinâmicas fronteiras agrícolas do mundo. Vale lembrar que o Cerrado é considerado uma das mais biodiversas formas de savana. Na mais nova região de fronteira da soja do Cerrado, conhecida como Matopiba, sigla para os estados de Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia, cerca de 37% da expansão da soja na última década foi feita através da conversão direta de vegetação nativa.

O material está disponível em versão digital e pode ser acessado aqui!

*Texto retirado do Anuário Trase 2018, Sustentabilidade das cadeias de produção: Risco de desmatamento na exportação de soja brasileira https://yearbook2018.trase.earth/, Transparência para Economias Sustentáveis, Instituto Ambiental de Estocolmo e Global Canopy.


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

FENABARU 2018: Segunda Festa Nacional do Baru | Programação Completa|

Vêm aí a Segunda Festa Nacional do Baru (FENABARU 2018) que ocorrerá no município de Arinos, Minas Gerais de 16 a 19 de agosto de 2018. Nosso parceiro, a Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, é um dos parceiros desta iniciativa, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano, que visa diversificar a produção agroextrativista sustentável nos municípios de Arinos, Riachinho, Bonfinópolis de Minas, Urucuia, Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Natalândia e Pintópolis.

 

Confira a PROGRAMAÇÃO COMPLETA:

 

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Instituto Mamede e WWF-Brasil promovem formação em ecoturismo com comunidades do MS

 

Foto: Aryanne Amaral / IEB

 

*O Ecoturismo de Base Comunitária é uma ação que contribui para a elevação da renda familiar e a conservação dos recursos naturais

Pode ser mais uma fonte de renda familiar, conservar os recursos naturais e, ainda, encantar as pessoas sobre os cuidados com a terra e com a natureza são os objetivos de um projeto que o Instituto Mamede e o WWF-Brasil desenvolvem hoje junto ao Assentamento Canaã, em Rochedo que fica a 80 km distante da capital sul-mato-grossense. Os assentados estão aprendendo que a vida simples e o cuidado com a natureza geram interesse de turistas que buscam por experiências e vivências no meio rural. No assentamento há vários atrativos tanto naturais como culturais, com a possibilidade de o turista visitar os roçados; acompanhar a produção de pecuária de leite; visitar o Morro de Santo Antônio – onde fiéis fazem peregrinações e devoções; várias nascentes hídricas; ambientes naturais com vegetação do Cerrado, matas de galeria e florestas estacionais, além de vida selvagem abundante. Também são oferecidas comidas típicas, produtos da horta e da agricultura familiar, além de pães, leite e queijo.

Para que tudo isso funcione, no entanto, é preciso que a comunidade esteja bem preparada e organizada, por isso a importância dos cursos de formação e engajamento dos moradores.

E é este tipo de iniciativa – organizar a comunidade para oferecer serviços de ecoturismo comunitário – que o Instituto Mamede está fazendo em parceria com o WWF-Brasil, por meio do projeto “Municípios Sustentáveis protegendo o berço das águas do Cerrado e as cabeceiras do Pantanal” apoiado pelo Fundo de Parceria para  Ecossistemas Críticos (CEPF, Critical Ecosystem Partnership Fund) e Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Don Eaton do WWF-Brasil explicou que “o projeto, Municípios Sustentáveis, busca promover alternativas econômicas que são ambientalmente sustentáveis para as comunidades rurais, contribuindo para a geração de renda, o fortalecimento da economia local e a manutenção dos serviços ambientais essenciais para áreas de produção, comunidades rurais e biodiversidade regional. ”

Trabalho contínuo

O trabalho com Ecoturismo de Base Comunitária no Assentamento Canaã que contou com a participação de 23 membros de comunidade vem sendo construído através de um processo de diálogo desde o ano de 2017 e que culminou no primeiro módulo de formação em julho deste ano, tendo como base a experiência na Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, localizada no município de Corguinho (130 km de Campo Grande), Mato Grosso do Sul. Lá, a formação vem sendo desenvolvida desde 2015 e, neste ano, o segundo módulo aconteceu em fevereiro com a participação de 43 pessoas.

Simone Mamede e Maristela Benites do Instituto Mamede, contam com a parceria de várias instituições como a Universidade Estadual de Mato Grosso do Sul (UEMS), o Programa de Pós-graduação em Meio Ambiente e Desenvolvimento Regional da UNIDERP e Fundação de Turismo do Mato Grosso do Sul – FUNDTUR-MS. Assim, a experiência e as responsabilidades são compartilhadas, a fim de inspirar e assegurar a construção de territórios mais sustentáveis que percebam no turismo de base local uma alternativa para melhor uso da terra e conservação da biodiversidade. Além de fomentar à pesquisa e extensão neste tema e o investimento em formação e estruturação do turismo no estado, afirmaram.

Para a realização das formações tem sido utilizadas metodologias participativa como “open space”, mapa falado, diagnóstico participativo, aula expositiva e práticas de campo. Os cursos são divididos em três módulos: I) Planejamento e Sustentabilidade; II) Educação Ambiental e Formatação de Roteiros e; III) Empreendedorismo e Marketing.

Segundo Simone Mamede, do Instituto Mamede, “a atividade tem sido conduzida com muito cuidado e dedicação. Todos monitores passaram por capacitações e a aplicação dos módulos vem sendo avaliada e monitorada. O diálogo, a percepção e o acompanhamento tanto dos integrantes da comunidade como de outros atores são ações frequentes e enriquecedoras, que têm somado muito no processo de formação. Protagonismo, empoderamento, pertencimento, participação e identidade social são os temas estruturantes e que fundamentam as ações e cada módulo de formação”.

Como resultado a Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte já recebeu alguns grupos de turistas e percebeu a importância de ampliar o leque de atividades com o potencial turístico. Nesse sentido, as mulheres, que representaram mais de 50% das pessoas que participaram da última capacitação, tem se mobilizado para criar uma organização não governamental que represente o núcleo de mulheres da comunidade.

Para este segundo semestre estão previstas as instalações de placas de interpretação e sinalização do Ecoturismo de Base Comunitária e para 2019 estão programadas também novas oficinas sobre temas específicos.

“O Ecoturismo de Base Comunitária tem se revelado não só uma alternativa de renda para essas comunidades, mas uma forma de transformação das pessoas e de reconhecimento da beleza e simplicidade do cotidiano. Um aprendizado sobre a cultura da paz, do viver e conviver, uma construção contínua e coletiva para a sustentabilidade”, concluiu Mamede.

*Texto fornecido pelo WWF-Brasil e Instituto Mamede

Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, Mato Grosso do Sul. ©Don Eaton/WWF Brasil
Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede
Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede
Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, Mato Grosso do Sul. ©Don Eaton/WWF Brasil
Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede
Comunidade Quilombola Furnas da Boa Sorte, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede
Assentamento Canaã, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede
Assentamento Canaã, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede
Assentamento Canaã, Mato Grosso do Sul. ©Don Eaton/WWF Brasil
Assentamento Canaã, Mato Grosso do Sul. ©Don Eaton/WWF Brasil
Assentamento Canaã, Mato Grosso do Sul. ©Don Eaton/WWF Brasil
Assentamento Canaã, Mato Grosso do Sul. ©Instituto Mamede

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

FENABARU 2018: Segunda Festa Nacional do Baru

 

Vêm aí a Segunda Festa Nacional do Baru (FENABARU 2018) que ocorrerá no município de Arinos, Minas Gerais de 16 a 19 de agosto de 2018. Nosso parceiro, a Cooperativa de Agricultura Familiar Sustentável com Base na Economia Solidária – COPABASE, é um dos parceiros desta iniciativa, que conta com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB), através do projeto Práticas Sustentáveis de Produção como Promotoras de Conservação da Biodiversidade no Sertão Urucuiano, que visa diversificar a produção agroextrativista sustentável nos municípios de Arinos, Riachinho, Bonfinópolis de Minas, Urucuia, Chapada Gaúcha, Uruana de Minas, Natalândia e Pintópolis.

Confira parte da programação:


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

União de COMDEMAs Pró-Cerrado

 

Ontem (26), a Fundação Neotrópica do Brasil iniciou suas atividades de elaboração do Plano de Ação do Conselho Municipal de Meio Ambiente de Miranda (MS).
Nesta oportunidade foi convidada a Dr(a). Livia Medeiros, especialista em Espeleologia, que deu uma palestra sobre Conservação da Biodiversidade Subterrânea e sua relação com a conservação do Cerrado.
Está é uma ação viabilizada pelo projeto “União de COMDEMAs Pró-Cerrado: mobilizando atores no corredor Miranda-Bodoquena”, que é patrocinado pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) com o apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Quer saber mais sobre esta iniciativa?

Acesse: https://goo.gl/jD2hsB

 

 

 

Sementes para restauração

A Rede de Sementes do Cerrado, através do projeto “Mercado de sementes e restauração: provendo serviços ambientais e biodiversidade”, coloca à venda 71 espécies de plantas nativas do Cerrado para restauração ecológica. Além de 42 espécies de árvores, a lista conta com 15 herbáceas e 14 arbustivas. Este projeto recebe apoio do do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

Acesse a página da Rede de Sementes do Cerrado para mais informações.

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Florestas de Comida no Cerrado e o Dia Internacional da Agricultura Familiar | 25 de julho |

 

 

Neste dia 25 de julho, a Organização das Nações Unidas para Agricultura e Alimentação (FAO) celebra em todo o mundo o Dia Internacional da Agricultura Familiar. Em celebração a este dia, vamos apresentar o projeto Florestas de Comida no Cerrado executado pela Cooperativa Agropecuária dos Produtores Familiares de Niquelândia –  CooperagroFamiliar e com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

*A CooperagroFamiliar iniciou suas atividades em 2003 com o objetivo de potencializar a produção e viabilizar a comercialização para os agricultores familiares de Niquelândia, Goiás. Tendo em vista o potencial para fruticultura nesta região e com o objetivo de promover uma dinamização da produção familiar, surge o Projeto Florestas de Comida no Cerrado, baseado na tecnologia MAES – Módulos AgroEcológicos Sucessionais – de produção agroflorestal com recorte na questão de gênero, com o objetivo de desenvolver a cadeia produtiva da agroecologia na região de Niquelândia, conciliando conservação ambiental com produção agroflorestal.

*O projeto Florestas de Comida no Cerrado busca, por meio de um conjunto de atividades articuladas, reconhecer o protagonismo da mulher na dinâmica rural estimulando o seu reconhecimento como atores políticos na construção da concepção agroecológica e protetoras da biodiversidade, por meio da disseminação do sistema MAES. Assim, espera-se o envolvimento das famílias agricultoras, através da revalorização das atribuições produtivas e reprodutivas de homens e mulheres, promovendo o fortalecimento do capital social e ambiental local, desencadeando o desenvolvimento rural sustentável do Cerrado. Neste sentido, o projeto irá trabalhar a disseminação da metodologia MAES para incentivar a prática agroflorestal como modelo de produção; oferecer às famílias de agricultores e agricultoras de assentamentos/comunidades rurais condições para iniciar a produção de alimentos em sistemas agroecológicos e promover cursos e oficinas em Agroecologia (Sistemas Agroflorestais Sucessionais) e acesso ao mercado para as famílias rurais da região, priorizando a prática nos métodos e tecnologias sociais e a troca de experiências entre agricultores/as familiares.

Acompanhe este projeto e muitos outros na página do CEPF Cerrado!

 

*Texto fornecido pela CooperagroFamiliar


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Árvore endêmica do Cerrado mineiro engaja sociedade em prol da conservação

Novo exemplar de faveiro-de-wilson encontrado em visita de campo do projeto em Minas Gerais.

O faveiro-de wilson, cujo nome científico é Dimorphandra wilsonii Rizzini, da família das leguminosas (Fabaceae), é uma espécie ameaçada de extinção, categoria “Criticamente em Perigo de Extinção”. Ela é endêmica da região central de Minas Gerais, na transição do Cerrado para a Mata Atlântica, ou seja, não existe em nenhum outro lugar do mundo. Por ser tão raro, o faveiro-de-wilson é protegido pelo Decreto Lei no 43904/2004 de Minas Gerais. O faveiro-de-wilson chegou próximo da extinção devido à destruição das matas da região, principalmente nos últimos 60 anos. Até agora foram encontradas pouco mais de 300 árvores na natureza, e a maioria delas está isolada no meio de pastagens, onde tem grande dificuldade de se reproduzir. As árvores do faveiro-de-wilson podem ser encontradas também em capoeiras e matas, tanto nas baixadas quanto nas encostas e topos de morro*. (*Texto retirado do site da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte)

O projeto “Manejo e Proteção do faveiro-de-wilson” é executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte e recebe apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB). O projeto teve início em novembro de 2017 e já conta com várias ações em andamento, dentre encontros, capacitações e visitas às áreas de ocorrência da espécie, atuando em uma extensão de 5.215 km², onde estão os 18 municípios de ocorrência do faveiro. “A execução do projeto na região tem propiciado, além do aumento de conhecimento,  um aumento do grau de conscientização ambiental e maior engajamento na defesa do meio ambiente nas pessoas locais”, relata Fernando Fernades, pesquisador e líder do projeto. Nas últimas visitas para coleta de dados foram descobertos cinco novos exemplares da espécie.

Veja o vídeo abaixo para saber mais sobre o trabalho da Sociedade de Amigos da Fundação Zoo-Botânica de Belo Horizonte com a espécie faveiro-de-wilson!

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

FestFlor 2018

 

Brasília recebeu a sexta edição da FestFlor Brasil (feira nacional da cadeia produtiva de flores e plantas ornamentais), realizada entre os dias 28 de junho e 1º de julho no Centro de Convenções Ulysses Guimarães.

Entre os mais de 150 estandes que participaram do evento, havia um com 100% de plantas e sementes nativas do Cerrado. Era o estande do projeto Jardins de Cerrado, idealizado pela arquiteta e paisagista Mariana Siqueira e realizado em parceria com diversas instituições, entre elas a Rede de Semente do Cerrado.

Ali, os visitantes encontraram mudas de ervas e arbustos nativos produzidos de forma pioneira no viveiro experimental do projeto, pelas mãos de Claudomiro de Almeida Cortes. Foram vendidas mudas de macela-do-campo, catuaba, caliandra, mimosa e diversos capins nativos, entre outros.

O estande divulgou também a comercialização de sementes nativas, tanto com a finalidade de restauração ecológica (realização da RSC e parceiros) quanto para paisagismo (através de parceria com a empresa VerdeNovo Sementes Nativas).

Um dos atrativos do espaço Jardins de Cerrado foram as publicações da Rede de Sementes do Cerrado. Dezenas de livros sobre gramíneas, árvores,  flores e frutos nativos foram adquiridos pelos visitantes.

O evento contou ainda com duas palestras sobre a introdução de plantas nativas do Cerrado no paisagismo, ambas ministradas por Mariana Siqueira: “Produção de sementes e mudas de ervas e arbustos do Cerrado” (dia 29/06) e “Jardins de Cerrado: potencial paisagístico da savana brasileira” (dia 30/06).

Nas palestras e no estande, foi divulgado o projeto Mercado de Sementes e Restauração: provendo serviços ambientais e biodiversidade, realizado pela Rede de Sementes do Cerrado em parceria com ICMBio, UnB e Associação Cerrado de Pé, entre outros. O projeto é financiado pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial), com o Instituto Internacional de Educação do Brasil.

Com isso, a flora do Cerrado aproxima-se, a cada dia mais, dos jardins urbanos e da vida das pessoas – e as sementes nativas têm uma importância crucial nesse processo!

*Texto fornecido pela Rede de Sementes do Cerrado

 


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu é ampliado e passa a ser um dos maiores do Cerrado

 

 

Rio Peruaçu, Januária – MG Autor: Andre Dib

 

 

O Mosaico Sertão Veredas–Peruaçu (MSVP) é um conjunto de áreas protegidas localizadas na margem esquerda do Rio São Francisco, entre as regiões norte e noroeste de Minas Gerais e parte do sudoeste da Bahia. Com uma área aproximada de 1.8 milhões de hectares e perímetro de 1.210 km, o Mosaico envolve unidades de conservação ambiental, comunidades tradicionais e a Terra Indígena Xakriabá. Em Minas Gerais, o Mosaico engloba áreas dos municípios de Formoso, Arinos, Chapada Gaúcha, Urucuia, Cônego Marinho, Januária, Itacarambi, Bonito de Minas, São João das Missões, Miravânia e Manga. Atravessado pelo Rio Carinhanha, o território se estende até parte do município de Cocos, na Bahia. O território faz parte da região dos Gerais, imortalizada por João Guimarães Rosa em obras como “Grande Sertão: Veredas”, “Sagarana” e “Manuelzão e Miguilim”. A diversidade ambiental da região, que abriga espécies endêmicas da fauna e flora do Cerrado, convive com a riqueza cultural dos povos tradicionais sertanejos, ribeirinhos, geraizeiros e vazanteiros*.

O Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu foi ampliado de 1.8 milhões de hectares para mais de 3 milhões de hectares. A inclusão de dez unidades de conservação no Mosaico, que agora passam a integrar às 15 UCs já existentes, somando um total de 25 áreas protegidas, ocorreu na última quinta-feira (05), três meses após a proposta ser apresentada para a Câmara Técnica de Gestão Integrada das unidades do MSVP, em que o WWF-Brasil faz parte da coordenação. O conselho consultivo do MSVP aprovou, por unanimidade, o pedido de ampliação do mosaico. Esse é um grande passo para o planejamento e execução de ações conjuntas na prevenção ao desmatamento e maior desempenho das ações de conservação de um dos maiores remanescentes de Cerrado. Veja a matéria completa no site do WWF-Brasil!

No intuito de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do MSVP, o WWF-Brasil e parceiros executam o projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu” com apoio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês) e do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB).

*Texto retirado do site Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu


O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos é uma iniciativa conjunta da Agência Francesa de Desenvolvimento, da Conservação Internacional, União Europeia, da Gestão Ambiental Global, do Governo do Japão, da Fundação MacArthur e do Banco Mundial. Uma meta fundamental é garantir que a sociedade civil esteja envolvida com a conservação da biodiversidade.

 

 

ADEQUAÇÃO AMBIENTAL EM PROPRIEDADES RURAIS: a aplicação do Programa de Regularização Ambiental (PRA)

 

 

O Projeto Biomas visa a desenvolver e incorporar soluções com árvores para uso sustentável das propriedades rurais brasileiras e capacitar produtores rurais e técnicos como potenciais executores e multiplicadores destas soluções. Em relação ao novo Código Florestal, esse projeto busca integrar a oferta de produtos agrícolas e florestais, ampliando a possibilidade de ganhos econômicos atrelados à conservação do meio ambiente. O Projeto, fruto da parceria com a Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil (CNA) e a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), está implantado nos seis Biomas Brasileiros (Pampa, Pantanal, Amazônia, Caatinga, Cerrado e Mata Atlântica) e é gerido através de uma coordenação em âmbito nacional e coordenações regionais. A Embrapa Cerrado é responsável pela gestão das atividades no Cerrado.

Entre os dias 25 e 27 de junho de 2018, na Embrapa Sede em Brasília (DF) ocorreu o curso de adequação ambiental da propriedade rural, que contou com a realização do Projeto Biomas, Serviço Florestal Brasileiro, Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural, Ministério do Meio Ambiente,  Confederação Nacional de Agricultura  e EMBRAPA.

Curso de Adequação Ambiental

O curso teve o objetivo de testar uma proposta de ementa para um curso em EaD para que agricultores, técnicos multiplicadores e profissionais possam atuar na adequação ambiental das propriedades rurais, em apoio ao Programa de Regularização Ambiental previsto na legislação de proteção da vegetação nativa. Onde participaram analistas e pesquisadores da EMBRAPA, SFB, SEDR-MMA, ICMBio, EMATER, SENAR, CNA, Secretaria de Agricultura do DF, SEMA, IBRAM, entre outros, com atividades na análise e na implementação em restauração, restauradores, gestores ambientais, ou seja, atores importantes para o desenvolvimento do Programa de Regularização Ambiental. Foi prevista a participação de 70 pessoas.

Confira a programação:

25 de junho

8h      Abertura do Curso: Recepção dos participantes e Apresentação do Projeto Biomas e Expectativas do Evento. CNA – MMA – Embrapa

8h30 Desafios para conservação e restauração do Bioma Cerrado. José Felipe Ribeiro, Embrapa

10h     Intervalo

10h30 Vegetação do Cerrado: fatores bioticos e abioticos. José Felipe Ribeiro, Embrapa

11h30 Interações flora e fauna na restauração. Marcelo Kuhlmann – Projeto Biomas

12h15 Almoço

13h15 Coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes de espécies nativas para recomposição ambiental. Maria Cristina de Oliviera – FUP UnB

14h15 Viveiros e produção de mudas de espécies nativas. Maria Cristina de Oliviera – FUP UnB

15h15 Intervalo

15h30 Legislação Brasileira de Sementes e Mudas aplicada a sementes e mudas das espécies florestais, nativas ou exóticas e das de interesse medicinal ou ambiental. MAPA

17h     Encerramento do dia

26 de junho

8h      Estratégias de recomposição de ambientes florestais degradados ou alterados – Riscos e desafios associados à RAD

Daniel Luis Mascia Vieira, Embrapa

10h     Intervalo

10h30 Estratégias de recomposição de ambientes savanicos e campestres degradados ou alterados Alexandre Sampaio – ICMbio

12h30 Almoço

13h30 Monitoramento de trabalhos de recomposição: Por que, o que, quem, onde e quando monitorar? Daniel Luis Mascia Vieira, Embrapa

15h     Intervalo

15h30 Prática: Monitoramento de áreas em recomposição. Alexandre Sampaio – ICMbio; Daniel Luis Mascia Vieira e José Felipe Ribeiro, Embrapa

17h     Encerramento do dia

27 de junho

8h      Sistema Web Ambiente. O que é, para que serve e como usar. Allan Milhomens – SEDR/MMA

9h      Conservação da Biodiversidade: Sustentabilidade e Inovação. Análise financeira dos modelos. O negócio da Cadeia da Restauração! José Felipe Ribeiro, Embrapa

10h     Intervalo

10h30 Legislação Ambiental Federal: Lei 12.651/2012, CAR, PRA e PRADA. Entenda a Lei de Proteção da Vegetação Nativa (12.651/2012) e sua importância na restauração. Janaina Rocha – SFB/MMA

11h15 Situação do CAR e PRA no Distrito Federal. Amanda Porto – IBRAM

12h30 Encerramento

 

 

Evitando a Extinção do Pato-Mergulhão na Chapada dos Veadeiros, Goiás, Brasil

O Projeto “Evitando a extinção do pato-mergulhão no corredor Veadeiros-Pouso Alto- Kalunga” teve suas atividades iniciadas em janeiro de 2018, na cidade de Alto Paraíso de Goiás, localizada na região da Chapada dos Veadeiros. O projeto tem como objetivo a realização de atividades de monitoramento e pesquisa do Pato-Mergulhão, ações de conscientização pública e capacitação sobre o atual estado de conservação da espécie. O projeto tem a duração de dois anos e é financiado pelo “Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos” – (CEPF), com apoio do Instituto Internacional de Educação do Brasil (IIEB). O projeto é executado pelo Instituto Amada Terra de Inclusão Social (IAT), sendo sua equipe básica composta pela Coordenadora Geral: Gislaine Disconzi, Coordenador de Campo: Fernando Previdente, Coordenadora de Educomunicação: Maria Beatriz Maury e Coordenador Financeiro: Paulo Henrique Golçalves.

Por que cuidar do Pato-Mergulhão?

Com uma população pequena e vivendo em um ambiente restrito, o pato-mergulhão é uma ave rara, que está criticamente ameaçada de extinção. Sua ocorrência atualmente é apenas, no Brasil. Já desapareceu nos estados do Rio de Janeiro, São Paulo, Paraná e Santa Catarina e também na Argentina e no Paraguai. A sua presença indica um bom estado de conservação do ambiente, por ser uma espécie restrita a ambientes de corredeiras, cachoeiras e remansos de águas limpas e cristalinas.

Alguns resultados do projeto e de suas parcerias

Lançamento do pato-mergulhão como o embaixador das águas no Brasil

No dia 20 de março deste ano, no Fórum Mundial das Águas, em Brasília, o Pato-Mergulhão recebeu do Ministério do Meio Ambiente, o título de Embaixador das Águas Brasileiras.

EQUIPE DO INSTITUTO AMADA TERRA ESTEVE PRESENTE NO 8º FÓRUM MUNDIAL DA ÁGUA: Gislaine Disconzi, Coordenadora do Projeto, Maria Beatriz Maury, Coordenadora de Educomunicação, juntamente com Ricardo Soavinsky, presidente do ICMBIO, Rita Surrage de Medeiros, Coordenadora do PAN do Pato Mergulhão pelo CEMAVE, Prof Sávio Bruno Freire, da UFF, Luís Fábio da Silveira, da USP, Paulo Zuquim Antas, da Funatura, Reinaldo Lourival, Nature And Culture Internacional, Fabiane Sebaio, da Cervivo e Sônia Rigueira do Instituto Terra Brasilis. Comemorando a merecida escolha do Pato-mergulhão para o título de Embaixador das Águas Brasileiras. Foto: ©IAT

Avistamento de indivíduos em expedições de campo

Desde o início do projeto já foram realizadas treinamentos, percursos de rios embarcados e expedições de reconhecimento de áreas de registros da espécie, cujo objetivo é localizar indivíduos para futuras marcações, anilhamentos e colocação de rádios e GPS. Em duas dessas expedições, já foram avistados um casal e um indivíduo. Na Chapada dos Veadeiros, estima-se que haja cerca de 50 a 60 indivíduos, o que torna estes avistamentos um resultado espetacular, em um curto período de tempo de realização do projeto.

Indivíduo localizado na expedição do Projeto Evitando a Extinção do Pato-Mergulhão na Chapada dos Veadeiros. Foto: ©IAT

Programa de Televisão sobre a Chapada

No mês de junho, a TV Record transmitiu uma série documental sobre a Chapada dos Veadeiros, dedicando um episódio ao Pato-Mergulhão. Para isso acompanhou a equipe do Projeto em uma de suas expedições. Esse é um resultado bastante positivo, que ajuda na conservação da espécie.

Série da Record

https://noticias.r7.com/jornal-da-record/videos/pesquisadores-tentam-preservar-especies-da-chapada-dos-veadeiros-07062018

Para saber mais

Facebook do Projeto

https://www.facebook.com/pato.mergulhao.7

Fotos do Projeto

https://www.facebook.com/pato.mergulhao.7/photos?lst=100002529835047%3A100026683758830%3A1530830913&source_ref=pb_friends_tl

 

*Texto fornecido por Maria Beatriz Maury, Coordenadora de Educomunicação, Instituto Amada Terra

 

 

Desafio Conexsus 2018

 

 

O Desafio Conexsus pretende desenvolver em rede o potencial econômico de negócios comunitários sustentáveis. A ideia é que as redes se expandam e gerem impactos socioambientais positivos, como a resiliência territorial e a transição para a economia de baixo carbono.

Esta iniciativa visa mobilizar a atuação de diversos atores e conectar empreendimentos, organizações de apoio, agentes do mercado, financiadores e investidores em busca de soluções compartilhadas, criativas e inovadoras, para fortalecer os ecossistemas de negócios sustentáveis.

O cadastro foi prorrogado até 30 de julho e o desafio busca associações de produtores e cooperativas de todo o Brasil. Os cadastros são realizados através deste link. Mais informações no site: http://desafioconexsus.org/

 

 

Campanha Compensa Cerrado

No mês de junho foi lançada a Campanha Compensa Cerrado por um novo modelo de compensação florestal visando a recuperação e conservação do Cerrado.

O Distrito Federal tem uma regra que obriga a todos que desmatarem áreas de Cerrado, para fins de urbanização, a compensarem os impactos que causaram. A legislação que regulamenta a compensação, no entanto, é antiga (Decreto 14783, 1993) e sua implementação ao longo desses 25 anos demonstrou que, para que ela cumpra com seu objetivo, ela precisa ser atualizada.*
Um grupo de especialistas, representantes do governo, sociedade civil e setor produtivo, no âmbito da Aliança Cerrado, trabalhou durante dois anos para formular uma nova regra de compensação para o DF, que pudesse ao mesmo tempo trazer mais benefícios e menos custos financeiros. A proposta, que passou também por análise do Conselho de Meio Ambiente – CONAM, está aguardando aprovação do Governo do Distrito Federal.*

Para mais informações da campanha acesse a página oficial!

*Texto por Compensa Cerrado · Campanha pela assinatura do novo Decreto de Compensação Florestal do DF

 

 

Comunidade Kalunga ganha direito de posse de áreas importantes para o seu território

Comunidade Kalunga / ©Ion David

 

No dia 06 de junho às 10 horas da manhã, o Procurador Geral Dr. Luiz Cesar Kimura, representando o governador Zé Eliton e o estado de Goiás, acompanhado do Dr. Vavá, entregou a Escritura de Concessão de Direito Real de Uso para o presidente da Associação Quilombo Kalunga (AQK), Vilmar Souza Costa, das seguintes áreas:

NOME DO IMÓVEL

ÁREA (ha)

Gleba Devoluta Moleque

3.682,5639

Gleba Devoluta Vão das Almas

57.343,4438

Reserva Biológica Serra da Contenda I

14.207,0000

TOTAL

75.233,0077

Participaram da solenidade um grande número de Kalungas, as diretorias das Associações, o juiz da Comarca de Cavalcante Dr. Pedro Piazzalunga Cesario Pereira, a Promotora Dra. Úrsula Catarina Pereira Pinto, o presidente da Câmara Municipal Rui Alves Maciel e os vereadores Kalungas Iron Moreira Dias e Salviano dos Santos Rosa. Foi muito grande a alegria do povo Kalunga durante a solenidade.

Essa conquista do direito de posse dessas três áreas é de suma importância para a consolidação do território do Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga (SHPCK), fruto da luta da Associação Quilombo Kalunga. As comunidades de Teresina, Monte Alegre e Cavalcante receberam uma comitiva do governo do estado de Goiás que fez a entrega da escritura de concessão de uso das terras. Agora o território Kalunga conta com estas áreas, que somam 75.233,0077 hectares, sendo que 14 mil hectares pertencem à Reserva Biológica Serra da Contenda I.

O SHPCK conta com aproximadamente 39 regiões que podem ser denominadas comunidades, onde estão distribuídas mais de 1.500 famílias. Os Kalungas ao longo de aproximadamente 300 anos vivem nos vãos das serras e tem uma relação harmoniosa com o meio ambiente. A comunidade também carrega muito forte em seu povo a cultura e a tradição histórica, através de artesanatos, como cerâmica, tecelagem, bordado e a produção de remédios caseiros.

Através do projeto “Uso do Geoprocessamento no Manejo do Sítio Histórico e Patrimônio Cultural Kalunga”, a Associação Quilombo Kalunga com o apoio do CEPF Cerrado (Critical Ecosystem Partnership Fund) irá implementar a melhoria e a consolidação da gestão ambiental e territorial do SHPCK, por meio de Sistema de Informações Geográficas (SIG) como ferramenta para a gestão territorial permanente, bem como o uso sustentável dos recursos naturais, visando garantir a melhoria na qualidade de vida para todos os moradores e para as gerações futuras.  Acesse o link para saber mais sobre esta iniciativa!

2018 vem sendo um ano da consolidação de inúmeras vitórias do povo Kalunga!

 

Comunidade Kalunga na solenidade de entrega da Escritura de Concessão de Direito real de Uso das áreas.
Comunidade Kalunga na solenidade de entrega da Escritura de Concessão de Direito real de Uso das áreas.
Representantes do povo Kalunga e do estado de Goiás.
Representantes do povo Kalunga e do estado de Goiás.
Representantes do povo Kalunga e do estado de Goiás.
Representantes do povo Kalunga e do estado de Goiás.

 

Você conhece a rolinha-do-planalto?

A rolinha-do-planalto (Columbina cyanopis) é uma das aves mais raras do mundo e ficou desaparecida por quase um século até uma pequena população ser redescoberta, em maio de 2015, em Minas Gerais. Devido à sua raridade, a espécie foi listada na categoria Provavelmente Extinta, de acordo com o Ministério do Meio Ambiente do Brasil. Segundo a lista da BirdLife/IUCN a espécie é considerada Criticamente Ameaçada (CR). A redescoberta da rolinha-do-planalto foi um dos mais importantes achados ornitológicos das últimas décadas, tendo grande repercussão internacional. Agora, o desafio é desenvolver ações de conservação que garantam a proteção da população encontrada e do habitat onde vive*.

Desde maio de 2015, quando Rafael Bessa reencontrou a espécie, a SAVE Brasil vem trabalhando para mensurar quantos indivíduos existem na natureza e onde eles estão. Após intensas buscas, Botumirim, um pequeno município no norte de Minas Gerais, foi apontada como a única localidade com registros da espécie até então. Ficou claro que esta população precisava de proteção, assim foi criada uma reserva natural, uma propriedade particular de 593 hectares. A Reserva rolinha-do-planalto, que futuramente será uma Reserva Particular do Patrimônio Natural, protege a única população conhecida da espécie*.

O projeto “Salvando a rolinha-do-planalto e seu habitat único”, que tem apoio do CEPF Cerrado e é executado pela SAVE Brasil, tem como principal objetivo promover a conservação a longo prazo do Cerrado na área de redescoberta da rolinha-do-planalto, com especial atenção à proteção desta espécie, que está criticamente ameaçada de extinção.

Conheça mais sobre a rolinha-do-planalto, sua vocalização, comportamento e seu habitat na página da SAVE Brasil e nos ajude a conservar esta espécie criticamente ameaçada!

*Adaptado de texto fornecido pela SAVE Brasil.

 

 

 

Conheça o Museu do Cerrado

 

No imaginário de muitas pessoas no Brasil existe um estereótipo do Cerrado ilustrado por árvores secas e retorcidas, cascas espessas e folhas grossas mas nem só de árvores tortas vive o Cerrado, ele também possui uma grande variedade de cactos, bromélias, orquídeas, palmeiras e gramíneas; sendo que 480 espécies de plantas são endêmicas, ou seja, só existe neste lugar do planeta Terra; o que faz com que possua uma elevada diversidade de paisagens constituídas por diferentes fisionomias de vegetação que a colocam entre as savanas de maior riqueza florística do mundo.

O Cerrado é ainda percebido como um subsistema da economia; os povos, a flora e a fauna que nelas habitam e as conservam, são uma externalidade e mesmo um entrave ao processo de produção mas o que muita gente não sabe é que grande parte do PIB agrícola do Brasil está no Cerrado, ao mesmo tempo em que todo o restante do PIB que não é agrícola depende do Cerrado porque depende das águas que brotam daqui. Saem do Cerrado 25% da produção nacional de grãos, quatro de cada dez cabeças do rebanho bovino e metade de quase 10 milhões de toneladas de carvão vegetal produzida por ano no país. No  entanto, há um risco de que, sem a conservação do Cerrado, o Brasil irá perder sua riqueza agrícola e ambiental. Sem rios, não haverá vida; sem água não haverá agricultura, sem vegetação não há água. Sem os aquíferos do Cerrado, não haverá rios.

O desconhecimento sobre sua sociobiodiversidade pela sociedade em geral tem justificado sua destruição, por este motivo que criamos o Museu do Cerrado em 2017 como forma de mostrar a sua importância na vida de todos os brasileiros. Sua missão é divulgar os conhecimentos científicos e os saberes e os fazeres populares acerca da sociobiodiversidade do Cerrado.

Só podemos ensinar sobre o Cerrado, se o conhecermos a fundo. Só poderemos conservá-lo, se o cuidarmos. Só cuidamos daquilo que amamos e é por amor ao Cerrado que criamos o Museu do Cerrado como forma de mostrar a sua infinita beleza e importância na vida de todos os brasileiros.

Qualquer pessoa em qualquer lugar do Brasil e do mundo poderá acessar ao Museu a qualquer dia do ano desde que tenha acesso a internet.

O Museu do Cerrado encontra-se no site: http://museucerrado.esy.es/ 

 

*Texto por Rosângela Azevedo Corrêa – Curadora do Museu 

Faculdade de Educação – Universidade de Brasília

 

 

Conferência Regional América Latina e Caribe da Ecosystem Services Partnership irá ocorrer no Brasil em outubro

 

Plataforma Brasileira de Biodiversidade e Serviços Ecossistêmicos/BPBES, em parceria com a Fundação Brasileira para o Desenvolvimento Sustentável/FBDS e com a Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária/EMBRAPA, irá hospedar a Conferência Regional América Latina e Caribe da Ecosystem Services Partnership – ESP, que ocorrerá entre os dias 22 e 26 de outubro de 2018 nas dependências da Universidade Estadual de Campinas/Unicamp. 

Quinze sessões, cobrindo uma ampla gama de tópicos sobre serviços ecossistêmicos, serão apresentadas durante a conferência. A chamada para a submissão de resumos está aberta até o dia 04 de julho de 2018. Confira as informações sobre a programação e submissão de resumos!

Conheça a ESP* 

*Texto fornecido pela BPBES

Ecosystem Service Partnership  tem como objetivo melhorar a comunicação, a coordenação e a cooperação e construir uma forte rede de indivíduos e organizações.

A Rede foi criada em 2008 pelo Gund Institute for Ecological Economics (Universidade de Vermont, EUA) e agora está sendo coordenado pela Foundation for Sustainable Development (FSD) (Wageningen, Holanda). A ESP é uma organização baseada em membros institucionais e individuais.

Desde 2016, a rede organiza conferências mundiais alternadas com regionais. A última Conferência Mundial ESP9 foi em Shenzhen, China, em 2017. Em 2016, a conferência latino-americana foi na Colômbia.

 

 

Projeto promove ações de conservação do faveiro-de-wilson

O faveiro-de-wilson vem sendo estudado, monitorado e protegido desde 2003 pelo Programa de Conservação do faveiro-de-wilson. Atualmente, a população nativa está reduzida a menos de 300 indivíduos adultos na natureza, devido basicamente à destruição do seu habitat. O projeto Manejo e proteção do faveiro-de-wilson (Dimorphanda wilsonii), executado pela Sociedade de Amigos da Fundação Zoobotânica de Belo Horizonte, visa aumentar a proteção desta espécie e a do seu habitat por meio da implementação de ações do seu Plano de Ação Nacional (PAN), trabalhando a conservação e sensibilização através do engajamento de comunidades.
O II Encontro do faveiro-de-wilson foi realizado no último mês de Maio, na Câmara Municipal de Maravilhas-MG. Na ocasião, foram reunidos 20 proprietários rurais que possuem a espécie em suas propriedades e outros colaboradores que auxiliam na sua busca e conservação. Fernando Fernandes, líder do projeto, realizou uma apresentação sobre o faveiro e o trabalho de pesquisa e conservação que a Sociedade vem fazendo na região de atuação.
Veja mais no vídeo abaixo:

Comunidades rurais recebem capacitação em gestão da propriedade rural no DF

 

 

A equipe da Rede Bartô, através do projeto “Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos”, realizou no mês de Abril capacitação no pré-assentamento Rosely Nunes, localizado na bacia do rio Pipiripau, região nordeste do Distrito Federal, a 55 Km do centro de Brasília (DF).

Trinta comunitários, entre homens, mulheres, jovens e adultos participaram da capacitação em Gestão da Propriedade Rural, que teve como objetivo ministrar noções básicas da administração da propriedade rural. “Esta capacitação tem um caráter continuado”, informou Rafael Pinzón, líder do projeto. O acompanhamento das famílias irá se manter ao longo do processo de produção e plantio de mudas, especialmente ao longo da produção na propriedade de cada família. Os principais temas abordados foram a gestão da casa, da propriedade e saúde, da propriedade e alimentação, da propriedade e produção, da propriedade e agroecologia, agricultura sustentável, transição agroecológica, gestão da propriedade e comercialização e controles para a gestão da propriedade.

A capacitação despertou o interesse pela gestão da propriedade a partir da gestão da habitação. Os grupos de trabalho  sugeriram melhorias para aumentar a qualidade de vida da comunidade, a partir da higiene no ambiente familiar. Aspectos importantes para a gestão da propriedade também entraram na pauta de discussões, como a aquisição dos insumos e ferramentas, plantio, cuidados com as plantações, colheita, armazenamento e comercialização.

 

Foto: Rede Bartô

 

 

Organizações socioambientais querem pautar conservação do Cerrado nos programas dos candidatos à presidência

 

Proposta de estratégia nacional para o bioma inclui ainda a defesa dos direitos territoriais dos povos e comunidades tradicionais da região. Diretrizes serão entregues aos candidatos a Presidente da República

Brasília, 04 de junho de 2018 – O Cerrado é mais do que o celeiro do mundo para a produção agrícola brasileira, é também a caixa d’água do Brasil. A afirmação do ex-secretário do Meio Ambiente do Distrito Federal, André Lima, mostra a necessidade de o próximo presidente da República rever a forma de ocupação do bioma, que tem sofrido crescente devastação nos últimos anos. “Até hoje nenhum presidente considerou o Cerrado como bioma que ele é”, enfatizou Lima.

Com o objetivo de conciliar as ações necessárias para o desenvolvimento econômico, social e ambiental do país, seis organizações socioambientais se reuniram para promover o seminário “Estratégia Nacional Para o Cerrado”, a ser entregue a todos os candidatos a presidente da República até agosto deste ano. O seminário ocorrerá no dia 5 de junho – Dia Mundial do Meio Ambiente – e será realizado pela Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável (CMADS), no plenário 2, do Anexo II, da Câmara dos Deputados em Brasília.

A proposta a ser apresentada aos candidatos a presidente possui três eixos. O primeiro é a conservação e recuperação do Cerrado. Esta diretriz inclui a implementação da legislação ambiental, o fortalecimento das áreas protegidas e a meta de desmatamento líquido zero no Cerrado, resguardadas as particularidades dos agricultores/as familiares, dos povos e comunidades tradicionais. O segundo é a garantia dos direitos territoriais e de acesso aos recursos naturais pelas populações tradicionais e comunidades extrativistas. O terceiro eixo é o mais desafiador: integrar o desenvolvimento agropecuário com a conservação e integridade do bioma, de modo a assegurar o desenvolvimento sustentável para o meio ambiente. “Hoje, o Cerrado é uma região vista apenas para o desenvolvimento do agronegócio e da pecuária”, pontua André Lima.

“O Cerrado é uma região de nascentes das bacias Amazônica, do São Francisco, Tocantins, bacia Atlântico Norte/Nordeste, bacia Atlântico Leste e a bacia dos rios Paraná/Paraguai”, explica o ambientalista.

A Coordenação da Estratégia Nacional para o Cerrado é integrada por seis organizações socioambientais: os institutos Sociedade, População e Natureza (ISPN), Internacional de Educação do Brasil (IEB), de Pesquisa Ambiental da Amazônia (IPAM), Socioambiental (ISA), Centro de Vida (ICV) e o Fundo Mundial para a Natureza (WWF-Brasil). O seminário contará com o apoio da Climate and Land Use Alliance (CLUA) e com recursos do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, sigla em inglês).

Cerrado ameaçado

O Cerrado é o segundo maior bioma no Brasil e abriga 40% da população brasileira. São agricultores/as familiares, comunidades e povos tradicionais – quilombolas, geraizeiros (do norte mineiro), quebradeiras de coco babaçu, povos indígenas entre outros – são 216 terras indígenas e 83 etnias em seu interior.

Quanto à água, abriga o aquífero Guarani – o segundo maior reservatório subterrâneo do mundo, além dos aquíferos Bambuí e Urucuia. Parte do Sudeste depende das águas oriundas das chuvas e das nascentes no Cerrado.

O Cerrado brasileiro é uma das savanas mais ameaçadas do planeta. Possui hoje apenas 50% da sua cobertura vegetal original. Apenas 5% de sua área é protegida por unidades de conservação de proteção integral.

Ao se falar de devastação, trata-se de ameaça a um bioma rico em biodiversidade. Alguns estudos relatam mais de 12 mil espécies catalogadas da flora nativa.

Em relação à fauna, cerca de 250 espécies de mamíferos vivem no Cerrado, junto com uma rica avifauna, com 856 espécies registradas. A diversidade de 800 espécies de peixes, 262 espécies de répteis e 204 de anfíbios é alta e relevante para a manutenção dos ecossistemas no Cerrado.

Para mais informações sobre o evento acesse a página da CMADS e este link.

 

 

WebAmbiente auxilia tomadas de decisão no processo de adequação ambiental

 

 

O WebAmbiente foi lançado este ano e é um sistema de informação interativo, que tem como objetivo facilitar o armazenamento e a busca de informações sobre soluções tecnológicas para uso, recuperação e restauração da paisagem em Áreas de Reserva Legal e de Preservação Permanente ao nível nacional. O sistema também visa apoio à implementação do novo Código Florestal, ao estimular o uso do Cadastro Ambiental Rural (CAR) e reúne informações sobre coletas de semente, produção de mudas e plantios de restauração ecológica.

Os destaques da  nova ferramente são o Simulador de Recomposição Ambiental, que fornece sugestões específicas para recomposição de áreas. E a lista extensa e atualizada de espécies da flora nativa que pode ser acessada por bioma, formação vegetal e fitofisionomia com indicações das espécies que podem ser utilizadas nos processos de recomposição.

Esta iniciativa faz parte de uma ação conjunta da Embrapa e da Secretaria de Extrativismo e Desenvolvimento Rural Sustentável-MMA, em cooperação com diversos especialistas de diferentes instituições parceiras.

Para conhecer o sistema acesse: https://www.webambiente.gov.br/  

Mais informações:  

 

 

Gestão integrada e o fortalecimento em rede foram temas do Encontro dos Mosaicos de Áreas Protegidas do Cerrado e Caatinga

Ocorreu na semana passada em Januária (Minas Gerais), entre os dias 10 e 11 de maio, o primeiro Encontro dos Mosaicos de Áreas Protegidas do Cerrado e Caatinga. Este encontro foi organizado pelo WWF-Brasil, Fundação Pró-Natureza (FUNATURA), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Instituto Estadual de Florestas (IEF-MG), Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas e Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu e contou com a participação dos grupos dos Mosaicos Capivara-Confusões, Espinhaço-Alto Jequitinhonha-Serra do Cabral, Jalapão, Amazônia Oriental, Veadeiros (ainda em proposta), Espinhaço Meridional (ainda em proposta) e representantes de diversas instituições. O evento ocorreu no âmbito do projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão-Veredas-Peruaçu”, executado pelo WWF-Brasil e com apoio do CEPF Cerrado, que tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu.

Esta foi a primeira oportunidade de reunir os Mosaicos do Cerrado e da Caatinga para se apresentarem e discutirem diversas ações de gestão integrada, execução de projetos, ações de comunicação e atividades que estão ocorrendo nos diferentes mosaicos. Na ocasião, foram apresentadas também as propostas de criação do Mosaico Veadeiros e Mosaico Espinhaço Meridional que receberam uma carta de apoio dos participantes do encontro e também foi deliberado o próximo local do evento, que será realizado no Mosaico Jalapão, que foi estabelecido recentemente. A Rede de Mosaicos de Áreas Protegidas (REMAP) também teve um espaço de apresentação, reforçando a importância da atuação em redes para o fortalecimento da gestão integrada e de políticas. No segundo dia foi realizada uma visita técnica ao Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, que propiciou aos participantes o contato com a biodiversidade, com as cavernas e com a arte rupestre e sítios arqueológicos da região do Peruaçu. Os visitantes foram guiados pelos condutores ambientais do parque, que fazem parte da comunidade local e foram capacitados e credenciados pelo ICMBio.

Mais informações sobre o encontro também no site do WWF-Brasil.

 

Reunião dos Mosaicos em Januária, Minas Gerais.
Recepção aos visitantes no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, MG.
Pintura rupestre no Parque Nacional Cavernas do Peruaçu, MG.
Participantes do evento em Januária, MG.. Foto: Felipe Spina / WWF-Brasil

 

 

 

 

Rede de Sementes do Cerrado irá promover cursos em Goiás e Minas Gerais sobre restauração ecológica e coleta de sementes

A Rede de Sementes do Cerrado irá promover no mês de Junho os cursos “Coleta de Sementes” e “Restauração Ecológica”. O curso de Coleta de Sementes será ministrado nas cidades de Mambaí (GO) e na região do Peruaçu (MG) e o curso de Restauração Ecológica somente na região do Peruaçu (MG).

O curso de restauração faz parte do projeto “Capacitação em restauração ecológica do Cerrado”, que recebe apoio do CEPF Cerrado, e tem o objetivo de capacitar atores em ações de restauração, além de demais envolvidos no processo de restauração, sobre o diagnóstico de áreas degradadas, planejamento da restauração, técnicas de restauração e monitoramento dos resultados da restauração. O curso de coleta de sementes é uma iniciativa do projeto “Mercado de sementes e restauração: provendo serviços ambientais e biodiversidade”, que também recebe apoio do CEPF Cerrado e visa atuar nos principais elos da cadeia de produção de sementes nativas: os coletores de sementes, os diversos tipos de compradores de sementes e a interligação entre estes atores.

As inscrições para cada curso podem ser realizadas nos links abaixo:

Coleta de Sementes – Mambaí/GO – 8 a 10 de junho
https://goo.gl/forms/g2D7HdxkILfTXdJl1

Coleta de Sementes – Peruaçu/MG – 12 a 13 de junho
https://goo.gl/forms/dHiVTswQVp3j6q1K2

Restauração Ecológica – Peruaçu/MG – 14 a 15 de junho
https://goo.gl/forms/15HBcy5GApJ1twau1

 

 

 

 

WWF realiza ações de educomunicação em projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

O projeto “Fortalecimento da gestão territorial integral nas áreas especialmente protegidas do Mosaico Sertão-Veredas-Peruaçu” foi aprovado na Primeira Chamada de 2016 do CEPF Cerrado e está em execução pelo WWF-Brasil e tem o objetivo de atuar na integração e fortalecimento da gestão das áreas especialmente protegidas do MSVP.

O WWF-Brasil tem apostado em oficinas de educomunicação para preencher uma lacuna na formação dos jovens que vivem nas regiões onde projetos voltados para questão socioambiental são implementados. Em abril foi realizada a oficina de educomunicação no Mosaico Sertão Veredas Peruaçu (MSVP), que contou com a presença de 47 crianças, adolescentes, jovens e adultos – entre 12 e 40 anos – representando cerca de dez comunidades e municípios do norte de Minas Gerais, sudoeste da Bahia e um pedaço do Goiás. Leia a matéria na íntegra no site do WWF-Brasil.

 

Rio Peruaçu, Januária, Minas Gerais, Brasil
Foto: André Dib

 

 

 

CEPF Cerrado seleciona 5 projetos para Pequenos Apoios na 2a Chamada para Cartas de Intenção 2017

 

A Equipe de Implementação Regional (RIT) do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado) torna oficial o resultado do processo seletivo das propostas para Pequenos Apoios da Segunda Chamada para Cartas de Intenção (CDI) 2017.

Em resposta ao edital, recebemos ao todo 68 projetos, sendo 23 projetos de Pequenos Apoios. As propostas passaram inicialmente por uma triagem onde foram revistos os critérios de elegibilidade estabelecidos no edital. Em seguida, cada projeto foi avaliado por dois especialistas externos que pontuaram as propostas segundo os critérios definidos pelo CEPF em conjunto com o IEB. Os projetos mais bem avaliados tecnicamente foram encaminhados para análise e decisão final por parte da equipe do CEPF Cerrado e IEB.

Os projetos foram avaliados considerando o recorte específico desse segundo edital que buscava apoiar ações voltadas às seguintes direções estratégicas: 3) Restauração: propor soluções para monitorar esforços de restauração, aumentar investimento privado em restauração no Cerrado e ampliar a escala de esforços em restauração; 4) Espécies (Prioridade 4.1): implementar Planos de Ação Nacionais (PANs) para espécies prioritárias, com foco na gestão e proteção de habitat; 5) Monitoramento (Prioridade 5.2): coletar e divulgar dados de monitoramento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos, para integrar e compartilhar dados sobre as principais bacias hidrográficas do hotspot; 6) Fortalecimento da sociedade civil (Prioridade 6.1): fortalecer as capacidades das organizações da sociedade civil para participar dos órgãos e processos coletivos relacionados com a gestão de territórios e recursos naturais.

Ao final, foram aprovadas cinco propostas para Pequenos Apoios que melhor responderam ao recorte específico deste edital. Abaixo está, em ordem alfabética, a lista dos 05 (cinco) projetos selecionados nesta Segunda Chamada 2017 para receber Pequenos Apoios:

Direção estratégica Nome do Projeto Organização UF
1 4 (4.1)

 

Ecologia e recuperação de Uebelmannia buiningui Donald (Cactaceae) Instituto Jurumi MG
2 6 (6.1) I FENACO – I Fórum das Entidades Ambientalistas do Centro-Oeste RENCTAS DF, MT, MS, GO
3 5 (5.2) Local water resource management action planning in Biodiversity Corridor Mirador-Mesas (Piauí) Comissão Pastoral da Terra/Aidenvironment PI
4 3 Mapeamento de árvores isoladas e do potencial de regeneração natural em pastagens cultivadas do Cerrado Fundação Arthur Bernardes (FUNARBE) TO
5 5 (5.2) Mapeamento de Recursos Hídricos do Corredor da Chapada dos Guimarães Centro de Pesquisa do Pantanal (CPP) MT

Os Pequenos Projetos (selecionados e não selecionados) receberam comunicados individuais sobre o resultado do processo seletivo.

Informamos que os Projetos Grandes também passaram por essas etapas de avaliação no Brasil e foram encaminhados à equipe do CEPF em Washington para etapa final do processo e decisão final.

Congratulamos os pequenos projetos selecionados e desejamos a todos que essa parceria que ora se inicia seja de grande crescimento para todos nós!

Agradecemos a todas as organizações que inscreveram seus projetos nesta Segunda Chamada, parabenizando-as pelo inestimável trabalho que desenvolvem na conservação do nosso querido bioma Cerrado!

 

Brasília, 02 de maio de 2018.

 

Atenciosamente,

Equipe de Implementação Regional (RIT) do CEPF Cerrado

Instituto Internacional de Educação do Brasil

SCLN 211 Bloco B Salas 101 e 102, Asa Norte, Brasília-DF

Tel. 55 (61) 3248-7449   CEP. 70863-532

www.cepfcerrado.iieb.org.br

 

Projeto Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu realiza reuniões dos Grupos de Trabalho em Januária (MG)

Dando continuidade às atividades do Projeto Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu, foram realizadas em Januária (MG) as reuniões dos Grupos de Trabalho que estão debatendo os temas que são centrais para a revisão do Plano de Desenvolvimento Territorial de Base Conservacionista – DTBC  e a elaboração do Zoneamento Socioambiental do Mosaico.

Entre os dias 03 a 06/04 reuniram-se os membros dos Grupos de Trabalho Águas do Mosaico, Iniciativa Privada, Agroecologia e Extrativismo, Gestão Integrada de Unidades de Conservação e Turismo. A reunião foi realizada nas dependências da Universidade Federal de Montes Claros – UNIMONTES, no campus de Januária (MG).

Na oportunidade, os participantes dos grupos representantes dos diversos setores atuantes na área de abrangência do Mosaico, puderam evoluir em suas proposições para a elaboração do Plano de DTBC e a contribuição para o Zoneamento Socioambiental. A metodologia de trabalho com os mapas da região tem sido a ferramenta principal para o debate com as comunidades tradicionais, indígenas e quilombolas do Mosaico Sertão Veredas-Peruaçu.

 

Texto por Fernando Lima

 

Grupos de Trabalho Águas do Mosaico, Iniciativa Privada, Agroecologia e Extrativismo, Gestão Integrada de Unidades de Conservação e Turismo.. Foto: Paulo Henrique/Funatura
Apresentação de Cesar Victor do Espírito Santo, Superintendente da Funatura. Foto: Paulo Henrique/Funatura

 

 

Projeto de restauração no Tocantins ajuda a recompor áreas de Cerrado

O projeto Restaura Tocantins está ajudando a recompor 15 hectares de áreas de Cerrado no estado, através da técnica de semeadura direta de sementes nativas, onde as sementes coletadas são lançadas diretamente no local a ser restaurado. Através desta coleta, beneficiamento e armazenamento de sementes de espécies arbóreas nativas foi constituído um amplo banco de germoplasma e foram instalados Módulos Demonstrativos de Restauração (MDR) em áreas degradadas e alteradas de Preservação Permanente (APP) e Reserva Legal (RL), nas propriedades rurais da região central do Tocantins. Os MDR serão monitorados por meio de avaliações periódicas de parâmetros e indicadores da sucessão ecológica e do potencial uso econômico.

Técnica de semeadura direta. Foto: Ricardo Haidar
Técnica de semeadura direta. Foto: Ricardo Haidar
Técnica de semeadura direta. Foto: Ricardo Haidar
Técnica de semeadura direta. Foto: Ricardo Haidar
Área em processo de restauração. Foto: Ricardo Haidar
Área em processo de restauração. Foto: Ricardo Haidar
Área em processo de restauração. Foto: Ricardo Haidar
Foto: Ricardo Haidar
Fruto e sementes de fava-de-bolota. Foto: Ricardo Haidar
Fotos: Ricardo Haidar
Fotos: Ricardo Haidar

 

O grande objetivo do projeto é promover o uso racional da flora e da cobertura de vegetação nativa do estado do Tocantins, transformando áreas subutilizadas em zonas estratégicas para a economia do estado, diminuindo o custo da restauração e proporcionando a viabilidade econômica destas áreas para o produtor rural. Esse projeto é uma iniciativa da Universidade Estadual do Tocantins (UNITINS) em cooperação técnica com instituições de extensão, fomento, fiscalização e planejamento florestal/rural do estado do Tocantins, e conta com o apoio de instituições de pesquisa/ensino, do terceiro setor e de recursos privados de proprietários rurais.

Veja a matéria completa:

 

 

 

 

Missão IEB, CEPF e CI/GEF visita projetos em conservação do Cerrado no Mato Grosso do Sul

Neste mês de abril, o Instituto Internacional de Educação do Brasil/CEPF Cerrado recebeu a visita do time do CEPF internacional e da Conservação Internacional/GEF para uma visita aos projetos que já estão em execução nas áreas de Cerrado do Mato Grosso do Sul.

Os projetos foram aprovados na Primeira Chamada 2016 do CEPF Cerrado e são executados pela Associação Hanaiti Yomo’omo (AHY), ECOA, Fundação Neotrópica do Brasil e WWF-Brasil e estão desenvolvendo trabalhos voltados para a restauração, capacitação, gestão territorial, políticas públicas, áreas protegidas e agroecologia.

A AHY e a ECOA trabalham com o fortalecimento de comunidades, a primeira buscando a inclusão de indígenas e a segunda com  assentados rurais, através da agregação de valor e geração de renda por meios de produtos agrícolas e agroextrativistas do Cerrado. Além disso, a ECOA está seguindo com um processo de restauração da vegetação iniciado em 2016 em 15 áreas (totalizando aproximadamente 22 ha). A Fundação Neotrópica do Brasil e o WWF-Brasil buscam o fortalecimento dos CONDEMAs, a fim de subsidiar decisões locais que contribuam para conservação do Cerrado e para o alcance das metas mundiais de conservação da biodiversidade. Além disso, O WWF-Brasil visa promover o planejamento municipal participativo do uso do solo e desenvolver programas de base comunitária para restauração ecológica.

Conheça os detalhes de cada projeto no site do CEPF Cerrado.

Território quilombola em Corguinho, MS.
Viveiro de mudas na comunidade indígena Aldeia Brejão em Nioaque, MS.
Áreas de Cerrado em restauração em Miranda, MS. Aryanne Amaral/Acervo IEB
Equipes do IEB, CEPF, CI, ECOA, Fundação Neotrópica do Brasil e WWF-Brasil.

Fotos: Aryanne Amaral / IEB

21/03 – Dia Internacional das Florestas

 

Floresta do Parque Municipal da Lagoa Azul, São Desidério, Bahia, Brasil. Foto: ©Aryanne Amaral / IEB

 

Hoje, 21 de março, se celebra o Dia Internacional das Florestas ou Dia Mundial das Florestas. Para ressaltar a importância das florestas para a manutenção da vida na Terra e a necessidade de conservá-las, em 1971, a Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura (FAO) sugeriu a criação do “Dia Mundial da Floresta”. A comemoração da data foi estabelecida para o dia 21 de março, em virtude do início da primavera no Hemisfério Norte.

O Cerrado é reconhecido por ser um bioma de predominância savânica, mas dentro de seu mosaico de paisagens, podemos encontrar formações florestais, como as Matas de Galeria, Ciliares, Matas Secas ou Estacionais e o Cerradão. As Matas de Galeria e Ciliares estão sempre associadas aos cursos de água, como rios e córregos, enquanto as Matas Secas e o Cerradão ocorrem em áreas drenadas, ou seja, sem associação com a água.

As florestas no Cerrado tem o importante papel de proteção e conservação dos recursos hídricos, assim como na proteção das espécies da flora e da fauna. Alguns estudos apontam que a presença destas florestas no Cerrado são o reflexo de grande alterações climáticas e geomorfológicas no passado, que acarretaram na expansão e retração de florestas úmidas na América do Sul, que hoje equivalem às Florestas Amazônicas e Atlânticas. Sendo assim, as florestas no Brasil Central são consideradas refúgios, pois contêm espécies da flora Atlântica e Amazônica em sua composição florística.

O Cerrado está sob alta pressão, apresentando taxas de desmatamento no nível da Amazônia. De acordo com os dados do Ministério do Meio Ambiente, as formações florestais, que cobriam uma área superior a 175.000 km² em 2002, perderam quase 20.000 km² (10,6%) no período de 2002-2010. As formações florestais mais impactadas foram as florestas estacionais, de galeria e ciliares, que juntas perderam mais de 16.000 km².

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fund) – CEPF Cerrado e o Instituto Internacional de Educação do Brasil (IEB) vêm trabalhando para contribuir com a redução destas taxas de desmatamento e com a restauração de áreas no Cerrado, através de apoio a projetos em diferente regiões do bioma. Esse apoio confere incentivos à expansão e criação de áreas protegidas, proteção às espécies ameaçadas, apoio à restauração e ao monitoramento ambiental, entre outros. O objetivo é promover a conservação em áreas biológicas de alta prioridade e numa escala de paisagem. A partir desta perspectiva, o CEPF identifica e apoia uma abordagem regional, envolvendo uma ampla gama de instituições públicas e privadas para atender as necessidades de conservação por meio de esforços coordenados. O CEPF é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão, Fundação John D. e Catherine T. MacArthur e Banco Mundial, com vistas a oferecer financiamento para proteção de ecossistemas únicos e ameaçados – conhecidos também como hotspots de biodiversidade.

 

 

8o Fórum Mundial da Água acontece esta semana em Brasília

 

O 8º Fórum Mundial da Água, maior evento global sobre questões hídricas, teve início em Brasília no dia 18 de março e ocorrerá até a próxima sexta-feira (23). O evento reúne representantes de mais de 170 países, sendo estes cientistas, governantes, parlamentares, juízes, pessoas engajadas, ONGs, pesquisadores e cidadãos comuns – para trocar experiências, analisar problemas e buscar soluções relacionadas ao uso consciente da água em todo o planeta. Ao todo, são aproximadamente 86 expositores, cerca de 1.300 palestrantes e mais de 45 mil pessoas reunidas em Brasília para participar das cerca de 300 sessões, debates e eventos paralelos, todos relacionados à água.

O Fórum conta com um espaço gratuito e aberto ao público, a Vila Cidadã, que promove atividades formativas, culturais, interativas, sensoriais e de construção de diálogos voltados para melhorar o uso da água. A Vila tem um mercado de soluções, espaço onde serão apresentadas soluções para o tema água, que foram selecionadas em todo o mundo.

Muitas atividades paralelas ao evento estão ocorrendo em diversos espaços da cidade. Confira a programação no site oficial e participe do Fórum!

 

 

 

SEMA Bahia lança publicação de boas práticas de agricultura para o Cerrado

A Secretaria Estadual do Meio Ambiente (SEMA) do estado da Bahia lançou a publicação “Como cultivar alimentos plantando florestas – Histórias de pessoas, florestas e roças” fruto do Projeto Cerrado, que ocorre em parceria entre o Governo do Estado, Ministério do Meio Ambiente e Banco Mundial, com atuação em 11 municípios do oeste da Bahia.

A publicação apresenta exemplos de agricultores e agricultoras do Cerrado que mudaram sua relação com as formas de produzir, mostrando que é possível cultivar alimentos em colaboração com a natureza, utilizando práticas agroecológicas e sistemas agroflorestais, sem uso de agrotóxicos, com adubação verde, consórcio entre espécies, uso de sementes crioulas e de plantas nativas, em coerência com os ciclos da natureza. o objetivo é de socializar informações entre agricultores, agentes territoriais, técnicos da Assistência Técnica e Extensão Rural (ATER), professores e servidores públicos dos municípios do Oeste da Bahia contemplados pelo Programa Cerrado.

Mais informações no site da SEMA.

 

 

 

CEPF’s New Website Scavenger Hunt

To celebrate the new website, CEPF have created this short “scavenger hunt.” Email them the correct answers to the below four questions by Friday 16 March, for the chance to have your CEPF-funded project featured on their homepage.

  1. There have been approximately how many CEPF grantees in over 92 countries and territories?
  2. How many global donor organizations support CEPF?
  3. How many biodiversity hotspots is CEPF currently investing in?
  4. What do you like best about the redesigned website? (There’s no wrong answer on this one. We just want your input.)

 

 

 

O retorno da fauna silvestre em área restaurada no Corredor Miranda-Bodoquena

A equipe técnica da ECOA (Ecologia e Ação) junto com monitores assentados, vêm realizando o monitoramento de uma área reflorestada de 22 ha, que teve o processo de restauração iniciado em 2016. Nestas visitas, eles identificaram áreas com grande potencial de regeneração natural, onde nascentes estão se recuperando gradativamente com auxílio da vegetação em reflorestamento. Além do processo de restauração dos serviços ecossistêmicos, a equipe técnica da ECOA vêm registrando a presença constante do retorno da fauna silvestre na região. Na área já foram confirmadas as presenças da anta (Tapirus terrestris), mão-pelada (Procyon cancrivorus) e de tuiuiús (Jabiru mycteria).

Registros da presença de tuiuiús e mão-pelada na área em processo de regeneração. ©ECOA
Pegada de anta na área. ©ECOA

A ECOA executa atividades no projeto “Corredor Miranda-Bodoquena: preenchendo lacunas socioambientais” em regiões dos municípios de Nioaque e Miranda (MS). O projeto é apoiado pelo CEPF Cerrado e tem como objetivo auxiliar na revegetação e conservação do bioma, através do fortalecimento do extrativismo não madeireiro nas comunidades e assentamentos do corredor Miranda – Bodoquena.

 

Comunidades rurais recebem capacitação através de projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

Nos dias 23 e 24 de fevereiro (2018), a equipe da Rede Bartô, através do projeto “Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos” realizou capacitações em comunidades rurais presentes na bacia do rio Pipiripau, localizado na região nordeste do Distrito Federal, a 55 Km do centro de Brasília (DF).

Os novos assentados rurais da Reforma Agrária, comunidade Roseli Nunes, receberam uma capacitação voltada para importância do trabalho coletivo, onde foram apresentadas noções sobre as bases do associativismo e cooperativismo. A comunidade Oziel Alves teve a capacitação voltada para a apresentação do novo Código Florestal, onde foram ressaltadas a importância das Áreas de Preservação Permanente, Reserva Legal, Cadastro Ambiental Rural e restauração do Cerrado. Ao todo, as capacitações envolveram 44 pessoas com a média de idade entre 18 e 60 anos.

Os próximos passos do projeto prevem a conservação de áreas de Cerrado dentro do lote dos agricultores, através da regeneração natural e plantio de mudas;  a manutenção das áreas comunitárias de Reserva Legal, através de campanha contínua de educação ambiental e do enriquecimento com mudas e a implantação de agroflorestas.

O projeto “Agrofloresta prestadora de serviços ecossistêmicos” tem apoio do CEPF Cerrado e tem como objetivo principal, o beneficiamento de comunidades de agricultores familiares que se encontram no bioma Cerrado e no RIDE Brasília, e que fazem parte de uma área chave para a biodiversidade no Brasil Central. Mais informações sobre o projeto no site do CEPF Cerrado.

 

Capacitações realizadas pela Rede Bartô em comunidade rurais localizadas no entorno de Brasília (DF). Fotos: ©Aryanne Amaral

 

 

 

Ações de conservação promovidas pela sociedade civil e comunidades no Corredor Prioritário Miranda-Bodoquena

A ONG Ecologia e Ação (ECOA) iniciou suas atividades no projeto “Corredor Miranda-Bodoquena: preenchendo lacunas socioambientais” em regiões dos municípios de Nioaque e Miranda (MS). O projeto é apoiado pelo CEPF Cerrado e tem como objetivo auxiliar na revegetação e conservação do bioma, através do fortalecimento do extrativismo não madeireiro nas comunidades e assentamentos do corredor Miranda – Bodoquena.

A equipe técnica da ECOA junto com monitores assentados, vêm realizando o monitoramento de uma área reflorestada de 22 ha, que teve o processo de restauração iniciado em 2016. Nestas visitas, eles identificaram áreas com grande potencial de regeneração natural, onde nascentes estão se recuperando gradativamente com auxílio da vegetação em reflorestamento.

Ao início destas primeiras ações na região, a equipe da ECOA recebeu um retorno positivo de proprietários rurais, que se dispuseram a colaborar, o que gerou uma lista de espera de pessoas dispostas à reflorestarem as suas Áreas de Preservação Permanente (APPs). Normalmente, como relatou a equipe, uma das maiores dificuldades encontradas por ações de reflorestamento é a anuência dos proprietários. Em muitas regiões há uma dificuldade bastante grande em encontrar pessoas que autorizem o fechamento e replantio das APPs.

Com estas ações, o projeto prevê que a médio e longo prazo, as bases comunitárias e associações nos assentamentos estarão fortalecidas pelo aumento da produção extrativista, que será promovida através do plantio de espécies, o que beneficia a ampliação das áreas de conservação do Cerrado no corredor Bodoquena – Miranda.

 

Área de 22 ha que passou por um processo de reflorestamento e está sendo monitorada pelo projeto Corredor Miranda-Bodoquena, realizado pela Ong Ecologia e Ação (ECOA) e com apoio do CEPF Cerrado.

 

 

Pegadas de mão-pelada (Procyon cancrivorus) registradas por projeto apoiado pelo CEPF Cerrado

Pegadas de mão-pelada, ou também popularmente conhecido como guaxinim ou cachorro-do-mangue, foram registradas pela equipe da ONG ECOA durante viagem técnica. O diretor científico Rafael Morais fez o registro em uma área que está passando por um processo de recomposição da vegetação nativa de Cerrado, na região do assentamento Boa Esperança (Mato Grosso do Sul). De acordo com a nota divulgada pela equipe, o animal é raro em região de supressão vegetal. Veja a notícia completa no site da ECOA.

As atividades da ECOA estão sendo apoiadas pelo Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF Cerrado), através do projeto “Corredor Miranda-Bodoquena”, que visa auxiliar na revegetação e conservação do Cerrado, através do fortalecimento do extrativismo não madeireiro nas comunidades e assentamentos do corredor Miranda – Bodoquena, Mato Grosso do Sul.

Conheça mais sobre os projetos apoiados pelo CEPF Cerrado neste link!

 

Pegadas de mão-pelada/guaxinim (Procyon cancrivorus) registradas pela equipe da Ong ECOA. Foto retirada do site da ECOA (©Rafael Morais).

 

 

Iniciativa apoiada pelo CEPF celebra início de suas atividades no Cerrado

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF, na sigla em inglês para Critical Ecosystem Partnership Fundvem atuando desde 2000 para assegurar a participação e contribuição da sociedade civil na conservação de alguns dos ecossistemas mais ricos do mundo do ponto de vista biológico, porém atualmente ameaçados.

O objetivo é promover a conservação em áreas biológicas de alta prioridade e numa escala de paisagem. A partir desta perspectiva, o CEPF identifica e apoia uma abordagem regional, envolvendo uma ampla gama de instituições públicas e privadas para atender as necessidades de conservação por meio de esforços coordenados.

O CEPF é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão, Fundação John D. e Catherine T. MacArthur e Banco Mundial, com vistas a oferecer financiamento para proteção de ecossistemas únicos e ameaçados – conhecidos também como hotspots de biodiversidade.

Em 2013, o Conselho de Doadores do CEPF selecionou o bioma Cerrado como um dos hotspots prioritários e 8 milhões de dólares foram alocados para investimentos em projetos no período de 2016 a 2021. Entre os anos de 2016 e 2017 o CEPF Cerrado realizou duas chamadas para apoio a projetos no Cerrado. Atualmente, o Fundo conta com  34 projetos, divididos em Grandes e Pequenos Apoios. Algumas dessas inciativas já se encontram em andamento e outras acabam de concluir a assinatura de seus contratos para início de suas atividades, como a Associação Hanaiti Yomo’omo, que apresentou o projeto “Viveiro de mudas para produção agroflorestal na Aldeia Brejão” e que está localizado na Terra Indígena de Nioaque (Mato Grosso do Sul). Para celebrar o grande primeiro passo do início das atividades deste projeto, os representantes da associação gravaram uma nota de agradecimento ao time do CEPF. Confira!

 

Vamos falar do Cerrado?

¹O Cerrado é o maior hotspot no hemisfério ocidental, cobrindo mais de 2 milhões de km2 no Brasil e partes menores (cerca de 1%) da Bolívia e do Paraguai. Este hotspot também inclui as cabeceiras das três maiores bacias hidrográficas da América do Sul (Amazonas/Tocantins, São Francisco e Prata), destacando-se, assim, a sua importância para a segurança hídrica da região. Além disso, o Cerrado é extremamente rico em riqueza de plantas, contando com mais de 12.000 espécies nativas catalogadas. A grande diversidade de habitats resulta em transições marcantes entre diferentes tipologias de vegetação. Cerca de 250 espécies de mamíferos vivem no Cerrado, junto com uma rica avifauna com 856 espécies registradas. A diversidade de peixes (800 espécies), répteis (262 espécies) e anfíbios (204 espécies) também é alta. Muitas dessas espécies são endêmicas. Por estas razões, o Cerrado é considerado como a região de savana tropical com a maior biodiversidade do mundo.

¹Além de suas especificidades ambientais, o Cerrado também apresenta grande importância social. Muitas pessoas dependem de seus recursos naturais para sobreviver com qualidade de vida, incluindo grupos indígenas, quilombolas, geraizeiros, ribeirinhos e quebradeiras de coco babaçu, que são parte do patrimônio histórico e cultural do Brasil e compartilham o conhecimento tradicional da biodiversidade. Mais de 220 espécies de plantas são conhecidas para uso medicinal e muitos frutos nativos são regularmente consumidos por moradores locais e vendidos nos centros urbanos.

¹Atualmente, o Cerrado é uma das principais áreas do planeta para a produção agrícola e pecuária. Embora seja um motivo de orgulho para muitos, a expansão da fronteira também cobra seu preço. O Ministério do Meio Ambiente estima que, até 2010, 47% do Cerrado tinha sido convertido e a maioria das áreas remanescentes de vegetação natural encontravam-se fragmentadas. A pressão continua intensa por causa da expansão agropecuária de soja, carne, cana-de-açúcar, eucalipto e algodão, produtos que são essenciais para a economia nacional e para os mercados mundiais. Como consequência, as taxas de desmatamento anuais no Cerrado são mais elevadas do que na Amazônia.

“Vamos falar do Cerrado?” é uma uma série de vídeos que oferece informações sobre o bioma, o seu histórico e riscos. Esta publicação foi produzida pelo projeto “Iniciativa para o Uso da Terra – INPUT”, resultado de uma parceria entre a Agroicone e o Climate Policy Initiative (CPI) no Brasil, que reúne diversos atores para mapear os desafios da gestão de recursos naturais no Brasil. Confira um dos vídeos da série:

 

 

¹Texto retirado do Perfil do Ecossistema Hostpot da Biodiversidade do Cerrado (2017).

 

Oportunidade: FUNATURA está com processo seletivo aberto para consultoria individual em diferentes funções

A Fundação Pró-Natureza – FUNATURA está com processo aberto de Seleção de Consultor Individual (Solicitação de Manifestação de Interesse) visando as seguintes funções: 
a) Um técnico para a Gestão Administrativa e Financeira do Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº004/2017 (Prazo prorrogado até 27/11/2017– PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
b) Um técnico para a Coordenação do Tema Extrativismo Vegetal do Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº005/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
c) Um técnico para a Coordenação do Tema Turismo Ecocultural de Base Comunitária do Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº006/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
d) Um técnico para a Elaboração do Zoneamento Socioambiental do Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu referente ao Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº007/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
e) Um técnico para a Elaboração de Mapas Temáticos para subsidiar o Zoneamento Socioambiental do Mosaico Sertão Veredas – Peruaç referente ao Projeto Mosaico Sertão Veredas – Peruaçu, que conta com apoio financeiro da Conservação Internacional – CI por meio do Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF, conforme detalhes no Termo de Referência FUNATURA/CEPF Nº008/2017 – PROJETO MOSAICO SERTÃO VEREDAS – PERUAÇU, publicado no site www.funatura.org.br. Vide anexo.
Para participar da seleção, os candidatos deverão enviar por e-mail o currículo detalhado até às 23h59min do dia 28/11/2017 para: funatura@funatura.org.br. Mais informações no site da FUNATURA.
FUNATURA: +55 (61) 3274-5449

Cursos de adequação da propriedade rural no Cerrado serão oferecidos em Brasília e Cuiabá

 

No Cerrado, estima-se que haja mais de 5 milhões de hectares a serem restaurados para cumprimento da legislação e da meta de restauração assumida pelo governo Brasileiro durante a COP21 (2015). Os desafios são muitos e a inovação é necessária, para que práticas que hoje são inovadoras, passem a ser testadas e implementadas em larga escala de forma a permitir a restauração ecológica de vegetações campestres e savânicas, que caracterizam mais de 60% da área original do Cerrado¹.

O projeto “Mercado de Sementese Restauração Provendo Serviços Ambientais e Biodiversidade” administrado pela Rede de Sementes do Cerrado e sob coordenação do ICMBio e parcerias da Embrapa e Universidade de Brasília, foi contemplado na Primeira Chamada do edital do CEPF. Neste projeto, três toneladas de sementes serão distribuídas para fomentar o uso de técnicas, além de promover a melhoria do comércio de sementes, através de treinamento de coletores, desenvolvimento de um aplicativo para comunicação entre as pontas da cadeia de restauração e serão realizados cursos.

O curso Adequação Ambiental da Propriedade Rural permeia temas como a caracterização ecológica do Cerrado, legislação ambiental federal, estratégias de recomposição, espécies nativas de interesse econômico, riscos e desafios associados à RAD e o monitoramento da recomposição. O primeiro curso aconteceu em Palmas (TO) entre os dias 09 e 11 de outubro (2017) e os próximos estão programados para ocorrer em Cuiabá (MT), no período de 29/11 a 01/12 e em Brasília (DF), no período de 05 a 07/12. Os detalhes da programação do curso que será oferecido em Brasília podem ser acessados aqui, as inscrições podem ser efetuadas através do portal da Embrapa Cerrados até o dia 26/11 e mais informações podem ser obtidas através do telefone (61) 3388-9940. As inscrições para o curso de Cuiabá já estão encerradas, porém mais informações podem ser obtidas com a analista ambiental da SEMA (MT) que está à frente da atividade, Ligia Nara Vendramin, através do email (ligiavendramin@sema.mt.gov.br).

 

¹Adaptado do texto enviado por Alexandre Bonesso Sampaio – Analista Ambiental CECAT/ICMBio

Fórum do Clima acontecerá no DF entre os dias 28 e 29 de novembro

O Fórum do Clima que acontecerá aqui no Distrito Federal entre os dias 28 e 29 de novembro, auditório Águas Claras no Centro de Convenções Ulysses Guimarães, tem o propósito de discutir, centrado em três temas estratégicos, os cenários e alternativas de adaptação às mudanças climáticas; as emissões de gases de efeito estufa do Distrito Federal e opções de mitigação e a governança climática.

Na reunião plenária de encerramento será lida a proposta do decreto de criação do fórum, submetida à consulta dos participantes, e encaminhada ao governador de Brasília. Esta proposta trata  da criação de instâncias de governança climática no DF, da consolidação do Fórum como instituição permanente, e ainda propõe a instalação de um painel científico para subsidiar tomadores de decisão.

As vagas estão limitadas a 200 participantes e as inscrições devem ser realizadas no site da SEMA-DF. A programação completa está disponível aqui.

A matéria completa sobre o Fórum pode ser acessada no site da SEMA/DF.

Mais informações:

E-mail: comunicacaosema@gmail.com

Telefone: (61) 3214 – 5611

 

Curso “Criação e Gestão de Unidades de Conservação em Áreas Urbanas” será oferecido em Brasília

O curso “Criação e Gestão de Unidades de Conservação em Áreas Urbanas: aspectos conceituais, legais e práticos” que será oferecido entre os dias 27 de novembro e 02 de dezembro de 2017 pelo arquiteto e urbanista Miguel von Behr, tem o objetivo de capacitar e desenvolver o profissional da área ambiental e urbana na integração da gestão territorial e participativa.

As aulas irão ocorrer no Instituto de Arquitetos do Brasil (IAB), localizado em Brasília (DF). Mais informações e detalhes sobre o curso estão disponíveis neste folder:

 

COMUNICADO SOBRE A SEGUNDA CHAMADA DO CEPF CERRADO 2017

Comunicamos que o horário limite para o recebimento de inscrições aos Pequenos Projetos, estava claramente definido para às 18:00h (horário de Brasília) do dia 08 de novembro de 2017, na página de entrada para inscrição, no sistema PROSAS, conforme imagem abaixo.

 

PROSAS

 

Para maiores questionamentos sobre o referido assunto, favor formalizar a demanda conforme orientação no site do CEPF. 

Brasília, 9 de novembro de 2017

 

Equipe de Implementação Regional – RIT

CEPF Cerrado

 

Como submeter sua proposta ao 2o edital do CEPF?

O prazo para envio de propostas a Segunda Chamada do CEPF Cerrado se encerra agora no dia 08 de novembro (2017). 

Esta chamada está aberta aos grupos e associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas, universidades, institutos de pesquisa e outras organizações da sociedade civil. As cartas de intenção devem ser formuladas para Pequenos Projetos (até US$ 50.000) e Grandes Projetos (acima de US$ 50.000 e no máximo US$ 200.000). Serão aceitas propostas nas seguintes Direções Estratégicas e Prioridades de Investimento:

Direção Estratégica 3 – Promover e fortalecer as cadeias produtivas associadas ao uso sustentável dos recursos naturais e à restauração ecológica no hostpot (Conforme recorte definido no edital).

Prioridade de Investimento 4.1– Apoiar a implementação de Planos de Ação Nacionais (PANs) para espécies prioritárias, com foco na gestão e proteção de habitat (Somente para Pequenos Projetos).

Prioridade de investimento 5.2 – Apoiar a coleta e divulgação de dados de monitoramento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos, para integrar e compartilhar dados sobre as principais bacias hidrográficas do hotspot.

Prioridade de investimento 6.1 – Fortalecer as capacidades das organizações da sociedade civil para participar dos órgãos e processos coletivos relacionados com a gestão de territórios e recursos naturais.

COMO SUBMETER SUA PROPOSTA?

Para submeter os projetos, o proponente que irá concorrer ao apoio de Pequenos Projetos deve submeter sua proposta através da plataforma PROSAS. Proponentes que irão concorrer ao apoio de Grandes Projetos devem submeter suas propostas através da plataforma ConservationGrants

 

Acesse o edital completo da Segunda Chamada no site do CEPF Cerrado.  Dúvidas específicas podem ser tiradas por email (cepfcerrado@iieb.org.br) ou no nosso site.

 

Projeto “Restauração de Campos e Savanas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros” é premiado em conferência internacional sobre restauração

Equipe do projeto “Restauração de Campos e Savanas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros” recebendo o prêmio na VII Conferência Mundial da Sociedade Internacional de Restauração Ecológica (SER). (Foto cedida pela equipe)

O projeto “Restauração de Campos e Savanas no Parque Nacional da Chapada dos Veadeiros (PNCV)” foi premiado como o melhor projeto de restauração apresentado na VII Conferência Mundial da Sociedade Internacional de Restauração Ecológica (SER), realizada entre agosto e setembro de 2017. O projeto, coordenado pelo ICMBio, concorreu com outros 14 projetos, tendo ficado entre os três finalistas. Este projeto foi iniciado em 2010, no intuito de erradicar espécies invasoras e restaurar áreas degradadas no Parque. Em 2012, o analista Alexandre Bonesso Sampaio (CECAT/ICMBio) em parceria com outros servidores, propuseram a ampliação da escala dos experimentos de restauração, incluindo as espécies herbáceo-arbustivas do Cerrado. A técnica testada foi a semeadura direta de espécies nativas, em muito inspirada no método de restauração das florestas do entorno do Parque Nacional do Xingu. Este projeto já contou com o financiamento da Fundação Grupo Boticário de Proteção à Natureza e Rede de Sementes do Cerrado, e conta, com apoio de pesquisadores da Embrapa, como Daniel Mascia Vieira e José Felipe Ribeiro, e da UnB, Isabel Belloni Schmidt e Sarah Caldas, além de contar com o apoio da comunidade do entorno do PNCV. O projeto sempre buscou gerar conhecimento e aprimorar técnicas de restauração de menor custo e alta eficiência para restaurar formações savânicas e campestres do Cerrado, envolvendo as comunidades locais em todas as etapas. Em 2016, todos os envolvidos no projeto se uniram para orientar uma ação inovadora no Parque. O objetivo era realizar reposição florestal via semeadura direta de plantas nativas, promovendo em larga escala a primeira restauração de formações savânicas e campestres do Cerrado. Os plantios desta reposição foram realizados em 2015 e 2016, onde foi possível restaurar 94 ha.

A restauração ecológica de savanas e campos do Cerrado é um desafio ainda pouco estudado e aplicado. Apesar disso, as práticas desenvolvidas no PNCV, com réplicas na REBIO Contagem (Brasília-DF) e na Fazenda Entre-Rios (PAD-DF), indicam que é possível restaurar em larga escala as formações savânicas e campestres. Este resultado só foi atingido graças ao envolvimento ativo da comunidade do entorno do PNCV, especialmente na produção de sementes nativas e nas atividades de semeadura e manutenção das áreas. Hoje, há mais de 70 famílias de coletores de sementes organizadas junto à Associação Cerrado de Pé, que é primeira a ofertar sementes de espécies herbáceo-arbustivas no Cerrado. Atualmente os coletores da Chapada dos Veadeiros ofertam sementes de 80 espécies nativas, entre ervas, arbustos e árvores. Desde 2012 foram restaurados 105 ha, a partir da semeadura de cerca de 25 toneladas de sementes de plantas nativas, movimentando R$ 170.000 para comunidades locais.

adaptado do texto enviado por Alexandre Bonesso Sampaio – Analista Ambiental CECAT/ICMBio

Indígenas e quilombolas discutem ações de projetos apoiados pelo Fundo CEPF

Tanto os indígenas, quanto os quilombolas participaram na última semana da apresentação dos três projetos apoiados pelo Fundo CEPF (Critical Ecosystem Partnership Fund), em português Fundo de Parcerias para Ecossistemas Críticos, que serão implantados no território do Mosaico Sertão Veredas Peruaçu. O evento se deu pela parceria entre o WWF-Brasil, a Fundação Pró-Natureza (Funatura) e a Cooperativa dos Agricultores Familiares e Agroextrativistas do Vale do Peruaçu (CooPeruaçu), todas contempladas com investimentos do CEPF. O objetivo foi disseminar informações que mostram as interfaces das três propostas e ressaltar a intenção de desenvolver ações conjuntas.

Notícia publicada do site do WWF Brasil. Veja a notícia completa aqui.

O evento foi realizado pelo WWF-Brasil, Funatura e CooPeruaçu, para disseminar informações que mostram as interfaces das três propostas e ressaltar a intenção de desenvolver ações conjuntas.
© Kolbe Soares/WWF-Brasil

 

Equipe do CEPF Cerrado fará divulgação do seu 2o edital nos estados de Tocantins, Mato Grosso e Maranhão

©Michael Becker/IEB

Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos (CEPF) é um programa conjunto da Agência Francesa para o Desenvolvimento, Conservação Internacional, União Europeia, Fundo para o Meio Ambiente Global (GEF), Governo do Japão, Fundação John D. e Catherine T. MacArthur e Banco Mundial para apoiar a proteção e conservação de ecossistemas únicos e ameaçados (hotspots), como o Cerrado, por exemplo.

Neste mês, o CEPF Cerrado está percorrendo alguns estados do Brasil para divulgar o seu segundo edital para apoio a projetos no hotspot Cerrado. Apresentações já foram realizadas nas cidades de Campo Grande (MS),  Barreiras (BA) e São Luís (MA). Nestas próximas semanas estão previstas visitas nas cidades de Cuiabá (MT), Palmas (TO), Caxias (MA) e Imperatriz (MA). As apresentações vão informar, de maneira detalhada, como as instituições podem se inscrever para garantir recursos para o desenvolvimento de projetos focados no Cerrado.

Esta chamada está aberta aos grupos e associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas, universidades, institutos de pesquisa e outras organizações da sociedade civil. As cartas de intenção devem ser formuladas para Pequenos Projetos (até US$ 50.000) e Grandes Projetos (acima de US$ 50.000 e no máximo US$ 200.000). Os interessados podem se inscrever até 08 de novembro de 2017.

Acesse o edital completo da Segunda Chamada no site do CEPF Cerrado.  Dúvidas específicas podem ser tiradas por email (cepfcerrado@iieb.org.br) ou no nosso site.

Eventos de lançamento do segundo edital do CEPF Cerrado nos estados de Mato Grosso, Maranhão e Tocantins:

*A presença deve ser confirmada no email: cepfcerrado@iieb.org.br

Cidade/Estado Local Data Horário
Cuiabá/MT Sala de Reunião do INPP 18/10/17 14 hs
Caxias/MA Centro de Estudos Superiores de Caxias, UEMA, sala de reunião 17/10/17 16 hs
Imperatriz/MA UFMA, Campus Centro, sala 3 19/10/17 09 hs
Palmas/TO Auditório do Centro de Direitos Humanos de Palmas – CDH 19/10/17 14 hs

CEPF Cerrado lança novo edital para projetos em todo o hotspot

Mauritia flexuosa L.f. – Buriti

O Fundo de Parceria para Ecossistemas Críticos – CEPF lança a Segunda Chamada para Cartas de Intenção (CDI) direcionada a inovadores e relevantes projetos de conservação para o Hotspot do Cerrado. Os interessados podem se inscrever até 08 de novembro de 2017.

Esta chamada está aberta a grupos e associações comunitárias, organizações não governamentais, empresas privadas, universidades, institutos de pesquisa e outras organizações da sociedade civil.

As cartas de intenção devem ser formuladas para Pequenos Projetos (até US$ 50.000) e Grandes Projetos (acima de US$ 50.000 e no máximo US$ 200.000).

As propostas a este edital devem contemplar somente as seguintes Direções Estratégicas e Prioridades de Investimento:

Direção Estratégica 3 – Promover e fortalecer as cadeias produtivas associadas ao uso sustentável dos recursos naturais e à restauração ecológica no hostpot (Conforme recorte definido no edital).

Prioridade de Investimento 4.1– Apoiar a implementação de Planos de Ação Nacionais (PANs) para espécies prioritárias, com foco na gestão e proteção de habitat (Somente para Pequenos Projetos).

Prioridade de investimento 5.2 – Apoiar a coleta e divulgação de dados de monitoramento da quantidade e qualidade dos recursos hídricos, para integrar e compartilhar dados sobre as principais bacias hidrográficas do hotspot.

Prioridade de investimento 6.1 – Fortalecer as capacidades das organizações da sociedade civil para participar dos órgãos e processos coletivos relacionados com a gestão de territórios e recursos naturais.

Acesse o edital completo da Segunda Chamada no site do CEPF Cerrado.  Dúvidas específicas podem ser tiradas por email, cepfcerrado@iieb.org.br .

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